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Polónia Reintroduz Controlo Temporário nas Fronteiras

A Polónia vai reintroduzir controlos temporários nas suas fronteiras com a Alemanha e a Lituânia a partir de 7 de julho. O Primeiro-Ministro Donald Tusk anunciou a decisão. Esta medida surge devido às crescentes tensões com a migração irregular e às ações unilaterais da Alemanha no controlo fronteiriço.

Donald Tusk explicou, na terça-feira, que os controlos visam “reduzir ao mínimo os fluxos descontrolados de migrantes” na fronteira polaco-alemã. A Polónia acusa a Alemanha de devolver requerentes de asilo para o território polaco. Consequentemente, esta prática tem gerado assimetrias e tensões. Tusk afirma ter alertado a Alemanha em março sobre a impaciência polaca face a estas práticas.

Além disso, a Polónia vai estender os controlos à fronteira com a Lituânia. O objetivo principal é prevenir travessias ilegais vindas da Bielorrússia. A Polónia tem vindo a reforçar a sua fronteira oriental com a Bielorrússia desde 2021, face a uma crise migratória que considera orquestrada.

Assim sendo, esta medida polaca insere-se num contexto mais vasto da zona Schengen. Neste cenário, vários países de livre circulação têm reintroduzido controlos fronteiriços temporários para gerir fluxos migratórios. O Chanceler alemão, Friedrich Merz, defendeu os controlos fronteiriços da Alemanha, pois sinalizam uma mudança na política migratória. Contudo, ele frisou a importância da cooperação com a Polónia para resolver este problema comum.

Faculdades de Medicina de Lisboa e Porto: 200 Anos de Excelência na Saúde em Portugal

Lisboa e Porto, 25 de junho de 2025 – A Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) e a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) assinalam hoje, em conjunto, o seu bicentenário, celebrando dois séculos de inestimável compromisso com a formação médica, a investigação científica e a promoção da saúde em Portugal.

A criação destas duas prestigiadas escolas médicas remonta a 1825, por decreto régio de D. João VI. Esta decisão histórica surgiu num período em que Portugal enfrentava significativas carências na formação médica, particularmente na área cirúrgica, e na resposta a doenças endémicas que afligiam a população. O decreto visava reorganizar e modernizar o ensino da medicina, que até então se baseava em saberes empíricos e pouco sistematizados. O objetivo primordial era dotar o país de instituições capazes de formar médicos com uma preparação científica e clínica rigorosa, adequada às urgentes necessidades de saúde pública da época, incluindo os desafios decorrentes de conflitos militares. Esta iniciativa marcou o início de um percurso fundamental na modernização da medicina em território nacional.

Desde a sua fundação, a FMUL e a FMUP têm sido pilares cruciais para o desenvolvimento da medicina em Portugal. Ao longo de 200 anos, estas instituições públicas contribuíram decisivamente para a excelência da formação médica e para o avanço contínuo do conhecimento científico nas ciências biomédicas. Milhares de profissionais de saúde foram formados nestas faculdades, muitos dos quais alcançaram distinção tanto a nível nacional como internacional.

As duas escolas médicas partilham, desde as suas origens, uma missão comum de serviço público e um espírito de constante inovação. Têm acompanhado de perto os grandes desafios da ciência, da sociedade e da saúde global, adaptando-se e contribuindo ativamente para a evolução do setor da saúde.

Para celebrar esta data histórica, estão previstas cerimónias institucionais em Lisboa e no Porto. Os programas detalhados das comemorações de ambas as instituições podem ser consultados nos seus respetivos websites:

Clubes de Lisboa perto da hegemonia na Liga 3 de Futebol

A fase regular da Liga 3 já vai na segunda volta e, a apenas sete jornadas para do fim, o sucesso das equipas da Associação de Futebol de Lisboa é mais que evidente.

O terceiro escalão do futebol nacional passou a ter um modelo muito próprio que foi sofrendo pequenos ajustes até chegar ao modelo atual. Nas duas primeiras divisões nacionais de futebol em Portugal, há 18 equipas que disputam 34 jornadas. No final, somam-se os pontos de cada equipa e obtém-se uma classificação final.

Mas, na Liga 3, há duas séries com 10 equipas cada. A “Série A”, também conhecida como a série do Norte. E, depois, a “Série B”, conhecida como a do Sul. No final da fase regular, as equipas do Norte e do Sul misturam-se em função da classificação de cada clube.

