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É por isto que não deve adormecer com a televisão ligada

Muitas pessoas adormecem com a televisão ligada, mesmo que não tenham essa intenção inicial. As luzes – por mais irónico que pareça – e o som constante podem facilmente induzir o sono em uma pessoa cansada. No entanto, ao acordar no dia seguinte com a televisão ainda ligada, surge o arrependimento.

Deixar a televisão ligada durante o sono geralmente não é aconselhável por várias razões. Os aspectos negativos incluem um potencial aumento na fatura de energia, uma diminuição na vida útil do aparelho e, acima de tudo, uma possível interferência na qualidade e na saúde do sono.

Os estudos

Os mais recentes estudos indicam que a exposição à luz dos ecrãs digitais pode ter um impacto negativo na qualidade do seu sono e, consequentemente, na sua saúde. Por exemplo, a Fundação do Sono alerta que a luz azul artificial pode interferir com o seu ritmo circadiano, o que pode levar a dificuldades em adormecer quando se utiliza o smartphone na cama. O mesmo se aplica aos ecrãs de televisão, embora a intensidade da luz azul possa variar.

Um estudo realizado em 2013 por investigadores canadianos, liderados pelo Instituto de Pesquisa Samuel Lunenfeld, sugere que os ecrãs de televisão também podem reduzir a produção de melatonina. Esta hormona desempenha um papel fundamental na regulação do ciclo sono-vigília, indicando ao cérebro quando é hora de dormir. Assim, deixar a televisão ligada antes de dormir pode dificultar tanto o início como a manutenção do sono.

Televisão ligada: sim ou não?

No entanto, a questão não é tão simples quanto parece. Alguns argumentam que dormem melhor com a televisão ligada, e o conforto do ruído branco pode ser parte desse equilíbrio. Contudo, para a maioria das pessoas, os contras superam os prós.

Portanto, é recomendável avaliar os efeitos dessa prática antes de decidir mantê-la. Uma opção é definir um temporizador para que a televisão se desligue automaticamente a uma determinada hora. Além disso, é importante considerar os impactos financeiros, o desgaste do aparelho e possíveis interferências na qualidade do sono antes de manter esse hábito.

Das insónias às sestas, o que revelam os padrões de sono

Uma investigação recente evidencia os efeitos prejudiciais da falta de sono na saúde física e mental. Para tal, identificou quatro padrões distintos e os seus impactos a longo prazo. O estudo, publicado na revista Psychosomatic Medicine pela Universidade Estadual da Pensilvânia, analisou dados de 3.700 participantes ao longo de uma década, relacionando os seus hábitos com condições de saúde crónicas.

Foram identificados quatro padrões de sono: sono regular, de fim de semana, insónia e sestas diurnas. De forma alarmante, mais da metade dos participantes apresentava padrões abaixo do ideal, sendo os mais comuns a insónia e as sestas diurnas.

Dicas para um sono de maior qualidade

A investigação revelou que aqueles que sofriam de insónia enfrentavam um risco significativamente maior de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes depressão. Da mesma forma, aqueles que faziam sestas diurnas tinham uma maior probabilidade de desenvolver cancro.

A análise também destacou correlações entre padrões de sono e condições socioeconómicas, com menos escolaridade e desemprego associados à insónia, enquanto adultos mais velhos e reformados tendiam a fazer sestas diurnas.

Os investigadores destacaram a dificuldade em modificar esses padrões ao longo do tempo e enfatizaram a importância da educação sobre hábitos saudáveis de sono, sugerindo medidas como evitar dispositivos eletrónicos na cama, praticar exercício regularmente e limitar a ingestão de cafeína à tarde.

Estas são as palavras que deve ouvir durante o sono para bem do seu coração

Há um novo estudo que chegou à conclusão que há um tipo específico de palavras que podem ter efeitos positivos no sono e… no coração!

Um novo estudo publicado no Journal of Sleep Research destaca o impacto das afirmações relaxantes no sono na saúde cardíaca. Realizado por pesquisadores das universidades de Liège e Suíça, a investigação debruçou-se sobre como o corpo responde a estímulos durante o repouso, analisando a atividade elétrica do coração.

A equipa de investigadores descobriu que as palavras relaxantes durante o sono reduzem os batimentos cardíacos, promovendo um ritmo mais calmo. Por exemplo, mensagens relaxantes diminuíram a frequência cardíaca, enquanto que no caso das palavras neutras estas não tiveram o efeito desejado.

