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Estas são as palavras que deve ouvir durante o sono para bem do seu coração

Há um novo estudo que chegou à conclusão que há um tipo específico de palavras que podem ter efeitos positivos no sono e… no coração!

Um novo estudo publicado no Journal of Sleep Research destaca o impacto das afirmações relaxantes no sono na saúde cardíaca. Realizado por pesquisadores das universidades de Liège e Suíça, a investigação debruçou-se sobre como o corpo responde a estímulos durante o repouso, analisando a atividade elétrica do coração.

A equipa de investigadores descobriu que as palavras relaxantes durante o sono reduzem os batimentos cardíacos, promovendo um ritmo mais calmo. Por exemplo, mensagens relaxantes diminuíram a frequência cardíaca, enquanto que no caso das palavras neutras estas não tiveram o efeito desejado.

A importância de dormir bem

Os especialistas interpretaram essa redução como indicativo de um sono mais profundo, destacando a ligação entre mente e corpo, mesmo durante o sono. Os resultados desta investigação estudo reforça o que anteriores estudos já tinham abordado. Ou seja, as palavras relaxantes estão intrinsecamente ligadas a uma melhor qualidade e duração do descanso.

Não restam dúvidas sobre a importância de uma boa noite de descanso. A falta de um sono profundo pode ter efeitos prejudiciais na sua saúde física e mental, contribuindo para um risco acrescido de hipertensão, diabetes, obesidade, depressão, ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Se sofre para adormecer então tem mesmo de conhecer este truque

Se sente dificuldades para adormecer devido à agitação da mente, há uma técnica simples que se chama “baralhar cognitivo“. O sono desempenha um papel crucial no descanso do corpo e da mente, e a sua privação pode ter efeitos nefastos para a saúde. Enquanto muitas pessoas necessitam de sete a nove horas de sono por noite, a realidade é que a maioria consegue apenas cerca de seis horas, o que pode resultar em vários problemas cognitivos.

Diversos motivos contribuem para a má qualidade do sono, incluindo doenças, cuidados com um bebé e a sobrecarga mental relacionada com o trabalho, relações, finanças ou outras preocupações.

Que método é este?

Se a dificuldade em relaxar na hora de dormir está relacionada à constante agitação mental, pode experimentar este eficaz método. Essa técnica rápida e simples visa enganar o cérebro, impedindo-o de se fixar em preocupações.

Para aplicar o método, reserve aproximadamente cinco minutos antes de dormir para pensar em coisas aleatórias que sejam fáceis de visualizar mentalmente. Esses pensamentos devem ser desconexos, como batatas, um autocarro ou um violino. Esse exercício visa cansar o cérebro, facilitando assim o afastar de pensamentos que possam interferir no sono, permitindo que adormeça com mais facilidade.

Outros fatores a considerar

Existem outras práticas que podem contribuir para uma melhor qualidade de sono. Recomenda-se estabelecer bons hábitos ao longo do dia, como expor-se à luz logo após acordar. Abrir as cortinas ou acender uma luz se estiver escuro interrompe a produção da hormona do sono, melatonina, tornando-o menos sonolento.

Passar algum tempo ao ar livre durante o dia também é benéfico. Uma caminhada de 10 minutos pode estimular a produção de serotonina, a hormona da felicidade, proporcionando benefícios adicionais para o sono.

O impressionante benefício de fazer uma sesta todos os dias

Um estudo publicado na revista Sleep Health sugere que dormir uma sesta rápida durante o dia pode ajudar a retardar o envelhecimento do cérebro. A investigação, realizada por investigadores da University College London e da Universidade da República no Uruguai, analisou dados de mais de 378 mil pessoas com idades entre os 40 e os 69 anos.

Os investigadores descobriram que as pessoas que dormiam uma sesta com frequência tinham um volume total do cérebro maior do que as pessoas que não dormiam a sesta. A diferença foi equivalente a 2,6 a 6,5 anos de envelhecimento. “As nossas descobertas sugerem que, para algumas pessoas, as sestas curtas durante o dia podem ser uma parte do puzzle que pode ajudar a preservar a saúde do cérebro à medida que envelhecemos“, disse a Victoria Garfield, autora sénior do estudo.

Os benefícios da sesta

Os investigadores acreditam que a sesta pode ajudar a proteger o cérebro do envelhecimento através de vários mecanismos, incluindo:

► Aumentar a produção de proteínas que estimulam o crescimento e a regeneração neuronal;

► Reduzir a inflamação cerebral;

► Melhorar a função mitocondrial, que é essencial para a produção de energia nas células.