Os quatro primeiros classificados seguem para o apuramento destinado à subida de divisão, enquanto os últimos seis de cada série disputam a manutenção. Assim, o primeiro e quarto classificados da Série A juntam-se ao segundo e ao terceiro classificados da Série B, e vice-versa.

Na fase de apuramento para a subida, todos os clubes começam com zero pontos. Enquanto que na fase de manutenção, os clubes transportam uma quota de pontos em função da classificação em que quem fez mais pontos começa com uma vantagem pontual em relação a quem fez menos.

Liga 3: A Série B ou Série Sul

Porque as Séries são divididas em função da distribuição geográfica dos clubes, as equipas da Associação de Futebol de Lisboa jogam sempre na Série B. E na presente edição de 2024/25, há quatro representantes do distrito de Lisboa: Belenenses, Sporting B, Atlético CP e 1º Dezembro.

Os quatro clubes competem com emblemas representantes das Associações de Futebol de Coimbra, Leiria, Santarém, Castelo Branco e Angra do Heroísmo.

Dessa forma, os clubes de Lisboa estão todos na luta pelas primeiras quatro posições que dão acesso à fase de subida. O Belenenses lidera com 19 pontos, seguido do Atlético com 18 pontos. Em quinto lugar está o Sporting B com 16 pontos, seguido do 1º Dezembro com 15 pontos.

Pelo meio, a Académica com 18 pontos e o Caldas com 17, procuram evitar que os quatro lugares de apuramento sejam todos ocupados por equipas da Associação de Futebol de Lisboa. Um cenário possível neste momento.

Naturalmente, será preciso esperar pelas 18 jornadas da fase regular (todas as equipas se defrontam duas vezes) para saber se o apuramento dos quatros clubes de Lisboa acontece ou não.

Contudo, o cenário de algo nunca antes vivido pela Associação de Futebol de Lisboa está bem vivo na Liga 3.

Texto: João Morais
Imagem: Facebook Liga 3

Aumento de pornografia infantil: O Papel da Inteligência Artificial

Recentemente foi publicado um relatório pela Fondation pour l’enfance (Fundação para a Infância francesa), cujos dados divulgados são preocupantes, segundo os especialistas da fundação, no que se refere ao papel da Inteligência Artificial (IA) na disseminação de pornografia infantil online, que está a aumentar.

De acordo com a notícia do portal SAPO Tek, o uso de ferramentas de IA, facilitam a criação de conteúdo ilícito sem limites e de forma mais rápida, que envolvem menores de idade, nomeadamente “vídeos de crianças a serem violadas ou imagens de adolescentes nuas, apenas baseando-se em imagens de rostos reais”.

O apelo dos especialistas sobre a Inteligência Artificial

Devido à acessibilidade e sofisticação dessas tecnologias, o crime de violência sexual contra crianças é banalizado, com uma proliferação em massa desses conteúdos, com o consumo facilitado.

Angèle Lefranc, advogada e responsável da Fundação adverte que “as pessoas não percebem que as fotografias dos seus filhos em fato de banho publicadas nas redes sociais podem ser utilizadas para treinar a inteligência artificial”.

A fundação e os especialistas sublinham a importância de uma abordagem colaborativa entre governos, empresas de tecnologia e jurídicos para atenuar os danos causados por esse uso indevido da Inteligência Artificial, de forma “forte, rápida e coordenada”, apelando ainda para maior uma conscientização pública sobre os riscos associados à utilização irresponsável da IA.

Luzes de Natal de Lisboa acendem-se a 23 de novembro

As iluminações de Natal regressam ao coração de Lisboa no dia 23 de novembro. A inauguração da quadra natalícia é já um momento muito esperado na capital. Por isso, o momento simbólico do “ligar das luzes” está marcado para às 18h30, no Terreiro do Paço.

“Como já é tradição, o momento será assinalado com a ligação simbólica da Árvore de Natal às 18h30. A inauguração das iluminações de Natal será seguida de um espetáculo de luz e som e de um concerto, este ano, com Aurea”, explica a EGEAC em comunicado.

