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Análise ao cabelo de Beethoven revela causa de surdez… surpreendente

O compositor alemão Ludwig van Beethoven morreu em 26 março de 1827 após uma longa doença. Durante meses, sofreu de icterícia, inchaço dos membros e do abdómen, além de dificuldades respiratórias. Após a morte, entre os seus pertences, foi encontrado um testamento escrito 25 anos antes, no qual pedia aos irmãos que revelassem ao público o seu estado de saúde.

Hoje, sabe-se que estava surdo aos 40 anos, uma tragédia que desejava que fosse compreendida tanto pessoalmente quanto medicamente. Beethoven viveu quase duas décadas a mais do que o seu médico, mas agora, 200 anos após a sua morte, uma equipa de investigadores decidiu cumprir o seu desejo de forma inovadora: analisar geneticamente amostras autenticadas do seu cabelo.

Johannes Krause, bioquímico do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, na Alemanha, afirmou que o objetivo principal era esclarecer os problemas de saúde de Beethoven, incluindo a perda progressiva de audição. A perda auditiva, que começou como um zumbido, evoluiu para uma intolerância a ruídos fortes e culminou na surdez completa em 1818, impedindo-o de continuar a atuar.

Beethoven sofreu com muitos problemas de saúde

Além da surdez, Beethoven também enfrentou problemas gastrointestinais crónicos e sinais de doença hepática seis anos antes de morrer. Em 2007, uma análise de uma mecha de cabelo de Beethoven sugeriu que o envenenamento por chumbo poderia ter contribuído para a sua morte.

No entanto, um estudo mais recente, publicado em março de 2023, revelou que essa mecha não pertencia a Beethoven, mas a uma mulher desconhecida. As amostras genuínas indicaram que a sua morte foi provavelmente causada por uma infeção de hepatite B, agravada pelo consumo de álcool e outros fatores de risco hepático.

Embora a causa exata da surdez e dos problemas gastrointestinais não tenha sido determinada, a investigação revelou uma descoberta surpreendente: uma incompatibilidade genética no cromossoma Y entre Beethoven e os seus descendentes paternos modernos, sugerindo um evento de paternidade extraconjugal na sua linha ancestral.

“Esta descoberta sugere um evento de paternidade extraparental na sua linha paterna entre a conceção de Hendrik van Beethoven em Kampenhout, na Bélgica, em cerca de 1572, e a conceção de Ludwig van Beethoven sete gerações mais tarde, em 1770, em Bona, na Alemanha”, afirmou Tristan Begg, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge.

Lourinhã volta a receber recriação da Batalha do Vimeiro

De 19 a 21 de julho, a Lourinhã volta a ser palco da recriação da Batalha do Vimeiro, travada há 216 anos precisamente naquele concelho. Vários grupos de recriação vão estar presentes. Este ano há um número recorde de participantes.

A iniciativa, que estreou em 2015, conta este ano com 21 grupos de recriação, num total de mais de 250 recriadores militares e civis. Assim, a celebração tem como ponto alto a recriação histórica da batalha. É o momento histórico que aliou as tropas portuguesas e inglesas contra os soldados de Junot, durante a primeira invasão francesa. Aliás, à época, as forças Anglo-lusas eram comandadas por Sir Arthur Wellesley.

“A presença de recriadores de várias nacionalidades reforça o nosso papel na educação para a paz, cooperação e respeito. Sendo o tema do evento “A Mulher na Época Napoleónica”, esta estará representada nos vários momentos do programa, mas também no campo de batalha”, explica João Tomé, vice-presidente da Câmara Municipal da Lourinhã.

A mulher da época napoleónica na Lourinhã

As personagens femininas vão estar presentes durante as recriações, tanto civis como militares. Estas últimas integram os movimentos de guerrilha. Assim, a edição aborda o papel da mulher na época, tantas vezes esquecido ou omitido.

Nos campos de batalha, as mulheres desempenhavam papeis relevantes, desde aguadeiras, a vivandeiras, costureiras, cozinheiras e até lavadeiras. Na Batalha do Vimeiro, sabe-se que duas esposas de oficiais franceses assistiram à batalha ao lado do próprio Jean Junot, o comandante do exército francês napoleónico. 

Depois da batalha, num hospital de campanha constituído para o tratamento dos feridos, uma mulher escocesa – esposa de um suboficial ferido na batalha – ajudou o médico-cirurgião a prestar os cuidados aos feridos. Durante a noite, foi ela quem tratou dos pacientes, tendo recebido muitos elogios devido à sua dedicação e benevolência.

A recriação histórica da Batalha do Vimeiro acontece junto ao Centro de Interpretação, na Lourinhã. Por isso, o ambiente será ilustrado à época e nenhum pormenor será esquecido.

A agenda do evento inclui o workshop de Gaita-de-Foles, uma exposição de instrumentos musicais tradicionais e o espetáculo de animação de rua “A Marquesa”. O acampamento militar recebe uma demonstração do funcionamento de armas da época e atividades de instrução militar. 

Há ainda artesanato, tasquinhas, concertos, demonstração de ofícios da época e animação de rua.

Rock in Rio regressa ao Parque Tejo em 2026

Está confirmado. O maior festival de música de Portugal regressa ao Parque Tejo em 2026. Por isso, a organização do Rock in Rio confirma que o espaço junto à ponte Vasco da Gama é o escolhido para receber a 11ª edição do festival, dentro de dois anos.

