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Este é o número de horas de exercício físico que não deve mesmo exceder

O exercício físico moderado é benéfico para o coração, mas níveis elevados de exercício podem causar um fenômeno conhecido como “coração de atleta”, o que acarreta riscos.

O exercício tem sido reconhecido há muito tempo por clínicos, cientistas e autoridades de saúde pública como uma forma importante de manter a saúde ao longo da vida. Melhora a aptidão física geral, ajuda a fortalecer músculos e ossos, reduz o risco de doenças crônicas, melhora o humor e retarda o declínio físico.

O exercício também pode reduzir significativamente o risco de desenvolver condições que afetam negativamente a saúde do coração, como pressão alta, colesterol alto e obesidade. Contudo, grandes quantidades de exercício ao longo da vida também podem ter efeitos nefastos para, podendo levar ao desenvolvimento de uma condição chamada coração de atleta.

A Associação Americana do Coração recomenda 150 minutos de exercício de intensidade moderada, como caminhada rápida, ou 75 minutos de exercício de alta intensidade, como corrida, por semana. Também recomenda exercícios de fortalecimento muscular pelo menos duas vezes por semana.

Quando as pessoas ultrapassam essas diretrizes, o coração pode começar a mudar de tamanho e forma. Como consequência, a função cardíaca também pode mudar. Essas mudanças na estrutura e função cardíacas entre pessoas que se envolvem em altos níveis de exercício são referidas como coração de atleta. O coração de atleta não causa necessariamente problemas, mas em algumas pessoas pode aumentar o risco de certos problemas cardíacos.

O que é o coração de atleta?

É importante distinguir entre exercícios dinâmicos e estáticos porque o coração se adapta de maneira diferente de acordo com o tipo de exercício praticado ao longo do tempo. O exercício dinâmico aumenta o volume de sangue que passa pelo coração e pode fazer com que o coração se dilate ao longo do tempo. O exercício estático aumenta a quantidade de pressão sobre o coração e também pode fazer com que ele se dilate ao longo do tempo, mas com paredes espessas.

Exercícios dinâmicos, como corrida e futebol exigem que o coração bombeie uma grande quantidade de sangue, em comparação com a quantidade entregue ao corpo em repouso, para aguentar a atividade. Por exemplo, ao correr, a quantidade de sangue que o coração bombeia para o corpo pode aumentar de três a cinco vezes em comparação com o repouso.

Exercícios estáticos, como levantamento de peso, ginástica ou escalada em rocha, exigem que o corpo use músculos esqueléticos para empurrar ou puxar quantidades pesadas de peso. Embora o coração bombeie mais sangue para os músculos esqueléticos que estão trabalhando durante essas atividades, esses tipos de exercícios dependem da capacidade de um músculo de mover o peso. 

Quem desenvolve o coração de atleta?

O coração de atleta ocorre comumente entre atletas de resistência, que competem regularmente em maratonas ou outros eventos de longa duração. Muitos exercitam várias horas por dia e mais de 12 a 15 horas por semana. Como resultado, as câmaras do coração expandem-se para conter e bombear mais sangue. 

O exercício é bom para o corpo e o coração de atleta resulta de um compromisso ao longo da vida com uma atividade que promove a boa saúde. Mas pode haver alguns problemas decorrentes do coração de atleta.

Os riscos

Em primeiro lugar, atletas com corações marcadamente aumentados podem estar em risco de desenvolver fibrilação atrial, que são ritmos cardíacos anormais que normalmente ocorrem entre adultos mais velhos ou pessoas com pressão alta ou insuficiência cardíaca. Ritmos cardíacos anormais são preocupantes porque podem levar a um acidente vascular cerebral.

A calcificação das artérias coronárias, ou CAC, é outra preocupação entre atletas de elite. A calcificação das artérias coronárias, que ocorre comumente em adultos mais velhos ou aqueles com fatores de risco para doença arterial coronariana, aumenta o risco de ter um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral

Esta é a quantidade de exercício físico que tem de fazer por dia para bem do seu cérebro

Um novo estudo publicado no Journal of Alzheimer’s Disease sugere que a prática de exercício físico pode estar associada a um maior volume cerebral. O estudo teve em consideração exames cerebrais de mais de 10 mil indivíduos e descobriu que mesmo níveis moderados de atividade física, como dar menos de quatro mil passos por dia, podem ter um efeito muito positivo na saúde do cérebro.