No entanto, também sublinham que o estudo foi realizado apenas com pessoas de ascendência europeia branca, pelo que os resultados podem não ser generalizados para outras etnias. Além disso, é importante notar que o estudo apenas encontrou uma associação entre a sesta e o volume do cérebro. Não é possível afirmar que a sesta seja a causa do maior volume cerebral.

Apesar destas limitações, os resultados do estudo são promissores e sugerem que a sesta pode ser uma estratégia útil para proteger a saúde cerebral à medida que envelhecemos.

Especialista do sono revela que segredo para deixar de ressonar está num exercício de língua

O ressonar é causado pela compressão do ar através de uma via aérea estreita ou obstruída. Um estudo publicado no ano passado concluiu que a roncopatia pode intensificar-se no inverno por várias razões, incluindo um aumento da poluição atmosférica ambiente, maior exposição ao fumo passivo e ainda por ser a época onde as infecções virais atinge o seu pico.

Martin Seeley, diretor executivo da empresa britânica de venda de colchões online MattressNextDay, recomenda que as pessoas que ressonam façam um simples exercício de 30 segundos. Este consiste apenas em fechar a boca e mover a língua numa direção 10 vezes, depois noutra direção 10 vezes e depois numa terceira direção para a ronda final. Seeley garante que os resultados serão evidentes após três noites, com uma redução de 59% dos sintomas.

Além deste, recomenda outras medidas para reduzir o ronco, como:

  • Mudar para uma almofada anti-alérgica;
  • Evitar alimentos com produtos lácteos;
  • Dormir com uma bola de ténis debaixo de si para garantir que dorme de lado;
  • Tomar um duche quente antes de dormir;
  • Reduzir o consumo de álcool.

O ressonar é um fenómeno quase universal. Segundo vários estudos já realizados, 45% dos adultos ressonam ocasionalmente, enquanto 25% ressonam habitualmente, sendo que as pessoas com excesso de peso e mais velhas são as que mais ressonam.

O ressonar pode ser um sinal de alerta para a apneia do sono, uma doença em que a respiração pára e começa muitas vezes durante o sono. Cerca de 39 milhões de adultos americanos sofrem de apneia obstrutiva do sono.

5 dicas para superar a ansiedade na hora de ir dormir

A ansiedade é um estado de espírito que pode causar sintomas físicos e psicológicos desagradáveis, como falta de ar, apertos no peito, suores, baixa de tensão e sensação de ‘nó na garganta’. Além disso, afeta profundamente o sono, desencadeando dificuldades em adormecer e também em ter um descanso tranquilo.

Pensamentos inquietantes, palpitações e preocupações perturbam o momento do repouso. Assim, esta condição pode resultar em insónia crónica, um distúrbio em que a mente se recusa a ‘desligar’, o que se traduz em noites de constante agitação e pouca qualidade de sono.

5 truques para uma noite descansada

Tal situação pode criar um ciclo vicioso extremamente prejudicial, já que a falta de sono tende a agravar os sintomas de ansiedade durante o dia. Fique com algumas dicas simples para ter um sono restaurador:

Estabeleça uma rotina. Ir dormir e acordar sempre à mesma hora ajuda o corpo a regular o seu ciclo circadiano, o que pode facilitar o sono. Desta forma, evita passar pela preocupação de adormecer;

Pratique exercício físico regularmente. Ajuda a reduzir o stress e a ansiedade, e também pode promover o sono. No entanto, deve evitar fazê-lo nas horas que antecedem a altura de ir dormir.

Crie um ambiente relaxante. Mantenha o quarto escuro, silencioso e fresco. Evite usar dispositivos eletrónicos (telemóvel, tablet) antes de ir descansar já que a luz azul emitida por estes dispositivos pode dificultar o processo de adormecer. Ao invés disso, experimente ler um livro;

Aprenda técnicas de relaxamento. Técnicas como a meditação, a respiração profunda e o relaxamento muscular progressivo podem ajudar a reduzir a ansiedade e a promover o sono.

Evite estimulantes. Para além de uma alimentação equilibrada, é fundamental que evite o café, o álcool e o tabaco momentos antes de ir dormir.

Acordou sem sono a meio da noite? É isto que deve fazer

Acordar durante a noite e não conseguir adormecer certamente já lhe aconteceu. A verdade é que tal situação pode ter um impacto significativo no bem-estar e na produtividade do dia seguinte. De acordo com os dados de 2020 do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), mais de 17% dos adultos enfrentam este tipo de insónia na maioria ou mesmo todos os dias do mês.

