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Sora, a irmã do ChatGPT que cria vídeos a partir de texto

Embora ainda indisponível para uso, a empresa responsável pelo já tão famoso ChatGPT, a OpenAI afirma que a futura ferramenta de Inteligência Artificial generativa será capaz de criar vídeos de alta qualidade com base em instruções escritas.

Na quinta-feira, a empresa tecnológica, que tem sede em São Francisco, revelou a próxima grande novidade! Trata-se de uma IA generativa com uma ferramenta que produz instantaneamente pequenos vídeos em resposta a ordens escritos. Embora não seja a primeira do seu tipo, a qualidade dos vídeos gerados pela OpenAI surpreendeu, gerando preocupações éticas e sociais com os chamados deep fakes

A impressionante capacidade da Sora

Por exemplo, uma ideia sugerida no antigo Twitter envolveu uma sessão culinária de gnocchi caseiro, que o diretor executivo Sam Altman transformou rapidamente num vídeo hiper realista. A ferramenta, denominada Sora, ainda não está disponível. Além disso, a empresa não divulgou muitos detalhes sobre o processo de construção ou as fontes de imagem e vídeo utilizadas para treinar o Sora.

 

 

Gemini, a Inteligência Artificial da Google que quer destronar o ChatGPT

A chegada do Gemini, um conjunto de Modelos de Linguagem de Grande Dimensão (LLM) inspirados no AlphaGo, é a resposta da Google ao ChatGPT, um chatbot de Inteligência Artificial. Lançado em dezembro, trata-se de um modelo “multimodal”, capaz de analisar texto, imagens, vídeo e áudio. Vai ser implementado em diversos produtos da Google, abrangendo inclusive o motor de busca, e será introduzido em 170 países como uma atualização para o Bard.

Assim, num mercado que se estima que irá valer mais de 1 trilião de euros até 2032, a gigante da tecnologia não quis ficar para trás e colocou mãos à obra. Para 2024 está previsto o lançamento da versão avançada. Por agora, os utilizadores já podem testar a versão experimental.

Gemini já superou o ChatGPT

O modelo vem em três variantes: Ultra, Pro e Nano, este último pensado para dispositivos móveis, como smartphones ou tablets. O objetivo da Google passa por integrar gradualmente o Gemini nos seus produtos durante os próximos meses. 

Durante uma conversa com jornalistas, os representantes da Google revelaram que o Gemini Ultra alcançou um marco histórico. Isto porque no MMLU (Massive Multitask Linguistic Understanding), atingiu uma impressionante pontuação de 90,0%, ultrapassando os 86,4% do GPT-4.

A Google destaca que o Gemini superou o chatbot da OpenAI em “raciocínio sofisticado”, enfatizando a capacidade de processar informações complexas em diferentes formatos. Os testes mostraram a sua habilidade para analisar e extrair dados de artigos de investigação, distinguindo entre informações relevantes e irrelevantes. Além disso, foi capaz de criar gráficos com estas mesmas informações.

 

 

Já é possível criar o seu próprio ChatGPT e nem sequer precisa de saber programar

O ChatGPT é uma Inteligência Artificial de linguagem natural criada pela OpenAI. Baseado no modelo GPT (Transformador Generativo Pré-treinado), utiliza milhões de dados para entender e escrever textos, simulando conversas humanas. A sua capacidade de compreensão contextual, respostas coerentes e flexibilidade para interagir com os internautas torna-o extremamente útil em diversos campos.

Se o seu advento, há sensivelmente um ano, foi um verdadeiro marco histórico, há uma novidade que promete não deixar ninguém indiferente. A notícia foi dada a conhecer nos últimos dias aquando do DevDay, a primeira conferência de desenvolvedores da OpenAI.

Saiba como criar o seu ChatGPT

É que os utilizadores já podem criar as suas próprias versões personalizadas desse modelo de linguagem. Além disso, não é preciso ter quaisquer conhecimentos de programação para o treinar, já que este treino acontece via interação. Ou seja, o utilizador só terá de especificar o que quer que o bot faça. 

Nos bastidores, o ChatGPT vai dedicar-se a escrever o código necessário para criar e executar as suas ‘ordens’. Assim, os bots podem ligar-se a outros sites e serviços para fazer coisas como aceder a bases de dados, pesquisar e-mails e automatizar encomendas de comércio eletrónico, adianta a OpenAI.

Inteligência Artificial já consegue identificar diabetes com um áudio de 10 segundos

A Inteligência Artificial (IA) veio para ficar! E, se para uns é um ‘bicho papão’, para outros é uma ferramenta extremamente valiosa. É precisamente isso que uma recente investigação veio provar ao demonstrar que já é possível identificar a diabetes tipo 2 simplesmente ao ouvir um paciente falar por durante um período de seis a dez segundos.

Nesse sentido, o estudo demonstrou uma precisão de 89% no diagnóstico para mulheres e 86% para homens, conforme explicado em comunicado pelos responsáveis. “A nossa investigação destaca variações vocais significativas entre indivíduos com e sem diabetes tipo 2 e pode transformar a forma como a comunidade médica faz o rastreio da diabetes“, começa por explicar a principal autora do estudo, Jaycee Kaufman.

Os métodos atuais de deteção podem exigir muito tempo, deslocações e custos. A tecnologia de voz tem o potencial de eliminar totalmente essas barreiras“, acrescenta Kaufman.

Um telemóvel foi tudo o que os participantes precisaram

No estudo, foi pedido aos 267 participantes – diabéticos e não diabéticos – gravassem vocalmente frases nos respetivos telemóveis seis vezes por dia ao longo de duas semanas. Assim, foram analisadas mais de 18 mil áudios que foram avaliados de acordo com múltiplas características acústicas distintas. Além disso, os voluntários indicaram dados básicos de saúde, como idade, altura e peso.

Assim, as tecnologias de processamento de sinais foram capazes de identificar certas nuances tonais indetetáveis ao ouvido humano. Estes sons ofereceram pistas decisivas para o diagnóstico posterior. A etapa seguinte envolve replicar o estudo e expandir a análise vocal para identificar pré-diabetes, hipertensão e outras condições.