Tal como em anos anteriores, o momento da inauguração é acompanhado por Carlos Moedas. Há dois anos, o Presidente da Câmara de Lisboa protagonizou um momento inédito, quando as luzes não acenderam à hora prevista. Aliás, já no ano passado, a 30 de novembro, houve registo de um incidente durante o espetáculo de música e fogo de artifício. Ninguém ficou ferido.

O concerto no dia de inauguração das iluminações é, dessa forma, outro ponto alto do dia. 

“Uma das vozes mais aplaudidas da música portuguesa apresenta “Christmas Movie Songs”, interpretando temas de filmes que marcaram a quadra natalícia ao longo de várias gerações. Depois das luzes segue-se o programa das Festas de Natal, com concertos em igrejas e outros espaços”. No ano passado, foram os Anjos que atuaram no Terreiro do Paço.

As luzes de Natal em números

O investimento para a instalação das iluminações de Natal foi de 750 mil euros. Aliás, o valor é semelhante ao gasto em anos anteriores.

Ao todo, há cerca de mil estruturas luminosas e quase seis mil peças decorativas. Dessa forma, as decorações estão espalhadas por dezenas de lugares do coração de Lisboa. 

O horário de funcionamento das iluminações de Natal será alargado este ano. Assim, as luzes vão estar ligadas a partir das 17h30 e nunca serão apagadas antes da meia-noite.

Lisboa sai reforçada na paragem para as seleções

Os cinco clubes da Associação de Futebol de Lisboa que disputam a Primeira Liga nacional conseguiram vencer ou, pelo menos, não perder e vão todos com maior conforto para a pausa internacional.

As habituais pausas para seleção são sempre um período propício às reflexões e aos balanços do trabalho dos clubes até ao momento. E a verdade é que Sporting, Benfica, Casa Pia, Estoril e Estrela saem deste fim de semana para encarar tudo o que falta da época com bons olhos e com esperança. Cada um deles à sua maneira.

A despedida de Amorim

O líder Sporting venceu em Braga por 4-2 num jogo muito sofrido que marca a despedida de Amorim dos leões. E teve de suar bastante para dar a volta a um jogo em que esteve a perder por dois golos de diferença na segunda parte.

Os jogadores que vieram do banco, sobretudo Hidemasa Morita, contribuiram bastante para igualar o melhor arranque da história do clube e manter o registo 100% vitorioso. Não houve golos de Viktor Gyokeres, mas houve do seu substituto natural Conrad Harder que vestiu a capa de herói nos minutos finais.

Benfica faz história no Clássico

No Estádio da Luz, o clássico entre Benfica e Porto acabou com uma goleada histórica das águias por 4-1 e, por isso, ganhando o jogo em atraso na Madeira ultrapassa os dragões na tabela e ascende aos lugares de acesso à Liga dos Campeões.

Depois de uma primeira parte bem disputada e com algum equilíbrio, a segunda parte foi totalmente o oposto. O Benfica cresceu pelas asas de Ángel Di María. Tal como é costume, o argentino trasncendeu-se num jogo de grande dimensão. Tomás Araújo e Álvaro Carreras também deram mais uma prova de qualidade na defesa de Bruno Lage e parecem ter agarrados os respetivos lugares.

Os outros clubes de Lisboa

Já em Pina Manique, o Casa Pia empatou a uma bola frente ao Farense e, embora não seja um excelente resultado, foi ligeiramente superior ao adversário e deixou bons indicadores para o futuro que aparenta ser tranquilo quando já soma 13 pontos em 11 jornadas, o que deixa os gansos no nono lugar da classificação.

Apesar de se ter visto a perder com um golo quase do meio campo de Elves Baldé, os gansos conseguiram empatar ainda na primeira parte por Cassiano e chegaram a ameaçar a reviravolta, sobretudo por Nuno Moreira. O extremo esquerdo do Casa Pia foi sempre o mais inconformado, mas a equipa de João Pereira acabaria mesmo por empatar e dar continuidade a uma época de estabilidade.

O Estoril também somou um empate caseiro, mas sem golos, frente ao AVS. Um ponto importante para uma equipa que tem tido bastante inconsistência exibicional e de resultados e consegue, assim, dar um pequeno passo para longe da luta pela manutenção. Os 10 pontos já conquistados vale-lhes o 12º lugar em 18 possíveis.