O Dr. Biquan Luo, especialista em sono de São Francisco e CEO da LumosTech – empresa que produz uma máscara de sono inteligente –, destacou várias razões e soluções para esses inconvenientes despertares noturnos. Stress, ansiedade, desconforto físico, perturbações ambientais (como ruído) e distúrbios do sono – como a apneia ou a síndrome das pernas inquietas – são comuns. 

O que (não) fazer?

Assim, quando acorda a meio da noite, a recomendação do especialista é que se mantenha na cama, tentar relaxar e ver se consegue adormecer novamente. Se não funcionar após 10-15 minutos, então deve sair da cama. “Experimente ir para um local calmo e confortável em casa, como o sofá, e praticar uma atividade tranquila e pouco estimulante, como ler um livro ou fazer uma atividade calmante, até voltar a sentir sono – e depois volte para a cama“, explica ao New York Post.

Um dos principais instintos é agarrar-se ao telemóvel assim que acorda. Porém, deve evitar fazê-lo por dois motivos: não ficar ainda mais ansioso e também porque a exposição ao ecrã vai fazer com que fique ainda mais desperto. 

Algumas formas de equilibrar o seu ritmo circadiano – ciclo natural interno que regula o ciclo de sono-vigília – incluem acordar à mesma hora todos os dias, receber luz solar, alterar as horas das refeições, tomar suplementos de melatonina, fazer exercício a diferentes horas do dia e consumir quantidades moderadas de cafeína de manhã, de acordo com a Sleep Foundation.

Nem imagina o número de vezes que os pinguins dormem por dia

Os pinguins-de-barbicha da Antártida têm uma solução insuitada para garantir que conseguem descansar enquanto tomam conta dos futuros dos filhotes: milhares de pequenas sestas durante o dia, revela um estudo recente. Nestas colónias agitadas e ruidosas, a guarda dos ovos e das crias requer vigilância constante.

Estes animais adormecem brevemente, durante cerca de quatro segundos, totalizando aproximadamente 11 horas de sono diárias. Ou seja, dorme aproximadamente 10 mil vezes… por dia! Estas “micro-sestas” permitem que os pais se mantenham alerta. Apesar de não enfrentarem muitos predadores naturais durante a reprodução, os pinguins enfrentam riscos, como ataques de grandes aves e possíveis roubos de ninhos.

Estes pinguins parecem condutores sonolentos, piscando os olhos para abrir e fechar, e fazem-no 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante várias semanas de cada vez“, afirma Niels Rattenborg, investigador do sono no Instituto Max Planck para a Inteligência Biológica, na Alemanha, e coautor do estudo. 

Pinguins não são os únicos com padrões de sono invulgares

Assim, um grupo de cientistas monitorizaram o sono destas aves pela primeira vez na Antártida. Para tal, usaram sensores para medir as ondas cerebrais de 14 adultos. As conclusões mostram que há uma adaptação do sono em outros animais, como as fragatas que dormem enquanto voam e os elefantes-marinhos do norte, que tiram breves sestas durante mergulhos profundos. As ‘micro-sestas’ dos pinguins-de-barbicha parece representar um novo extremo nesse panorama, segundo os investigadores.

O microssono é “uma adaptação espantosa” para permitir uma vigilância quase constante, explica Daniel Paranhos Zitterbart, que estuda os pinguins no Woods Hole Oceanographic Institution, em Massachusetts, e que não esteve envolvido no estudo. 

Estes 7 alimentos vão ajudá-lo a dormir melhor

A banana oferece diversos benefícios, desde contribuir para um aumento de energia até a redução do inchaço. No entanto, esta fruta tem outro segredo muito bem guardado! Pode ser a chave para uma melhor noite de sono. De acordo com a Sleep Charity, comer uma banana antes de ir dormir pode traduzir-se num sono de melhor qualidade.

A fundação destaca que este alimento pode ajudar a adormecer mais rapidamente devido aos altos teores de magnésio e potássio, conhecidos  por relaxar os músculos. Além disso, o triptofano pode também acalmar o cérebro, facilitando assim o processo de indução do sono. As bananas, além de promoverem uma boa noite de descanso, oferecem uma rica variedade de nutrientes que contribuem para a saúde cardiovascular e digestiva.

Outros alimentos a ter em conta

A Sleep Charity também menciona outros frutos ricos em melatonina, a hormona do sono, como uvas, cerejas ácidas e morangos. Além das frutas, a investigação destaca ainda que alimentos como as amêndoas, peixe cereais integrais são igualmente alimentos que podem ajudar a ter uma boa noite de sono. Os especialistas também recomendam escolhas alimentares leves e evitar refeições picantes, chocolate e alimentos ricos em carboidratos antes de dormir.