O volume cerebral está reolacionado com a saúde do cérebro. Assim, menos volume indica declínio cognitivo e, subsequentemente, pode levar à demência. Um aumento ou manutenção da massa cerebral poderia, portanto, ter “potenciais efeitos neuroprotectores”, explica a equipa de investigadores.

Os resultados do estudo

Os participantes, com uma idade média de 52 anos, foram submetidos a exames de ressonância magnética (MRI) de corpo inteiro para determinar o volume do cérebro em relação aos seus níveis de exercício. Quer caminhassem, corressem ou praticassem desporto, as pessoas que praticavam uma atividade moderada a vigorosa – exercício que aumenta a pulsação e a respiração durante um mínimo de 10 minutos – tinham mais massa cerebral em várias regiões, como o hipocampo, responsável pela memória; a massa cinzenta, que ajuda a processar a informação; e os lobos occipital, frontal e parietal.

Os resultados do estudo apoiam investigações anteriores que mostram que ser fisicamente ativo é bom para o cérebro. O exercício não só reduz o risco de demência, como também ajuda a manter o tamanho do cérebro, o que é crucial à medida que envelhecemos. Os especialistas recomendam que todos os adultos façam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade física vigorosa por semana. No entanto, mesmo níveis moderados de atividade física, como dar alguns milhares de passos por dia, podem ter benefícios para a saúde do cérebro.

Thinking Football Summit: “o maior fórum de discussão e reflexão do futebol profissional”

Entre os dias 7 e 9 de setembro, o Super Bock Arena foi palco da 2.ª edição do Thinking Football Summit (TFS). O pontapé de saída foi dado por Pedro Proença, Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), e Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto, com um discurso que descreveu o evento como sendo “o maior fórum de discussão e reflexão do futebol profissional alguma vez realizado em Portugal”.

A Grande Feira do Futebol Profissional contou com mais de 100 oradores, todos eles  profissionais da indústria, que abordaram temas da atualidade desportiva. A TejoMag marcou presença e assistiu ao debate de questões como gestão, análise de dados, marketing, liderança, saúde, inovação e planeamento estratégico.

Começando por fazer um balanço sobre a edição anterior, Pedro Proença afirmou que o “Thinking Football foi internacionalmente considerado um enorme sucesso”, fator que elevou a fasquia para este ano – “aumentou a nossa responsabilidade e vamos fazer ainda  melhor”. Refletiu, ainda, sobre a influência política, económica, social e cultural do desporto-rei, caracterizando-o como “um fenómeno multidimensional” e apelou a uma mudança no panorama português:

“Percebamos, de uma vez por todas, o enorme esforço que os clubes em Portugal fazem para serem internacionalmente competitivos, num país que tem pouco mais de 10 milhões de habitantes. Façamos todos um esforço para eliminar os obstáculos que aumentam as desigualdades face aos nossos concorrentes internacionais”.

No palco principal do evento, o TFS Stage, a experiência do adepto, relacionada diretamente com as suas emoções, foi tema de destaque. “Lembro-me de ir a estádios  desde criança e a experiência dessa altura para aquilo que temos hoje em dia, a nível de tudo aquilo que acontece antes, durante e depois do espetáculo desportivo, é inacreditável”, começou por referir o Fundador e CEO da agência de comunicação desportiva Empower Sports, Pedro Pinto. Atualmente, explicou, o objetivo dos eventos desportivos – que passa por ser também o propósito dos clubes, das federações e das marcas – “é reter as pessoas o máximo de tempo possível para se divertirem e para consumirem também”.  

“Trata-se do conceito de economia da experiência, desenvolvido por académicos de Harvard, segundo o qual a experiência do adepto é composta pela utilização do estádio, do palco e dos adereços, para criar algo diferente na sua viagem enquanto  espectador”. 