Apesar de ter tido mais posse de bola, os canarinhos foram sempre menos perigosos do que o adversário. Já com menos jogadores no boletim clínico, o Estoril pode começar a desenhar aquela que será a sua equipa base esta época. E o que fica, mais uma vez claro, é que terá Jordan Holsgrove no meio campo. O escocês especialista em bolas paradas continua a acrescentar algo mais a uma equipa que tem muito para crescer.

Por fim, mas não menos importante, o Estrela venceu o Nacional por 2-0 num jogo que pode ser decisivo nas contas finais do campeonato visto que ambos deverão lutar pela manutenção no primeiro escalão. Com esta vitória, o clube da Amadora sai da zona de despromoção e soma agora 9 pontos.

No entanto, os adeptos tricolores ainda temeram que a vitória não aparecesse quando já na segunda parte Jovane Cabral acertou na barra na conversão de uma grande penalidade. Os golos estavam guardados para o fim e para uma grande festa na Reboleira que contou com a frescura de Kikas na frente para explorar as costas da defesa madeirense. E foi mesmo ele que selou o triunfo dessa forma, já depois do golo de Paulo Moreira.

Texto: João Morais

AD: The rise of community based financing: Click2connect’s vision for global financial inclusion.

Peep this: A neighborhood where everyone knows each other, Instead of relying on commercial banks, the people in this community decide to pool their money together and democratically decide what and how to use it. If someone wants to start a small bakery or fix their fishing boat, they pool their money and decide when to take it, no matter their age, gender, location, status and credit history.  That’s the essence of community-based financing we are using to solve problems such as poverty, gender equality, and economic growth as seen in various parts of the world.  A financial inclusion of working together to support each other’s dreams and needs.

This approach is especially powerful in situations where getting a loan is tough or comes with high interest rates. It’s not just about money—it’s about trust, relationships, and the power of coming together for a common goal. Community-based financing is about giving everyone a fair shot. And that’s exactly why it’s on the rise: because communities everywhere are proving that they can do better when they rely on each other.

In rural areas or developing countries, financial exclusion is even worse. Women, small business owners, and low-income individuals often face the biggest challenges. They are left out of the global economy and denied opportunities to improve their lives. This is why community-based financing matters—it’s a way to break down these barriers and make financial services accessible to everyone.

C2C’s Vision for Inclusive Financing

Enter MAI (Mutual Aid Initiatives) , a digital product, financial support and a game-changer in the world of finance. At Click2Connect, we are building MAI and believe that everyone, no matter where they live, should have access to fair and easy financial services. The idea is simple: instead of waiting for big banks to make a move, MAI is empowering communities to take charge of their own financial futures.

How? By using technology to bring people together. MAI’s platform allows communities to create and manage their own funds, giving individuals the power to access zero interest funds, save money, and invest in each other’s success. It’s like the neighborhood example—but online and on a global scale. MAI is poised to have smooth automation and administration on the platform. 

MAI’s vision is to create a world where financial services are inclusive, where everyone can get a loan to start a business, access funds in emergencies, or simply save for the future—without the red tape. With MAI, financial inclusion isn’t a distant dream. It’s happening now, and it’s putting power back into the hands of the people who need it. 

Here’s how it works:

Members of a community can join MAI’s platform and contribute to an agreed fund. These contributions create a pool of money that anyone in the group can take turns to take, whether it’s to start a small business, pay for school, or cover unexpected expenses. The best part? The decision-making is done by the community itself—people who know each other’s needs and goals but automated by MAI.

Through the MAI platform, decisions are unanimous like the board of an organization and are transparent and simple. The technology ensures that every transaction is secure, and the interest rates remain Zero. 

This model isn’t just about money. It’s about building trust, creating opportunities, and supporting local dreams. MAI is proving that with the right tools, financial power can truly belong to the people, not just the big banks.

The Sauce? Well, it is not a secret.

It’s a blend of cutting-edge technology (Automation, AI, Integration) and good old-fashioned trust. While community-based financing relies on human connections, MAI is using smart tech to make sure everything runs smoothly and securely.

At the core of MAI’s platform is a technology that ensures transactions are safe, private, and traceable—like a digital handshake you can rely on. Some platforms use blockchain, while others employ advanced encryption, but the goal is the same: to create a system that is as transparent as a village meeting and as secure as a vault. No hidden fees, no fine print—just clear terms everyone can understand.

