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Afinal, beber água não ajuda a curar ressaca

É comum acreditar que beber água após uma noite de copos ajuda a evitar os efeitos desagradáveis da ressaca. No entanto, os especialistas acabam de desmistificar essa ideia popular. Investigadores da Universidade de Utrecht, nos Países Baixos, analisaram dados de três estudos que mostram que a desidratação não é a única causa da ressaca. Isso significa que, embora beber água possa aliviar a sede, tem um efeito limitado na recuperação geral.

O estudo observou os sintomas de bebedores que consumiram água antes de dormir em comparação com aqueles que não o fizeram. Embora os participantes que beberam água se sentissem menos desidratados, ainda apresentaram os mesmos níveis de dor de cabeça, náusea e fadiga que os que não consumiram água. Os investigadores concluíram que beber água durante ou após o consumo de álcool não previne a ressaca. Mesmo quando a ressaca já se manifestou, a água não aliviou significativamente os sintomas.

Quanto mais velho, pior a ressaca

De acordo com Johnny Parvani, a ressaca é causada por uma combinação de desidratação e os efeitos do metabolismo do álcool, incluindo o stress oxidativo e a resposta inflamatória do organismo. Embora a desidratação cause sede e boca seca, outros sintomas da ressaca persistem ao longo do dia.

A investigação indica que, com o envelhecimento, o nosso corpo retém menos água e perde massa muscular, o que pode resultar em ressacas mais intensas. A função hepática também diminui, tornando o processamento do álcool menos eficiente, o que pode agravar os efeitos da ressaca.

Apesar de muitas tentativas, ainda não existe um tratamento cientificamente comprovado para as ressacas. Embora a abstinência seja a única forma garantida de evitar os seus efeitos, uma dieta equilibrada e alimentos específicos podem ajudar a atenuar os sintomas após o consumo excessivo de álcool. Beber água pode ajudar a combater a desidratação, mas não é uma solução eficaz para a ressaca. A melhor defesa continua a ser a moderação no consumo de álcool.

Jovem alérgica à água evitar tomar banho sempre que possível: “É uma sensação horrível”

Uma jovem norte-americana de 22 anos, Loren Montefusco, está impedida de tomar banho devido a uma alergia debilitante à água. A doença rara, chamada urticária aquagénica, provoca uma comichão excruciante. “Tem sido difícil lidar com isto enquanto jovem mulher”, disse à agência noticiosa Caters em declarações reproduzidas pelo New York Times.

A urticária aquagénica é uma variante da urticária que provoca o aparecimento de erupções cutâneas após a exposição à água. A doença é extremamente rara, com apenas 37 casos registados na literatura. Quando a jovem toma banho ou entra em contacto com a água, sente uma comichão intensa que pode durar até uma hora.

“Parece que a comichão está muito abaixo da superfície da minha pele”, descreve. “Tento o meu melhor para não coçar, mas não consigo evitar”, lamenta. Para piorar a situação, não há maneira de aliviar a agonia. “Só tenho de aguentar”, confessa.

Até o suor desencadeia alergias

Loren notou pela primeira vez a alergia quando tinha 12 anos. Porém, a condição continuou a piorar ao longo dos anos. Foi finalmente diagnosticada três anos mais tarde. Como não há cura, esforça-se para minimizar os sintomas. Assim, evita tomar banho tanto quanto possível e, quando tem de o fazer, toma um duche muito rápido. Depois disso, veste-se o mais rapidamente possível, porque o ar frio pode aumentar a dor, tal como esfregar ou depilar o corpo.

No entanto, abster-se de se coçar tem uma eficácia relativa. Isto porque a erupção cutânea pode ser desencadeada por estar no oceano, banheiras de hidromassagem, piscinas e até pelo próprio suor. A jovem vive com o medo constante de um ataque de comichão. “É uma sensação horrível”, diz ela. “É como se estivesse a ser picada por mil agulhas”.