A importância de dormir bem

Os especialistas interpretaram essa redução como indicativo de um sono mais profundo, destacando a ligação entre mente e corpo, mesmo durante o sono. Os resultados desta investigação estudo reforça o que anteriores estudos já tinham abordado. Ou seja, as palavras relaxantes estão intrinsecamente ligadas a uma melhor qualidade e duração do descanso.

Não restam dúvidas sobre a importância de uma boa noite de descanso. A falta de um sono profundo pode ter efeitos prejudiciais na sua saúde física e mental, contribuindo para um risco acrescido de hipertensão, diabetes, obesidade, depressão, ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

É isto que os especialistas do sono nunca fazem de manhã

É amplamente conhecido que a qualidade do sono está diretamente relacionada às atividades matinais, conforme confirmado por especialistas em sono. O ritmo circadiano, o nosso relógio biológico interno, regula os períodos de vigília e sono ao longo de um ciclo de aproximadamente 24 horas, influenciado pela exposição à luz.

Evitar comportamentos prejudiciais, como permanecer na cama após o alarme tocar, é uma prática comum entre os especialistas, sublinhaChester Wu, psiquiatra com dupla certificação e especialista em medicina do sono. Ao invés disso, optam por se levantar imediatamente, mantendo a associação do cérebro de que o quarto é exclusivamente para descanso.

O que fazer ao acordar

Expor-se à luz natural logo pela manhã é outra estratégia crucial. Isso ajuda a regular o ritmo circadiano e melhora a qualidade do sono. Da mesma forma, a prática de atividade física, mesmo que leve, logo cedo, sinaliza ao cérebro que o dia começou, proporcionando benefícios para a saúde mental e física.

Manter uma rotina de sono consistente, inclusive nos fins de semana, é enfatizado pelos especialistas para evitar distúrbios do sono. Dormir até tarde pode perturbar os ritmos circadianos e causar sintomas como irritabilidade e fadiga. Assim, ao seguir essas práticas simples, é possível promover uma boa noite de sono e melhorar a qualidade de vida.

Se sofre para adormecer então tem mesmo de conhecer este truque

Se sente dificuldades para adormecer devido à agitação da mente, há uma técnica simples que se chama “baralhar cognitivo“. O sono desempenha um papel crucial no descanso do corpo e da mente, e a sua privação pode ter efeitos nefastos para a saúde. Enquanto muitas pessoas necessitam de sete a nove horas de sono por noite, a realidade é que a maioria consegue apenas cerca de seis horas, o que pode resultar em vários problemas cognitivos.

Diversos motivos contribuem para a má qualidade do sono, incluindo doenças, cuidados com um bebé e a sobrecarga mental relacionada com o trabalho, relações, finanças ou outras preocupações.

Que método é este?

Se a dificuldade em relaxar na hora de dormir está relacionada à constante agitação mental, pode experimentar este eficaz método. Essa técnica rápida e simples visa enganar o cérebro, impedindo-o de se fixar em preocupações.

Para aplicar o método, reserve aproximadamente cinco minutos antes de dormir para pensar em coisas aleatórias que sejam fáceis de visualizar mentalmente. Esses pensamentos devem ser desconexos, como batatas, um autocarro ou um violino. Esse exercício visa cansar o cérebro, facilitando assim o afastar de pensamentos que possam interferir no sono, permitindo que adormeça com mais facilidade.

Outros fatores a considerar

Existem outras práticas que podem contribuir para uma melhor qualidade de sono. Recomenda-se estabelecer bons hábitos ao longo do dia, como expor-se à luz logo após acordar. Abrir as cortinas ou acender uma luz se estiver escuro interrompe a produção da hormona do sono, melatonina, tornando-o menos sonolento.

Passar algum tempo ao ar livre durante o dia também é benéfico. Uma caminhada de 10 minutos pode estimular a produção de serotonina, a hormona da felicidade, proporcionando benefícios adicionais para o sono.

É por isto que pode (e deve!) dormir mais ao fim de semana

Um grupo de investigadores da Universidade de Medicina de Nanjing, na China, analisaram dados do Inquérito Nacional de Exame de Saúde e Nutrição (NHANES), que compilou informações de 3.400 adultos norte-americanos com 20 anos ou mais entre 2017 e 2018. Assim, foram recolhidas informações sobre quanto tempo os participantes dormiam nos dias de semana e nos fins-de-semana, bem como se tinham doenças cardíacas, tensão arterial elevada e/ou diabetes.