But technology alone isn’t enough. The real magic happens when trust is built between members. MAI encourages communities to rely on their social networks to vet potential members. 

The result? A system where everyone knows their contributions are safe and automated, payouts are democratic, and the community is stronger for it. It’s proof that, with the right blend of innovation and trust, financial services can be fairer, more accessible, and more effective for everyone.

 

Real-Life Impact

MAI’s model isn’t just a theory; it’s going to make real changes across Europe. Take, for example, a small farming community in rural Spain. Before MAI, local farmers struggled to get the funds they needed for equipment and sustainable practices. Traditional banks turned them away because they were seen as “high-risk.” But with MAI’s community-based financing, the farmers banded together to create a local fund, and within a year, farms started thriving. Crop yields increased, and the community grew stronger, with more job opportunities for locals.

In another case, a group of young entrepreneurs in Poland used MAI to kickstart small tech startups. Without access to large capital or traditional investors, they turned to their local community for support. Through the platform, they raised the funds they needed to get off the ground. Then, they start hiring locally, creating jobs, and boosting the region’s economy—all because they had a community that believed in their vision.

 

The Future of Global Financial Inclusion

The future of global financial inclusion looks bright, and MAi is leading the way. As the platform is developed, its goal is to expand into more regions across the EU and beyond, breaking down financial barriers wherever they exist. The vision is to create a world where everyone, no matter their background or location, has access to fair financial services.

Looking forward, MAI plans to introduce more localized features—like language options, region-specific financial tools, and partnerships with local institutions. This will help create platforms that feel like they truly belong to each community. 

On a global scale, MAI’s success in the EU serves as a model for other regions, proving that community-based financing can adapt and flourish anywhere. Whether it’s in Africa, Asia, or Latin America, the future is about connecting communities, empowering them with technology, and making financial inclusion a reality for all.

 

Tijani Olatunji

COO, Click2Connect

co*****@***********ct.pro

www.click2connect.pro

AD: Business Growth and Expansion as a Service for Startups

Businesses are ready to expand, but instead of drowning in logistics, endless hires, and overwhelming costs, they tap into a ready-made growth engine that scales easily- A fast growing trend for a smart market entry. Business Growth and Expansion as a Service flips the script on how startups and companies grow, evolve, and dominate their markets.

What is Business Growth and Expansion as a Service?

Think of it as a business’s ultimate power-up. It’s like outsourcing growth, market research, sales strategies, scaling operations, etc.

To experts, Instead of stretching too thin, companies spend more time focusing on their area of expertise while also navigating the complexity of growth.  Let’s just say it’s an easy way for businesses looking to scale, without the headache of building every part of the engine themselves. 

At Click2connect Lda, we have been supporting startups with cost efficient growth. For startups wanting to get into the EU market, especially those in the tech sector, resources are often constrained, making hiring full teams for marketing, sales, or operational expansion unfeasible. With our strategies and processes, we will be assisting economies like the Portuguese channel talents and attract more foreign investments, aligning with focus on establishing drawing in more investment and fostering a growing community of international and local tech players. 

Benefits of Business Growth and Expansion service?

  1.     It is cost efficient. I mean hiring full time employees for every aspect of growth can be prohibitively expensive. It lets you pay for the services you need when you need them. No need to hire an entire team, rent extra office space, or invest in costly infrastructure.
  2.     Providers of such services are often specialists in their fields. Allowing you get market insight and operational strategies from industry veterans. This expertise can help businesses avoid potential pitfalls and also capitalize on opportunities.
  3.     As a business grows so do the needs and demands. Business Growth and expansion services are very flexible which would enable companies to adjust the level of service they require based on their current need or demand.
  4.     Time is money. With business growth and expansion service  providers often have the networks, strategies, and processes in place, meaning you’ll get where you want to go—faster. 

Examples:

Shopify, the powerhouse e-commerce platform, has made growth so accessible that anyone can launch an online store in minutes. Behind the scenes? They’ve partnered with various third-party providers to offer tools like marketing automation, inventory management, and customer service solutions. It’s like giving small businesses their own personal growth team—without the hassle of hiring and managing one.

Imagine a small tech startup in Estonia with a brilliant product but lacking the resources to break into other EU markets. Instead of building a costly in-house sales team and running complex market research on their own, they partner  with a growth service that specializes in scaling businesses across the EU, they gain instant access to market insights, local expertise, and a seasoned team to execute expansion strategies. 

