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Descubra a diferença entre champanhe e espumante

Na realidade, nem todo o espumante pode ser chamado de champanhe. O termo “champanhe” é utilizado exclusivamente para os vinhos espumantes produzidos na região homónima de França, Champagne. A legislação de vinhos francesa é conhecida pela sua rigorosa proteção ao nome “Champanhe”.

Para que um vinho possa ostentar esse título, tem de ser produzido nesta região e deve utilizar uma das seguintes três uvas: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. Além disso, é obrigatório passar por uma segunda fermentação na garrafa em que será comercializado. Um excelente exemplo são os champanhes Deutz.

De onde vêm as bolhas?

Para compreender melhor, podemos começar pela fórmula do vinho: açúcar + levedura = álcool + CO2 (dióxido de carbono). O espumante tem uma alta concentração de CO2 dissolvido, que cria as bolhas. A forma como esse CO2 é introduzido ao vinho define as características e existem diversas técnicas para isso. Este processo de fermentação requer um ambiente selado para que o CO2 resultante seja retido.

Champagne é uma verdadeira paixão para os franceses. As suas vinhas são cultivadas como se de jardins se tratassem, criando paisagens únicas. A região de Champagne, localizada a apenas uma hora de Paris, é palco de impressionantes adegas esculpidas nos solos calcários, que são um património histórico oficialmente reconhecido desde 1927.

Descoberto novo sintoma de Alzheimer que surge no início da doença

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta a memória, o pensamento e a capacidade de realização de tarefas diárias. É a forma mais comum de demência e tende a piorar com o tempo, afetando significativamente a qualidade de vida do paciente.

Caracteriza-se pela acumulação anormal de proteínas no cérebro, levando à morte das células nervosas e à perda de funções cognitivas. Atualmente, não há cura para o Alzheimer e os tratamentos disponíveis têm como objetivo controlar os sintomas e desacelerar a progressão da doença. Assim, o diagnóstico precoce desempenha um papel crucial na gestão da doença, permitindo intervenções mais eficazes e melhor qualidade de vida para os pacientes.

De acordo com uma nova investigação conduzida por cientistas da University College London (UCL), os doentes que sofrem de Alzheimer sentem dificuldades ao realizar curvas durante a locomoção. Este estudo fez uso da tecnologia de realidade virtual para investigar os erros de locomoção em pessoas que apresentam os primeiros indícios da doença, com o intuito de desenvolver testes simples para detecção precoce da condição.

Os resultados do estudo

A pesquisa envolveu a divisão dos participantes em três grupos distintos: um grupo de jovens saudáveis (31 indivíduos), outro de idosos saudáveis (36 indivíduos), e um terceiro composto por pacientes com défice cognitivo leve (43 indivíduos). De seguida, os investigadores solicitaram que os participantes realizassem uma tarefa com o auxílio de óculos de realidade virtual, permitindo movimentação real.

O termo “défice cognitivo leve” refere-se à fase intermédia entre o declínio cognitivo esperado relacionado à idade e o declínio mais severo característico da demência. A tarefa consistia em percorrer um percurso delineado por cones numerados, composto por dois segmentos retos ligados por uma curva. Posteriormente, os participantes foram desafiados a regressar ao ponto de partida sem qualquer auxílio.

As condições de realização da tarefa foram alteradas para enfatizar as habilidades de locomoção dos participantes: na primeira condição, o ambiente virtual permaneceu inalterado; na segunda, os detalhes do cenário foram substituídos por uma textura plana; e, por fim, na terceira condição, todos os pontos de referência do mundo virtual foram temporariamente removidos.

Os resultados revelaram que os participantes que tinham Alzheimer em fase inicial superestimaram consistentemente a intensidade das curvas no percurso e demonstraram maior variabilidade na sua capacidade de orientação. Tais dificuldades na navegação não foram observadas nos grupos de jovens e idosos saudáveis, o que sugere que essas dificuldades de navegação são específicas do Alzheimer.

Por que é que ficamos tontos se nos levantarmos muito rápido?

Levantar-se rapidamente do sofá e, por alguns momentos, debater-se para manter o equilíbrio enquanto o ambiente à sua volta subitamente mergulha na escuridão. Certamente já lhe aconteceu! Porém, qual é o motivo para isto acontecer? 

Essa reacção, conhecida como hipotensão postural ou ortostática, ocorre devido a uma rápida mudança na posição do corpo e, por norma, não é motivo de alarme. No entanto, se acontecer com alguma frequência ou durar muito tempo, pode ser um sinal de um problema de saúde crónico, explica um especialista ao Live Science.

As mudanças na visão, tonturas e vertigens que ocorrem segundos após levantar-se são causadas por uma queda súbita e temporária da pressão arterial, alerta Dr. Stephen Juraschek, professor associado de medicina no Beth Israel Deaconess Medical Center da Harvard Medical School.

