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Metro de Lisboa: onde estão os milhões?

O Metro de Lisboa executou apenas 565 mil euros dos 66,2 milhões de euros investidos pelo o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Significa isto que menos de 1% do valor previsto do financiamento para 2023 foi concretizado. A empresa, citada pelo Jornal de Negócios, justifica-se com atrasos em concursos e expropriações.

Os principais projetos registaram uma taxa de execução de 99% abaixo do previsto. Desta forma, coloca em causa a expansão da Linha Vermelha e a construção da Linha Violeta que irá ligar Loures e Odivelas. O relatório de 2023 do Metro de Lisboa revela que houve um desvio de cerca 54 milhões de euros do orçamento para o projeto de expansão da linha Vermelha entre as estações de São Sebastião e Alcântara.

Problemas continuam

Além disso, alguns dos problemas mais reportados pelos utilizadores continuam sem solução: elevadores e escadas rolantes avariados. Feitas as contas, 22 dos 121 elevadores (18%) e 39 dos 244 escadas e tapetes rolantes (16%) estão inoperacionais, revela o Lisboa para Pessoas.

No caso da criação de um metro entre Loures e Odivelas estão parados 527 milhões (390 milhões oriundos do PRR). Assim sendo, há obras por iniciar devido a atrasos no processo de contratação pública. A baixa concretização destes investimentos pode colocar em causa o cumprimento dos objetivos de desenvolvimento económico e social associados ao PRR, alerta o conselho fiscal da empresa.

 

Autor: Miguel Penhalta

Metro de Lisboa terá novas carruagens a circular em 2025

Já estão nas oficinas da Pontinha as primeiras novas carruagens compradas pelo Metro de Lisboa ao Agrupamento Stadler Rail Valencia/Siemens Mobility Unipessoal, no âmbito do plano de expansão com as obras da linha circular.

Tal como as atuais, as 14 unidades triplas também são azuis, cinzentas e vermelhas, mas com a diferença do avanço tecnológico de que dispõe. Estão equipadas com telemetria e, no futuro, terão capacidade de condução autónoma. São mais espaçosas, com mais lugares sentados e em pé e, por isso, estão prontas a dar mais condições de segurança para os utentes.

“As novas 42 carruagens representam um investimento de 72,7 milhões de euros. A aquisição destas novas carruagens constitui um avanço significativo no âmbito da inovação e modernização do Metropolitano de Lisboa, com o consequente aumento da qualidade do serviço e da oferta, bem como na melhoria da sua experiência de viagem”, explica o Metro de Lisboa, em comunicado.

O Ministro das Infraestruturas garante que, a partir de janeiro, os utentes do metro podem contar com melhor material circulante. “Há 22 anos que não existiam comboios novos no Metro, são completamente diferentes das antigas”, destacou Miguel Pinto Luz.

Mais carruagens para o Metro a caminho 

Além da aquisição das novas unidades, o Metro de Lisboa lançou no final de 2023 um outro concurso público internacional para a compra de mais 24 novas unidades triplas (72 carruagens) para reforço da frota. O investimento conta ainda com a opção de aquisição de mais 12 unidades triplas (36 carruagens). O custo base é de 138 milhões de euros.

A empresa justifica o reforço com a necessidade de substituir o atual material circulante que já se encontra em fim de vida. Muitas das carruagens a circular foram adquiridas no final dos anos 90 e outras mais cedo ainda.

O Metro de Lisboa diz que a aquisição das carruagens visa uma melhor oferta, no âmbito do plano de expansão da rede (com mais duas estações e a linha circular) e com a estratégia de promoção da mobilidade sustentável. Além disso, o Governo assegura que está em vista o objetivo de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

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Almada: Metro Sul do Tejo vai chegar à Costa da Caparica

Está assinado o protocolo que dá luz verde à elaboração do projeto de expansão do Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica. Assinaram o acordo a autarquia, o Metro de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML). Na cerimónia estiveram presentes o Ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, e a autarca de Almada, Inês de Medeiros.

“O novo traçado representa um avanço significativo na melhoria do transporte público, oferecendo uma alternativa rápida, eficiente e ecológica aos habitantes e visitantes das zonas costeiras e balneares”, explica a autarquia em comunicado.