But while business growth and expansion service can be a game-changer, it’s only as good as the partners you choose. The key is alignment—making sure your goals and those of your service provider match up. Clear communication, setting expectations, and tracking progress are vital to getting the most out of BGaaS.

Concludingly, the business world is moving faster than ever, and keeping up can feel like a marathon. But with Business Growth and Expansion as a Service, you can turn that marathon into a sprint. It’s all about working smarter, not harder. This is the future of business growth: flexible, scalable, and accessible to businesses of any size.

 

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Email- co*****@***********ct.pro

Website- www.click2connect.pro

 

 

Author: Chris Morris

Rúben Amorim: Dos palcos de Lisboa para o mundo

É o assunto do momento no futebol português. A ida de Rúben Amorim para um dos maiores emblemas do futebol mundial está a dar que falar. Porém, a fase complicada que o Manchester United vive desportivamente também faz correr muita tinta na imprensa da especialidade.

Antes da partida para Manchester, o técnico português termina o percurso ao serviço do Sporting, num último jogo contra o SC Braga, onde venceu o primeiro título como treinador (Taça da Liga 2019/20). Mas, a história de Amorim começou muito antes, por diversos cantos da cidade de Lisboa.

As origens de Rúben Amorim

Nascido em Vila Franca de Xira a 27 de janeiro de 1985, Rúben Amorim ingressou no mundo do futebol com apenas nove anos, quando começou a treinar na Academia do Benfica. Apesar de ser o clube do coração e ter o sonho de jogar pelo Benfica, viria a sair da academia benfiquista aos 17 anos, não conseguindo resistir à habitual seleção natural nos escalões de formação dos clubes de maior dimensão.

No meio desse trajeto adolescente, jogou ainda dois anos no Clube Atlético Cultural da Pontinha e cerca de meio ano no Ginásio Clube de Corroios, na margem sul do Tejo.

Seguiu depois para o Belenenses, onde fez os últimos dois anos de formação como júnior e onde acabaria por se lançar a nível sénior. O clube do Restelo foi também uma grande rampa de lançamento para se afirmar nas seleções jovens. Somou, ao todo, 37 internacionalizações, bem mais do que os 14 jogos que haveria de fazer na seleção principal.

No Belenenses, afirmou-se como um médio-centro inteligente e tecnicamente dotado até atingir o nível que, em 2008, lhe valeria um bilhete de regresso ao Benfica. O sonho adiado concretizou-se e foi recheado de sucessos. Chegou a uma final europeia e conquistou 10 títulos, incluindo três campeonatos nacionais pelas águias.

Mas, nem tudo foram rosas para o futuro treinador do Manchester United. Adaptações que o faziam jogar em posições que não gostava, lesões muito complicadas, dois empréstimos ao Braga e, por fim, um empréstimo para o Al-Wakrah do Qatar, em 2015. Nessa altura, estava num nível físico que já não servia para os grandes palcos. Foi, por isso, o marco final da carreira como jogador.

O peso de Lisboa

A capital portuguesa marcou a carreira de jogador de Rúben Amorim, mas também a que viria a ter como treinador.

No verão de 2018 em Pina Manique, Rúben Amorim começava a treinar o Casa Pia AC. Na altura, militava no terceiro escalão do futebol português como estagiário no papel mas, na prática, como líder principal.

O sucesso chamou à atenção do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol. O treinador acabou multado e suspenso por um ano devido à falta de habilitações. Rúben saiu a meio da época. No entanto, o Casa Pia acabou por subir à Segunda Liga e o castigo foi retirado.

A ascensão de uma estrela

Na época seguinte, começou a ascensão meteórica de Amorim. Em 2019/20, volta a Braga para treinar a equipa B. Mas acaba por ser promovido à equipa principal poucos meses depois. Em março de 2020 – dias antes do início da pandemia de covid-19 – assina pelo Sporting.

Volta a Lisboa para, depois de muitas dúvidas e críticas, provar e superar todo o potencial que lhe era apontado no grande rival do seu clube de infância.