A culpa é da falta de oxigénio

Assim, nesse momento, o que acontece é que o cérebro não recebe sangue e oxigénio suficientes. Consequentemente, o fornecimento de oxigénio para a retina, que é sensível à luz, também diminui. Como a retina requer bastante oxigénio para funcionar adequadamente, uma simples diminuição pode resultar em problemas de visão.

A regulação da pressão arterial após levantar-se é controlada pelo sistema nervoso autónomo, um conjunto de nervos responsável por regular funções corporais involuntárias, como a frequência cardíaca, respiração e digestão.

“Quando as pessoas se levantam, cerca de 300-800 cc [centímetros cúbicos] de sangue são puxados para as pernas, levando a uma descida temporária da pressão arterial”, sublinha o médico. 

Os receptores de pressão nas artérias que fornecem sangue ao cérebro e na aurícula direita do coração detectam essa queda, desencadeando imediatamente uma resposta ‘em massa’ do corpo que estabiliza a pressão arterial. Isso inclui a contração dos vasos sanguíneos, dos músculos das pernas e do abdómen, bem como o aumento da frequência cardíaca.

Quando é motivo de alarme?

Normalmente, essa queda temporária da pressão arterial não provoca efeitos visíveis. No entanto, em pessoas desidratadas ou engripadas, a queda da pressão arterial pode ser mais dramática e demorar mais tempo para se estabilizar. Além disso, aqueles que tomam medicamentos para baixar a pressão arterial, como os beta-bloqueadores, podem ser mais propensas a experienciar tonturas ao levantarem-se.

Também se pode dar o caso de já lhe ter acontecido logo de manhã ao despertar. Também não é motivo de preocupção já que a pressão arterial geralmente é mais baixa nesse momento. Além disso, o consumo de álcool ou transpiração excessiva também podem contribuir para ter tonturas ao levantar-se.

Porém, se estes episódios esporádicos não são motivo de preocupação, o mesmo não se pode dizer caso sejam persistentes. Esta condição conhecida por hipotensão ortostática crónica, pode interferir nas atividades diárias e aumentar o risco de quedas, desmaios e acidentes de trânsito, sendo também um fator de risco para problemas cardiovasculares e renais, alerta Juraschek. Outro sinal a que deve estar atento é se estes episódios durarem mais de três minutos.

É por isto que o peixe tem um cheiro tão intenso

O odor característico associado ao peixe tem raízes nas complexas reações microbianas e químicas que ocorrem quando as proteínas e gorduras do peixe são expostas ao calor e ao oxigénio

De acordo com Eric Decker, professor do Departamento de Ciência Alimentar da Universidade de Massachusetts Amherst, o peixe fresco deve ter um cheiro suave, semelhante ao aroma salgado do oceano e “a algas marinhas”, acrescenta. No entanto, quando o odor se torna forte e desagradável, tal pode ser indicador de que o animal está a estragar-se.

Onde tudo começa

A deterioração do peixe muitas vezes começa com o crescimento bacteriano. E tudo porque, após ser pescado, pode demorar vários dias até que chegue ao supermercado. Assim, durante esse tempo, as bactérias presentes no peixe começam a consumir um composto orgânico chamado N-óxido de trimetilamina (TMAO), encontrado em muitos peixes, especialmente aqueles de água fria. “É uma espécie de anticongelante”, explicita o especialista ao Live Science.

As bactérias convertem o TMAO em trimetilamina (TMA), a molécula responsável pelo cheiro característico a peixe e amoníaco. Além disso, as enzimas na carne do peixe podem contribuir para o odor já que convertem a lisina, um aminoácido, em cadaverina, uma molécula associada a animais em decomposição.

Também as reações químicas desempenham um papel na emissão deste odor a peixe. A oxidação dos lípidos, ou gordura, é um exemplo disso. Quando as gorduras do peixe – como o ómega 3 – entram em contato com o oxigénio, oxidam e decompõem-se em moléculas voláteis, que depois originam o tal cheiro desagradável.

Como amenizar a intensidade do cheiro?

Para mitigar o desenvolvimento desse odor desagradável, há dois aspetos que devem ser tidos em consideração. Em primeiro lugar, quanto menos tempo passar entre a pesca e o armazenamento, melhor. Sempre que possível, o indicado é congelar o peixe imediatamente após a pesca. 

No caso de espécies de peixe mais gordas, a oxidação lipídica pode ser um desafio, pois a congelação não consegue impedir completamente esse processo. Portanto, optar por peixe embalado a vácuo e congelado, onde a temperatura e o oxigénio são baixos, pode ser a efetivamente a melhor escolha, especialmente para aqueles que vivem longe de fontes de pesca.