Para além da dieta, a fundação sugere que reduzir o tempo à frente dos ecrãs (telemóveis, computadores), fazer exercício físico e ler ou meditar, são medidas que podem ajudar a ter um sono mais profundo.

Esta é a pior posição para dormir (e é uma das mais comuns)

A qualidade do sono é crucial para a saúde e o bem-estar geral. Para tal, a posição em que dorme desempenha um papel fundamental para que tenha uma boa noite de descanso. Uma das melhores posições para dormir é de costas.

Isto porque assim consegue distribuir uniformemente o peso do corpo, reduzindo a pressão nos ombros, pescoço e coluna. Tal pode minimizar dores nas costas e, numa ótica de estética, ajudar a prevenir rugas faciais, já que o rosto não está a ser ‘empurrado’ contra a almofada.

Por outro lado, dormir de bruços é mesmo a pior posição. Apesar de a maioria considerar que é bastante confortável, sendo a segunda opção mais usada na hora de dormir (cerca de um em cada cinco), na verdade está a colocar uma enorme pressão na coluna vertebral, o que vai resultar em dores nas costas. Além disso, também o pescoço vai sofrer as consequências, sendo que os torcicolos são as manifestações mais comuns (e dolorosas!).

E dormir de lado?

Dormir de lado é outra posição popular e considerada saudável, especialmente do lado esquerdo, pois pode melhorar a digestão. No entanto, é importante manter a coluna alinhada para evitar dores no pescoço e nas costas e colocar uma almofada entre as pernas de forma a reduzir a pressão que uma perna exerce sobre a outra.

Encontrar a posição ideal para dormir é bastante pessoal, já que cada indivíduo tem necessidades e preferências diferentes. Experimentar diferentes posições e ajustar a postura pode ajudar a melhorar a qualidade do sono.

Este é o número de horas que pode estar sem dormir

Em 1963, Randy Gardner, um jovem de 17 anos, permaneceu acordado durante 11 dias e 25 minutos por ‘culpa’ de um projeto escolar, estabelecendo assim um novo recorde mundial. Embora outras pessoas tenham tentado superar esse feito desde então, ninguém conseguiu. Num dado momento, o Guinness World Records deixou de aceitar novas candidaturas relacionadas à privação de sono devido aos perigos associados.

Mas quais são esses perigos? O que acontece com as pessoas que enfrentam uma privação de sono prolongada? A falta de sono pode aumentar o risco de diversos problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas, obesidade e depressão, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças. Em geral, os seres humanos necessitam de seis a oito horas de sono consistente a cada 24 horas. No entanto, muitas pessoas, especialmente estudantes, ocasionalmente passam a noite em branco.

Doença rara do sono mata em 18 meses

Nesta fase de privação de sono, pode ser difícil distinguir entre o sono e a vigília, alerta o Dr. Oren Cohen, especialista em medicina do sono no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque. Quando alguém fica acordado durante 24 horas, a atividade cerebral já indica sinais de estar na fronteira entre o sono e a vigília, mesmo que pareça acordado, uma condição chamada de “intrusão do sono” ou “micro-sono.”

Pessoas que passam muitas horas acordadas podem parecer acordadas, mas o cérebro entra involuntariamente em períodos anormais de sono, que podem incluir breves lapsos de atenção ou alucinações. A privação de sono prolongada é difícil de estudar, pois é considerada eticamente inaceitável em seres humanos e já foi usada como forma de tortura psicológica.

No entanto, existem dados sobre pessoas com uma doença rara hereditária chamada insónia familiar fatal (FFI). Estes doentes têm uma mutação genética que causa a acumulação de uma proteína anormal no cérebro e que deteriora a qualidade do sono. Como tal, os corpos começam a deteriorar-se e acabam mesmo por morrer à medida que a proteína anormal danifica as células cerebrais. Essa doença mata a maioria dos afetados no prazo médio de 18 meses.

O que dizem os estudos?

Um estudo com ratos, em 1989, chegou à conclusão que só podiam ficar sem dormir entre 11 e 32 dias. Mais do que isso foi fatal.Um estudo de 2000 concluiu que ficar acordado por 24 horas tinha efeitos semelhantes ao de um teor de álcool no sangue de 0,1%. Os efeitos da privação de sono por 24 horas incluíam redução do tempo de reação, fala arrastada, dificuldades na tomada de decisões, diminuição da memória e atenção, irritabilidade, problemas de visão, audição, coordenação mão-olho e tremores.

Em 2019, um estudo com humanos publicado na Nature and Science of Sleep, descobriu que o estado de alerta e a vigilância dos participantes eram relativamente normais até 16 horas após a privação de sono. Porém, após isso, as falhas de concentração aumentaram significativamente.