Entre alguns altos e baixos, Amorim fez o seu caminho por mais um clube de Lisboa. E este caminho foi sem dúvida o mais espetacular. Acaba o trajeto como um dos maiores e melhores treinadores da história dos leões e, acima de tudo, virou para melhor um clube que estava completamente do avesso. Devolveu esperança aos adeptos, venceu cinco títulos e elevou o clube a um patamar raramente visto em Alvalade nos últimos 50 anos.

São muitos os clubes de Lisboa que moldaram e influenciaram aquela que é uma das maiores personalidades do momento em Portugal e na Europa. Um lisboeta também ele que, agora, como muitos outros, vai procurar provar o que vale lá fora.

Texto: João Morais
Imagem: Facebook Sporting CP

Manifesto pelo Dia da Nação sem autoritarismos

A palavra “nação” tem hoje uma conotação negativa e uma carga que nos remete para visões isolacionistas, militarizadas e pouco ou nada tolerantes para com os outros, ou para com o diferente.

Portugal tem vários dias do calendário para celebrar a sua existência e as suas características culturais. O mais reputado e conhecido é o 10 de junho. Uma data celebrativa que se estabeleceu no final do século XIX (só se tornando feriado mais tarde, em 1919), associado à suposta data do falecimento do maior poeta e escritor português de sempre (para muitos), Luís de Camões. O mesmo Luís de Camões sobre o qual passam (alegadamente) 500 anos sobre o seu nascimento. Depois de algumas denominações oficiais e oficiosas, passados 140 anos, o 10 de junho tem uma tripla celebração: Dia de Portugal, Dia de Luís de Camões e Dia das Comunidades Portuguesas.

Porém, muitos anos antes do falecimento (ou nascimento) de Luís de Camões já existia Portugal. Um território e um povo surgido ainda na Alta Idade Média, no século XII. Convenciona-se entre os historiadores e demais cientistas sociais que Portugal terá surgido, enquanto território independente a 5 de outubro de 1143, aquando do Tratado de Zamora (também podemos usar o topónimo Samora no português atual), em que Afonso VII de Leão e Castela reconheceu a Portugal o direito de independência. Hoje, esta data é de certo modo ofuscada por outra data histórica: o 5 de outubro de 1910, alusivo à Implantação da República.

Alguns, mais eruditos, e talvez mais religiosos, recordam o 23 de maio de 1179 e a Bula Manifestis Probatum, em que o Papa Alexandre III reconhece o estatuto de independência a Portugal. Esta data é hoje utilizada para fazer um paralelo (com os respetivos anacronismos) com o reconhecimento internacional da independência.

Não obstante a importância de todas estas datas e efemérides, existe uma que marca o início de Portugal: trata-se de 24 de junho de 1128. A data que assinala a Batalha de São Mamede. Foi com a Batalha de São Mamede, travada perto de Guimarães, que D. Afonso Henriques se fixou como o derradeiro líder do território até então chamado de Condado Portucalense e afirmou a existência de um território e de um povo deliberadamente diferentes dos demais.

Não pretendo aqui questionar a historiografia e os cânones atuais da academia portuguesa. Teríamos de entrar por questões como o Tratado de Tui em 1137, pelo primeiro documento em que D. Afonso Henriques assina como rei em 1140, ou ainda pelo conceito de príncipe na Alta Idade Média, pois foi como príncipe que D. Afonso Henriques se autodenominou entre 1128 e 1139 (o ano da Batalha de Ourique).

O território de Portugal era também muito mais exíguo quando comparado com o atual, só atingindo a dimensão atual de Portugal continental em 1249 e só viu as suas fronteiras fixadas em 1297, aquando do Tratado de Alcanizes (ainda que amiudamente ameaçadas em episódios esporádicos até ao século XIX). Durante estes 896 anos, Portugal manteve o seu território uno e independente, com exceção dos 60 anos do período filipino que, muito teriam para contar e precisar em pormenores jurídicos associados ao conceito de independência.

Mas mais do que um território, ou do que uma pátria, o que se devia celebrar a 24 de junho era uma nação. A palavra e o conceito de nação estão atualmente conotados com ideais isolacionistas e discriminatórios. No entanto, se pensarmos na etimologia, o conceito remete-nos para a cultura.