Peixes com baixo teor de gordura – como o bacalhau e a solha – são ideais para congelar, pois a deterioração microbiana acontece em primeiro lugar. Já peixes particularmente gordos – como a cavala – não costumam ser congelados, uma vez que a oxidação ocorre “muito rapidamente”, explica Decker.

Mesmo após cozinhar peixe fresco, os odores podem tornar-se mais intensos se os restos não forem consumidos num curto prazo. Assim, é bastante provável que o sabor seja afetado após um ou dois dias no frigorífico uma vez que a tal oxidação nunca cessa.

Alterações climáticas colocaram Humanidade em vias de extinção, diz estudo

Um novo estudo publicado recentemente na revista Science, lança uma intrigante hipótese de que os antepassados do ser humano enfrentaram uma possível extinção930 mil anos, período em que a Terra passava por drásticas mudanças climáticas.

De acordo com os investigadores, durante esse período crítico, a população humana sofreu uma queda dramática, perdendo uns impressionantes 98,7% de seus indivíduos.A teoria parte de um grupo de cientistas da Fundação Nacional de Ciências Naturais da China. 

Estes especialistas estimam que, antes dessa drástica redução, a população humana contava com cerca de 98 mil indivíduos férteis. Porém, este número número sofreu uma impressionante redução para 1.280 indivíduos férteis. E assim permaneceu por um período de 117 mil anos antes de começar a recuperar.

A conclusão foi obtida por meio da análise dos genomas de 3.154 indivíduos pertencentes a 50 populações diferentes de todo o mundo. De acordo com Wangjie Hu, biólogo computacional que liderou o estudo, os resultados mostram-se consistentes com as análises de fósseis desse período.

Estudo pode mudar história da Humanidade

Se esta teoria se confirmar, o estudo pode ter profundas implicações científicas para a história da humanidade. Os especialistas chineses acreditam que esta drástica queda na população pode oferecer explicações plausíveis sobre a divisão dos antepassados humanos em dois grupos distintos: aqueles que deram origem aos Neandertais e aos Homo Sapiens, os seres humanos modernos que conhecemos hoje.

É importante notar, no entanto, que o estudo não reúne consenso. Stephan Schiffels, um geneticista populacional do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, citado pelo New York Times, explica as suas reticências com um exemplo prático.

“É como inferir o tamanho de uma pedra que cai no meio de um grande lago apenas a partir das ondulações que chegam à costa alguns minutos depois”. Brenna Henn, uma geneticista da Universidade da Califórnia, concorda que se trata de “uma interpretação plausível”, mas enfatiza que existem outras teorias que também podem explicar a diversidade genética da espécie humana. 

Medicamentos para a azia associados a maior risco de demência

Um novo estudo, recentemente publicado na revista científica Neurology, destaca uma possível ligação entre o uso prolongado de medicamentos para tratar o refluxo ácido (azia) e um maior risco de demência.

A investigação analisou a relação entre o uso contínuo de inibidores da bomba de protões, como o omeprazol (Prilosec), o esomeprazol (Nexium) e o lansoprazol (Prevacid), e o risco de desenvolvimento de demência. Estes medicamentos são frequentemente prescritos para tratar o refluxo ácido, úlceras gástricas e outras condições digestivas.

Uso prolongado tem efeitos nefastos

A investigadora Kamakshi Lakshminarayan, da Universidade de Minnesota e membro da Academia Americana de Neurologia, liderou o estudo.

“Os inibidores da bomba de protões (IBP) são uma ferramenta útil para ajudar a controlar o refluxo ácido, no entanto, o uso a longo prazo foi associado em estudos anteriores a um maior risco de acidente vascular cerebral, fracturas ósseas e doença renal crónica”, explica.

O estudo envolveu 5.712 participantes, com 45 anos ou mais e média de 75 anos, sem histórico de sintomas de demência. Durante um período de cinco anos e meio, os investigadores concentraram-se em medicamentos sujeitos a prescrição, excluindo versões de venda livre.

As (alarmantes) conclusões do estudo

Durante o período de pesquisa, mais de 25% dos participantes recorreram a medicamentos IBP. Após serem feitos ajustes considerando variáveis como idade, sexo e etnia, constatou-se que aqueles que fizeram uso de IBP por mais de 4,4 anos apresentavam um risco 33% maior de desenvolver demência em comparação com aqueles que não utilizaram tais medicamentos. Dos 497 participantes que relataram o uso prolongado de IBP, um total de 58 (12%) desenvolveram demência.

Lakshminarayan enfatiza que não foram identificados indícios de que o uso esporádico aumente o risco de demência. No entanto, o uso frequente pode ser problemático. Sublinha ainda que os pacientes conversem com seus médicos sobre os possíveis riscos e benefícios antes de realizarem quaisquer modificações em sua rotina de medicamentos.