Os resultados do estudo, publicado na revista Sleep Health, mostraram que as pessoas que dormiam pelo menos mais uma hora ao fim de semana do que durante a semana apresentavam taxas mais baixas de doenças cardiovasculares – em particular, AVC, doença coronária e angina. A redução do risco foi mais significativa entre as pessoas que dormiam menos de seis horas durante a semana e que dormiam pelo menos duas horas extra aos fins-de-semana.

Deve mesmo compensar uma “dívida de sono”

O Dr. Marc Siegel, professor clínico de medicina no NYU Langone Medical Center, destaca que “dormir menos de seis horas por noite aumenta o risco de libertação de hormonas do stress e de aumento de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais”.

Além disso, salienta que este estudo permitiu chegar à conclusão de que é efetivamente possível “compensar uma dívida de sono“. Ou seja, caso durante a semana tenha dormido menos horas do que o desejável, é possível e até recomendável que compense essa quebra assim que possível.

Os resultados do estudo sugerem que dormir mais no fim de semana pode ser benéfico para a saúde cardiovascular. No entanto, é importante notar que a recuperação do sono não reverte totalmente os efeitos da privação crónica de sono.

5 dicas para superar a ansiedade na hora de ir dormir

A ansiedade é um estado de espírito que pode causar sintomas físicos e psicológicos desagradáveis, como falta de ar, apertos no peito, suores, baixa de tensão e sensação de ‘nó na garganta’. Além disso, afeta profundamente o sono, desencadeando dificuldades em adormecer e também em ter um descanso tranquilo.

Pensamentos inquietantes, palpitações e preocupações perturbam o momento do repouso. Assim, esta condição pode resultar em insónia crónica, um distúrbio em que a mente se recusa a ‘desligar’, o que se traduz em noites de constante agitação e pouca qualidade de sono.

5 truques para uma noite descansada

Tal situação pode criar um ciclo vicioso extremamente prejudicial, já que a falta de sono tende a agravar os sintomas de ansiedade durante o dia. Fique com algumas dicas simples para ter um sono restaurador:

Estabeleça uma rotina. Ir dormir e acordar sempre à mesma hora ajuda o corpo a regular o seu ciclo circadiano, o que pode facilitar o sono. Desta forma, evita passar pela preocupação de adormecer;

Pratique exercício físico regularmente. Ajuda a reduzir o stress e a ansiedade, e também pode promover o sono. No entanto, deve evitar fazê-lo nas horas que antecedem a altura de ir dormir.

Crie um ambiente relaxante. Mantenha o quarto escuro, silencioso e fresco. Evite usar dispositivos eletrónicos (telemóvel, tablet) antes de ir descansar já que a luz azul emitida por estes dispositivos pode dificultar o processo de adormecer. Ao invés disso, experimente ler um livro;

Aprenda técnicas de relaxamento. Técnicas como a meditação, a respiração profunda e o relaxamento muscular progressivo podem ajudar a reduzir a ansiedade e a promover o sono.

Evite estimulantes. Para além de uma alimentação equilibrada, é fundamental que evite o café, o álcool e o tabaco momentos antes de ir dormir.

Acordou sem sono a meio da noite? É isto que deve fazer

Acordar durante a noite e não conseguir adormecer certamente já lhe aconteceu. A verdade é que tal situação pode ter um impacto significativo no bem-estar e na produtividade do dia seguinte. De acordo com os dados de 2020 do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), mais de 17% dos adultos enfrentam este tipo de insónia na maioria ou mesmo todos os dias do mês.

O Dr. Biquan Luo, especialista em sono de São Francisco e CEO da LumosTech – empresa que produz uma máscara de sono inteligente –, destacou várias razões e soluções para esses inconvenientes despertares noturnos. Stress, ansiedade, desconforto físico, perturbações ambientais (como ruído) e distúrbios do sono – como a apneia ou a síndrome das pernas inquietas – são comuns. 

O que (não) fazer?