Borja Janariz Sánchez, Diretor Europeu de Vendas na empresa LG, partilhou da mesma opinião e sublinhou a mudança a que estamos a assistir, fruto de uma geração “que está a levar as instalações para uma direção diferente daquilo que conhecíamos”. Nesse sentido, destacou o investimento que alguns estádios estão a tentar fazer, “para trazer e manter os adeptos”, e potenciar, assim, uma relação mais interativa, através da tecnologia. 

Pensando numa indústria que está em rápida evolução, discutiu-se também o futuro do streaming desportivo. “A forma como cresci a ver o futebol morreu” – foi assim que Robbie Lyle, Fundador e CEO da Global Fan Network, deu início ao seu discurso. O jogo, transmitido pelas empresas televisivas que detêm os direitos, é consumido pelo espectador de um modo diferente, afirmou. Isto porque, para além do evento, que é mostrado na televisão, existe muito mais a acontecer,  como a antecipação do jogo e as conversas após o seu término.

“A dinâmica do futebol mudou muito, e a forma tradicional de apenas ver a televisão e obter todo o futebol através dela, mudou também”. 

Quem concordou com esta ideia foi Pierdamiano Tomagra, responsável pelo departamento digital da Serie A, a principal Liga de Futebol Italiana. O sucesso do streaming, neste momento, passa por “colocar o público no centro da experiência digital e criar um conteúdo que vá para além  do jogo”, esclareceu. Deu como exemplo o YouTube e as redes sociais e partilhou com a plateia uma perspetiva para o futuro: “é muito interessante ver que os media se transformam e se tentam adaptar. Acho que, em termos de transmissão em direto, isto  será crucial”.

“Há ferramentas que nos permitem [aos detentores de direitos] criar uma experiência ao vivo fantástica – com estatísticas e eventos relacionados com o jogo –, que tornam os adeptos coprotagonistas daquilo que estão a ver”. 

A verdade é que, durante o Thinking Football Summit, muito se falou de gestão, estratégia e novidade, mas também se deu destaque à liderança, em particular à feminina. Com um painel composto apenas por mulheres, ficou claro, pela voz de Helena Pires, que “o que marca a diferença é a competência, o profissionalismo e a dedicação”. A atual Diretora Executiva da Liga Portugal, associada ao Departamento de Competições, explicou que, outrora, já existiu uma equipa de Direção constituída somente por mulheres e realçou: “acho que a Liga é um caso diferenciador, onde aquilo que é tido em consideração é a capacidade de quem lá está”.

“A Liga tem, efetivamente, vindo a trabalhar no sentido de reconhecer as mulheres e de colocá-las, pela sua capacidade, volto a frisar, em posições de liderança”. 

Foi evidenciado o caso da Presidente do Rio Ave, Alexandrina Cruz, clube no qual trabalha há quase 19 anos. É a primeira mulher a liderar no principal escalão do futebol profissional e voltou a sublinhar que “a competência prevalece ao género”. Sofia Teles, que assume a Direção de Competições e Desporto da Associação de Futebol do Porto, referiu-se às oradoras do painel como “um exemplo para as raparigas mais novas”. Salientou que o panorama do futebol feminino tem ganho “outra dimensão, outra exposição e outra visibilidade”, e que “isso ajuda a abrir portas a muitas meninas que querem praticar a modalidade”. No entanto, embora o balanço seja positivo, reforçou que ainda há muito a fazer.

“Basta olharmos para as estruturas do futebol nacional e percebermos quantas mulheres estão naqueles lugares. Não são a maioria, nem são equivalentes, portanto enquanto não o forem, acho que há um caminho que tem de ser feito, e vai demorar o seu tempo”.

A próxima edição do Thinking Football Summit já tem datas marcadas e o evento estará de regresso entre os dias 12 e 14 de setembro de 2024. Os bilhetes já se encontram disponíveis e podem ser adquiridos a um preço especial, até ao dia 29 deste mês.