As alternativas aos inibidores da bomba de protões incluem bloqueadores H2 que atuam de forma diferente na produção de ácido. Contudo, os investigadores alertam sobre a prudência necessária ao mudar de medicamento e destacam as limitações do estudo.

Doença de Lyme: O impacto devastador de uma picada de carrapato

Embora a maioria dos casos de Lyme possa ser curada com um curso de antibióticos orais de 2 a 4 semanas, trata-se de uma doença invisível, muitas vezes diagnosticada de forma errada, o que desencadeia discussões intermináveis entre médicos, enquanto os pacientes aguardam tratamento. Alguns deles ficam presos por meses, ou até mesmo anos, com diversos sintomas, incluindo dor, fadiga, dificuldade de concentração e ataques de pânico.

Como é lidar com a doença de Lyme? A escritora premiada Porochista Khakpour, autora da memória ‘Sick’, compartilha sua jornada como paciente de longo prazo da doença.

DinoParque Lourinhã: um local onde os dinossauros do Jurássico ganham vida novamente

“No DinoParque temos expostas cerca de 200 espécies de dinossauros, cientificamente comprovados, sendo que alguns dos fósseis vêm do Museu da Lourinhã”, refere Tiago Marques, salientando ainda que “temos a preocupação que os nossos visitantes venham a repetir a visita, e isso implica apostar na comunicação, mas também na inovação”.

O diretor de Marketing explica, também, que criaram um trilho alusivo à Idade do Gelo com um mamute exposto com a recriação do pêlo que esta espécie teria, sendo a mais recente de uma série de iniciativas da mesma natureza que vêm implementando a um ritmo quase anual.

“Até agora tivemos cerca de 1 milhão de visitantes, com um investimento essencialmente privado, mas que aposta na dinamização da Lourinhã. Em estreita parceria com o Museu da Lourinhã, empregando recursos humanos locais, tentamos ao máximo que os nossos fornecedores sejam também desta região e os indicadores de dormidas e refeições comprovam o impacto positivo que o DinoParque teve, e continua a ter, na Lourinhã”, finaliza.

Ao longo de toda a conversa, fomos percebendo o que está exposto no DinoParque e, para isso, quem melhor do que o paleontólogo Simão Mateus para nos explicar? “As extinções de espécies existiram e podem ocorrer por diversos motivos, a paleontologia ajuda-nos a compreender as razões e não nos podemos esquecer de que nós podemos ser os próximos fósseis”, assegura, enquanto vemos os restos fossilizados do Miragaia, um mamífero imponente, descoberto na Lourinhã, que ficará eternizado numa moeda de 5€, lançada precisamente no dia 1 de Junho.

Talvez por isso, a missão do DinoParque é, por um lado, sensibilizar para os potenciais efeitos em cadeia das nossas decisões, mas também estudar a fundo as espécies que já existiram na Terra, tendo um laboratório onde qualquer visitante pode observar o estudo paleontológico dos fósseis por parte de uma equipa que já identificou uma nova espécie de dinossauros e vai a caminho de identificar a segunda espécie.

“Trabalhamos com a Universidade de Aveiro e a Universidade NOVA de Lisboa. Tivemos, até agora, 55 estágios curriculares e temos um estudante de mestrado a fazer aqui a sua investigação”, revela Simão. Resta-nos perceber o que tem a Lourinhã de especial para albergar o DinoParque.

“A Lourinhã está na bacia Lusitaniana, epicentro das fossilizações, e é a vila portuguesa com mais paleontólogos. Além disso, tem arribas vivas com marcas dos dinossauros que aqui habitaram no Jurássico Superior, o tempo dos grandes carnívoros”.

É no DinoParque que podemos ver as reproduções em tamanho real daqueles monstros como o T-Rex, o Superssaurus ou o Tricerátops, mas a grande atração, na opinião de Simão, são os ovos de dinossauros com as marcas dos esqueletos dos embriões da altura do Jurássico, descobertas únicas no Mundo. Por todas estas razões e muitas mais pode agendar a sua visita ao DinoParque no dia da criança, em que as visitas guiadas são gratuitas, pode fazer um piquenique e até os seus animais de estimação.

Cancro na Gravidez

Comentários como ” na só acontecem coisas boas” deixaram Sara preocupada, e decidiu procurar os melhores especialistas na área de oncologia na gravidez.

Depois de ouvir várias opiniões acabou por escolher a unidade de cancro da mama da Fundação Champalimaud, por ser um centro especializado neste cancro.

Às 29 semanas começou o tratamento de quimioterapia, quando o filho Tomás fez 3 semanas de vida. Segue-se a radioterapia, e posteriormente a fisioterapia.

Em Setembro de 2019 já estava de volta ao trabalho. Passados 6 anos, desde o início do cancro, agora é acompanhada anualmente.