Assim, com mais 6,6 quilómetros, a rede de metro permitirá uma ligação direta às zonas balneares. As zonas de Santo António e São João também serão servidas. Do mesmo modo, o acesso aos transportes fluviais fica facilitado. Portanto, servirá como forma de reduzir a dependência do transporte individual. 

A atual rede é composta pelas ligações entre Cacilhas e Corroios, Pragal e Corroios e ainda entre Cacilhas e o Campus da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.  Em síntese, a ideia é prolongar a rede até Trafaria e Costa da Caparica. 

Almada e Lisboa num trabalho conjunto

Além de definir os termos de cooperação, fica indicado de que forma será feito o estudo, o planeamento e a concretização do projeto. Cada uma das três entidades envolvidas terá responsabilidades diferenciadas.

O Metro de Lisboa fica responsável pela gestão do projeto, incluindo a elaboração do relatório de diagnóstico, bem como a avaliação da viabilidade técnico-económica do traçado e a realização de serviços de cartografia e topografia.

Por sua vez, a Câmara de Almada vai estabelecer as condições de inserção urbana do novo traçado. A TML ficará encarregue dos estudos sobre tráfego e procura, bem como da harmonização dos diferentes transportes na região.

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Expansão lá para 2029… se tudo correr bem.

Na prática, o protocolo assinado é apenas uma fase embrionária do projeto. Ainda assim, é uma das mais importantes. Afinal, tanto o Governo como a autarquia querem garantir que o projeto não cai por terra no futuro, com uma eventual mudança de mãos tanto a nível local como nacional.

O Governo estima que as obras de expansão do metro possam arrancar entre cinco e sete anos. “Eu diria que dentro de cinco, seis, sete anos podemos estar a pensar em obras no terreno e material circulante adquirido”, afirmou Miguel Pinto Luz à Agência Lusa, citada pelo Público.

“Hoje é um dia particularmente emocionante para Almada e para a Costa de Caparica e Trafaria. Esta cerimónia é um passo fundamental para concretizar uma das antigas ambições do concelho”, de acordo com Inês de Medeiros. A Câmara de Almada espera que os estudos fiquem concluídos dentro de três anos.

Imagem: Metro Transportes do Sul

Viagens grátis? É burla, diz Metro de Lisboa

É o próprio Metropolitano de Lisboa que está a denunciar o caso. Através da rede social X – antigo Twitter – a empresa está a dar conta de um esquema de burla a circular no Facebook. Nessa página, é utilizado o nome e o logotipo do Metro.

Segundo a publicação, os 12 meses de viagens grátis podem ser obtidos através do pagamento de dois euros. Mostra também fotografias de passes “Viva” com a inscrição em português do Brasil: “Cartão de Viagens grátis no Metrô por 12 meses”. Existem outras publicações semelhantes na mesma página que contam já com dezenas de comentários.

 

O que diz o Metropolitano de Lisboa

“Tenha cuidado com esta burla. Se vir alguma destas imagens nas suas redes sociais, não clique. São falsas. Para colmatar este problema, denuncie a página e apresente queixa na PSP”, escreve o Metro no “X”.

Horário do Metro de Lisboa não deve ser prolongado na passagem de ano

O Metropolitano de Lisboa não deverá prolongar o horário de funcionamento na noite de passagem de ano. Os sindicatos representantes dos trabalhadores garantem que não estão reunidas as condições necessárias para que “participem no prolongamento da atividade do Metropolitano de Lisboa”, na noite de 31 de dezembro para 1 de janeiro de 2024.

Em causa estão os trabalhos realizados além do horário habitual de funcionamento – das 6h30 à 1h00 – como habitualmente acontece todos os anos. Por norma, nessa noite os comboios circulam com maior frequência e até mais tarde.

A justificação

A explicação está na crise política desencadeada pela demissão do Governo. Como consequência, a administração do Metropolitano de Lisboa informou os sindicatos da suspensão de todas as negociações por falta de orientações do executivo, que a partir desta semana (e até março) passa a trabalhar em regime de gestão.

Nesse cenário, o Governo perde o poder de decisão nas negociações com todos os sindicatos a nível nacional. No caso dos trabalhadores do Metro, um dos processos negociais mais importantes em cima era a regulamentação de carreiras na empresa.