António Ramalho Boxing Spirit: “um clube de oportunidades”

Da paixão pelo boxe nasceu, em 2015, a António Ramalho Boxing Spirit, um clube em que o objetivo é, mais do que formar atletas, “formar pessoas”. À conversa com a TejoMag, o fundador António Ramalho, que dá nome a este projeto, conta como é que  transcendeu as cordas do ringue. 

Treinador e desportista, motivado pela vontade de proporcionar mais do que o treino de boxe, transformou o clube numa Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS). “Sentia que podia dar e fazer mais”, explica. 

Da formação ao apoio social 

Ao olhar para o desporto como uma ferramenta de inclusão social, decidiu criar um Centro de Apoio ao Estudo (CAE) para crianças e jovens. Para ensinar que “o desporto e  os estudos se complementam”, é necessário praticar boxe no clube para frequentar o CAE. Alguns dos jovens têm a oportunidade de viajar através do programa de ERASMUS, ao qual a António Ramalho Boxing Spirit se costuma candidatar. 

Os adultos também não ficam de fora, não fosse esta uma instituição inclusiva. Para eles, existe um projeto sénior que abrange desde o boxe até ao desenvolvimento de competências digitais e profissionais. Aqui aprendem, por exemplo, a utilizar a internet, a preparar o seu currículo e têm também ajuda na procura de emprego. “O nosso trabalho é dar oportunidade àqueles que estão mais desprotegidos, sejam eles crianças, jovens ou adultos. São pessoas que, por vezes, não têm um grande núcleo de amigos, não têm quem lhes dê atenção e quem fale com eles. A nossa escola quer inserir na sociedade todas as pessoas que a procuram”. 

“Somos uma pequena escola e um clube de oportunidades”. 

Os valores e a inclusão social

Assente em princípios como o respeito, a honestidade, a coragem, a disciplina, a cooperação, a igualdade e o fair play, a António Ramalho Boxing Spirit garante que “não foge à aplicação dos valores”. O fundador do clube destaca a relevância de se ensinar a  aceitar a derrota e de se transmitir que “com ela também se aprende”. 

“Somos certificados com a Bandeira da Ética pelo Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED), no âmbito da promoção dos valores éticos através da prática desportiva”. 

A instituição dedica-se, ainda, ao combate do bullying, à promoção da autoconfiança e do bem-estar dos seus membros. Nesta “escola”, como gosta de lhe chamar António, são abordados temas como o medo, a segurança e a vulnerabilidade. Ensina-se, sobretudo, “o quão importante é sermos melhores uns para os outros”. 

Desafios e planos para o futuro 

A mudança para uma IPSS não esteve isenta de desafios, especialmente no que diz respeito à obtenção de apoio financeiro. A Câmara Municipal de Oeiras é uma das  parceiras deste projeto. “Acompanhou o seu desenvolvimento, apoia-o e ajuda a que vá para a frente”, explica António.

Também a Auchan patrocina o clube, fornecendo, por exemplo, frutas e leite, que são distribuídos nos lanches das crianças e jovens. A ajuda pode chegar de diversas formas, seja através de donativos, voluntariado ou apadrinhamento de membros da António Ramalho Boxing Spirit. 

Olhando para o futuro, a perspetiva é de consolidação e crescimento. O objetivo é tornar o projeto mais forte e estável, assim como melhorar as instalações e,  consequentemente, aumentar as condições para receber mais pessoas. A inclusão social continua a ser o mote para o progresso do clube. 

“Queremos continuar a incentivar todos a serem melhores pessoas e a respeitar o outro”.

Em Oeiras, há aulas de rugby gratuitas para os mais novos

Em Oeiras, os mais novos podem ter aulas de rugby 100% gratuitas todos os sábados de manhã. A iniciativa, que tem lugar no Centro de Alto Rendimento do Jamor, é do Oeiras Rugby Clube (ORC), que quer incentivar a prática da modalidade. 

Criado em 2021 por um grupo de amigos, o ORC oferece formação tanto em escolas públicas como em colégios privados, sendo necessária apenas uma inscrição. Neste momento, têm atividades fechadas com 9 instituições de ensino e contam com uma estimativa de cerca de 160 alunos inscritos, entre os 3 e os 15 anos. No atual mês de maio, são 6 as escolas que se irão juntar a este número. 