Assim, quando acorda a meio da noite, a recomendação do especialista é que se mantenha na cama, tentar relaxar e ver se consegue adormecer novamente. Se não funcionar após 10-15 minutos, então deve sair da cama. “Experimente ir para um local calmo e confortável em casa, como o sofá, e praticar uma atividade tranquila e pouco estimulante, como ler um livro ou fazer uma atividade calmante, até voltar a sentir sono – e depois volte para a cama“, explica ao New York Post.

Um dos principais instintos é agarrar-se ao telemóvel assim que acorda. Porém, deve evitar fazê-lo por dois motivos: não ficar ainda mais ansioso e também porque a exposição ao ecrã vai fazer com que fique ainda mais desperto. 

Algumas formas de equilibrar o seu ritmo circadiano – ciclo natural interno que regula o ciclo de sono-vigília – incluem acordar à mesma hora todos os dias, receber luz solar, alterar as horas das refeições, tomar suplementos de melatonina, fazer exercício a diferentes horas do dia e consumir quantidades moderadas de cafeína de manhã, de acordo com a Sleep Foundation.

Nem imagina o número de vezes que os pinguins dormem por dia

Os pinguins-de-barbicha da Antártida têm uma solução insuitada para garantir que conseguem descansar enquanto tomam conta dos futuros dos filhotes: milhares de pequenas sestas durante o dia, revela um estudo recente. Nestas colónias agitadas e ruidosas, a guarda dos ovos e das crias requer vigilância constante.

Estes animais adormecem brevemente, durante cerca de quatro segundos, totalizando aproximadamente 11 horas de sono diárias. Ou seja, dorme aproximadamente 10 mil vezes… por dia! Estas “micro-sestas” permitem que os pais se mantenham alerta. Apesar de não enfrentarem muitos predadores naturais durante a reprodução, os pinguins enfrentam riscos, como ataques de grandes aves e possíveis roubos de ninhos.

Estes pinguins parecem condutores sonolentos, piscando os olhos para abrir e fechar, e fazem-no 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante várias semanas de cada vez“, afirma Niels Rattenborg, investigador do sono no Instituto Max Planck para a Inteligência Biológica, na Alemanha, e coautor do estudo. 

Pinguins não são os únicos com padrões de sono invulgares

Assim, um grupo de cientistas monitorizaram o sono destas aves pela primeira vez na Antártida. Para tal, usaram sensores para medir as ondas cerebrais de 14 adultos. As conclusões mostram que há uma adaptação do sono em outros animais, como as fragatas que dormem enquanto voam e os elefantes-marinhos do norte, que tiram breves sestas durante mergulhos profundos. As ‘micro-sestas’ dos pinguins-de-barbicha parece representar um novo extremo nesse panorama, segundo os investigadores.

O microssono é “uma adaptação espantosa” para permitir uma vigilância quase constante, explica Daniel Paranhos Zitterbart, que estuda os pinguins no Woods Hole Oceanographic Institution, em Massachusetts, e que não esteve envolvido no estudo. 

Estes 7 alimentos vão ajudá-lo a dormir melhor

A banana oferece diversos benefícios, desde contribuir para um aumento de energia até a redução do inchaço. No entanto, esta fruta tem outro segredo muito bem guardado! Pode ser a chave para uma melhor noite de sono. De acordo com a Sleep Charity, comer uma banana antes de ir dormir pode traduzir-se num sono de melhor qualidade.

A fundação destaca que este alimento pode ajudar a adormecer mais rapidamente devido aos altos teores de magnésio e potássio, conhecidos  por relaxar os músculos. Além disso, o triptofano pode também acalmar o cérebro, facilitando assim o processo de indução do sono. As bananas, além de promoverem uma boa noite de descanso, oferecem uma rica variedade de nutrientes que contribuem para a saúde cardiovascular e digestiva.

Outros alimentos a ter em conta

A Sleep Charity também menciona outros frutos ricos em melatonina, a hormona do sono, como uvas, cerejas ácidas e morangos. Além das frutas, a investigação destaca ainda que alimentos como as amêndoas, peixe cereais integrais são igualmente alimentos que podem ajudar a ter uma boa noite de sono. Os especialistas também recomendam escolhas alimentares leves e evitar refeições picantes, chocolate e alimentos ricos em carboidratos antes de dormir.

Para além da dieta, a fundação sugere que reduzir o tempo à frente dos ecrãs (telemóveis, computadores), fazer exercício físico e ler ou meditar, são medidas que podem ajudar a ter um sono mais profundo.