Ao contrário de muitos pensamentos nacionalistas e ultranacionalistas atuais, a nação portuguesa nada tem a ver com cores, raças, opções sexuais ou géneros. Eu arrisco (até enquanto católico) a escrever que a nação portuguesa não tem necessariamente a ver com a religião. É óbvio que quando Portugal surgiu, a predominância dos portugueses era branca ou caucasiana, e essa situação não desapareceu. Não obstante, com a Expansão Marítima Portuguesa, essa situação esbateu-se e hoje existem portugueses de várias cores e várias raças. Assim, não faz qualquer sentido estas visões racistas que ainda existem e que vão surgindo ou ressurgindo na sociedade portuguesa.

Ao romper da aurora portuguesa, na Alta Idade Média, a sociedade da Europa ocidental organizava-se por três classes: a nobreza ou Bellatores, responsáveis pelo poder da guerra, o povo, os laboratores, encarregues do trabalho e da produção de bens, e o clero, os oratores, os senhores da palavra e, portanto, do conhecimento e da escrita. O território era dominado religiosamente pela Igreja Católica e pelo Cristianismo. Tornou-se natural os monarcas e casas reais apoiarem-se no clero para construir a estrutura social e até, por vezes, administrativa, dando origem séculos mais tarde ao conceito de Estado como hoje o concebemos. No entanto, os monarcas portugueses, apesar dos constantes confrontos bélicos e políticos com as elites de outras religiões como a muçulmana, aceitaram muitas vezes a população que professava as outras religiões. Não esqueçamos até a amizade de D. Afonso Henriques com Ibn Qasi ou o ministro do tesouro do nosso primeiro monarca, o judeu Yahia Ben Yahia. A segregação urbana existiu, é certo, mas o ódio ocorreu muito mais tarde, já nos séculos XV e XVI, com a expulsão dos Judeus e a Inquisição, situações que se prolongaram até ao início do século XIX.

Mas a nação portuguesa evoluiu. A Revolução Liberal de 1820 instituiu a liberdade religiosa e hoje, o Estado é laico e a sociedade muito mais instruída. A confissão religiosa pode indicar os princípios educacionais da maioria das famílias portuguesas, mas não caracteriza a identidade nacional dos portugueses.

Nas últimas décadas, os níveis de escolaridade básica (impostos pelo Estado) e de escolaridade média têm subido quase exponencialmente. Uma sociedade mais instruída é uma sociedade mais aberta, logo mais desperta para as realidades íntimas e sexuais. O sexo já não é um tabu. A paixão e o amor também não. Por isso, hoje entendem-se melhor as minorias sexuais ou, melhor, a comunidade LGBTQIA+.

Hoje percebemos que a igualdade de género e a equidade geracional são cada vez mais necessárias.

Mas perante tanta liberdade, tanta igualdade, tanta liberalização de usos e costumes, ainda há espaço para falar na nação portuguesa?

Claro que há. Portugal não é só um território e um Estado independente, é também uma cultura própria. Temos um idioma, ameaçado por constantes estrangeirismos desde o século XVIII e descurado da sua influência no mundo por fantasmas colonialistas, decolonialistas e pós-colonialistas. Criámos estilos artísticos, arquitetónicos e estéticos próprios como o Manuelino. Temos uma gastronomia e todo o património imaterial a esta associado, temos correntes musicais e estéticas de canto próprias. Mas a nação não está fechada no seu processo criativo. A nação constrói-se todos os dias e continua a necessitar de se construir. Se o idioma português só surgiu autonomamente no século XIII e precisou de chegar ao século XVI para ter gramática e dicionário próprios, existem elementos como o vestuário ou indumentária que precisam de criar uma imagem cultural portuguesa própria. Essas identidades existem em Portugal, no âmbito regional ou regionalista, mas, não no âmbito nacional.

Portugal é um país que não se pode fechar em si, nem nos seus fantasmas, e tem de saber respeitar e acolher os cidadãos de outras nacionalidades que escolhem Portugal e a economia portuguesa para viver e trabalhar. Mas não pode ter vergonha de celebrar a sua cultura, nem muito menos tentar adaptá-la a processos de ocidentalização e europeização cultural. Podemos e devemos conviver com todos, respeitando-nos nas nossas diferenças.

Não é tempo de nacionalismos ditatoriais, nem de tendências “wokistas”. Não é tempo de guerras culturais e sociais. É tempo, (como sempre foi) de celebrar Portugal.

Frederico Gaspar