Em conversa com a TejoMag, José Teixeira Duarte, presidente do clube, reflete: “se pensarmos que o custo habitual de uma escola de rugby são 50€ por mês e que nós temos mais de 100 alunos a praticar a modalidade de forma gratuita, então estamos a ter um impacto de mais de 5000€ por mês nas famílias à nossa volta. Não é a melhor forma de combater as dificuldades?”. 

oeirasrugbyclub2023_12 Em Oeiras, há aulas de rugby gratuitas para os mais novos

José Teixeira Duarte descreve a modalidade como sendo “um desporto de ar livre, que é saudável e garantia de diversão para as crianças”. / MARTA ALMEIDA

O feedback, explica, tem sido positivo. “Estamos a chegar a muita gente que nunca tinha praticado, visto ou ouvido falar de rugby”. Num primeiro contacto com uma escola ou colégio, a ideia é de que se trata de um desporto violento. Depois da primeira aula, os alunos ficam fascinados por não haver contacto até aos 14 anos. Ainda assim, “quando alguém cai, choca com o colega, ou se magoa, é incentivado pelo treinador a continuar como se nada se passasse”. 

“Os pais de hoje parece que são ensinados a acreditar que cair, magoar e levantar é mau, então isto é um processo muito interessante. A melhor coisa que posso ouvir é contarem-me que sentem os filhos mais soltos e aventureiros. Significa que estão a perceber que cair é bom”. 

Quando questionado sobre o futuro, mostra-se confiante: “somos um clube de rugby com ambições competitivas, mas muito recente. Temos muito trabalho pela frente para atingir os níveis dos grandes clubes portugueses de rugby, mas lá chegaremos”. 

Sublinha, também, a importância do rugby, “um desporto de ar livre, que é saudável e garantia de diversão para as crianças”. Para além de permitir o progresso das aptidões motoras, como a rapidez, a resistência, a agilidade e a coordenação, “também a concentração sai beneficiada, na medida em que requer muita atenção”, salienta. Possibilita, ainda, o desenvolvimento da coordenação espácio-temporal de uma forma invulgar, dado que os jogadores correm para a frente, mas a bola é passada para trás. 

oeirasrugbyclub2023_8 Em Oeiras, há aulas de rugby gratuitas para os mais novos

“Cada vez mais temos uma população sedentária e obesa, e isto irá traduzir-se em custos significativos, no futuro, para o Sistema Nacional de Saúde” refere o presidente do ORC. / MARTA ALMEIDA

“Os benefícios socioemocionais da modalidade são particularmente importantes. Jogar rugby implica disciplina e o cumprimento rigoroso de normas para evitar as lesões. As crianças aprendem, desde cedo, a responsabilizarem-se pelas suas ações e a compreender as consequências dos seus atos”.

Trata-se de um desporto que favorece a socialização e valores como o companheirismo e a cooperação, “mas se há algo de importante que se aprende é o respeito, dado que o jogo limpo é fundamental”, reforça o presidente do ORC. 

Sobre o fator gratuitidade, confessa: “quando um produto entra num mercado, também entra com os preços mais baixos para atrair consumidores. Aqui é o mesmo, a diferença é que acreditamos que podemos e devemos manter este processo [de aulas gratuitas] como parte integrante do modelo de crescimento do clube”. 

“Oferecemos o nosso tempo, paixão e dedicação à criação de condições para que os pais possam ter os filhos a praticar desporto na escola, sem preocupações financeiras e de tempo”. 

Refletindo sobre o fator saúde, José Teixeira Duarte evidencia “que cada vez mais temos uma população sedentária e obesa, e isto irá traduzir-se em custos significativos, no futuro, para o Sistema Nacional de Saúde”. Educar as crianças para a prática de desporto é reduzir, segundo ele, estes custos e melhorar as suas vidas. Para aderir ao programa de formação basta enviar um email para o clube (ge***@*********by.pt).