A vice-presidente do Rock In Rio destaca os números da edição deste ano. Três dos quatro dias esgotaram e passaram mais de 300 mil pessoas pelo Parque Tejo nos dias 15,16, 22 e 23 de junho. Dessa forma, Roberta Medina explica que a enchente vista em 2024 é inédita na história do festival, que completa 20 anos.

Mais de 300 empresas e parceiros estiveram presentes no evento. Houve cinco palcos e mais de 40 horas de música. A edição 2024 ficou marcada pelo regresso de alguns nomes da música internacional e algumas surpresas. Só no último dia, Ne-Yo, Camila Cabello e Luísa Sonza tiveram uma audiência média de 80 mil pessoas.

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Presente no recinto, o Presidente da Câmara de Lisboa realçou a inovação do festival Carlos Moedas diz que a identidade do Rock In Rio “é a identidade da diversidade”, numa alusão à mensagem que o próprio tem tentado passar sobre a cidade.

Adeus, 2024. O que esperar do Rock in Rio 2026?

Inicialmente, a mudança do festival para o Parque Tejo originou diversas críticas. Os acessos ao recinto foram os mais mencionados nas reclamações. Ainda assim, Roberta Medina divulgou um estudo que mostra que 70% dos 1.200 visitantes sondados pela organização aprovaram e consideram positiva a mudança de espaço.

Tomada a decisão de repetir o festival no Parque Tejo em 2026, já se fazem apostas aos nomes que os fãs querem ver em Lisboa dentro de dois anos. Bruno Mars, Taylor Swift, Beyoncé, Justin Bieber, Pearl Jam são alguns dos muitos nomes e bandas apontados. 

O regresso de Anitta é também um desejo dos fãs. No entanto, a cantora disse em 2022 que não voltaria a pisar o palco do evento, por não ter sido convidada para a edição no Rio de Janeiro.

100 anos depois, A Brasileira do Chiado lança um novo desafio

Está lançado o desafio para promover os novos valores no domínio das artes. Há 100 anos, A Brasileira do Chiado convidou, pela primeira vez, vários artistas a expor nas paredes do histórico café. Agora, a ideia é renovar as obras que estão expostas e substituí-las por outras de artistas dos dias de hoje.

Aliás, com o lançamento do Prémio de Pintura, a empresa quer revitalizar a conexão artística do espaço com a cidade de Lisboa. Além disso, vai aproveitar a oportunidade para restaurar as obras colocadas nas paredes da cafetaria.

O concurso conta com a colaboração do programa ‘Lojas com História’ e da Câmara Municipal. Assim, o prémio vai distinguir 10 obras de artistas nacionais, que ficam depois em exposição temporária em 2025. Sabe-se que ficarão à vista, pelo menos, durante nove meses.

Terceira geração de artistas n’A Brasileira 

“Este prémio homenageia e valoriza o fundador e a história, apoia a comunidade artística e retoma a relação de proximidade dos artistas com um lugar do imaginário de todos os lisboetas”, destaca A Brasileira, um dos cafés mais antigos da capital.

Em 1925, Adriano Telles encomendou várias obras a pintores modernistas. O primeiro proprietário da cafetaria acabou por dar espaço à arte moderna portuguesa. Almada Negreiros, António Soares, Jorge Barradas e Stuart Carvalhais são alguns dos artistas que viram as telas colocadas nas paredes da cafetaria. A Brasileira chegou a ser considerada o primeiro museu de arte contemporânea de Lisboa.

Em 1971, chegou a segunda vaga. Foi, depois, dada oportunidade a novos artistas de verem as suas obras expostas. São esses quadros que permanecem até hoje no espaço histórico.

O júri é composto por sete individualidades ligadas, em primeiro lugar, à arte portuguesa e, mais importante, à família de Adriano Telles. A lista de vencedores será conhecida a 19 de novembro, dia em que A Brasileira completa 119 anos de vida.

Taylor Swift: “Deixei o meu coração em Lisboa. Muito obrigada”

Taylor Swiftagradeceu aos fãs pelo acolhimento e pelos muitos aplausos que recebeu nos dois dias de concerto no Estádio da Luz. Através das redes sociais, a cantora norte-americana classificou a estreia em Portugal como “emocionante” e garante que quer regressar. Aliás, acabou por dizê-lo perante o público no primeiro concerto.

“É oficial. Deixei o meu coração em Lisboa. Foi a minha primeira vez em Portugal. Senti-me como se estivesse em casa. A sério: não esquecerei a maneira como nos trataram, o amor e a paixão esmagadores, e as mãos no ar, a dança e como todos gritaram cada letra de música. Muito obrigada.”, escreveu a artista no “X”.

Com uma audiência de 65 mil pessoas em cada dia, o Estádio da Luz esgotou completamente. Não coube nem mais uma pessoa. E foram, naturalmente, milhares os telemóveis que filmaram Taylor Swift enquanto cantava. Ao passo que, sem que o microfone captasse o som, foi possível ler os lábios da cantora

Quero mudar-me para Portugal. Quero mudar-me para aqui”. Palavras ditas poucos depois da organização ter decidido ligar as luzes do estádio, para que Taylor Swift pudesse ver todo o público que gritava há largos minutos. Aliás, até retirou o auricular para ouvir melhor. Foi considerado o momento alto da curta passagem por Portugal, que levou, então, os fãs à loucura.

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Os recordes de Taylor Swift

Aos 34 anos, Taylor Swift é já dona de uma carreira invejável na música. Um dos muitos recordes que detém é do maior número de pessoas em concerto numa só noite: 96 mil na Austrália. Muito acima das 74 mil no lendário concerto dos Queen em Wembley.

Ao todo, detém 69 recordes no Word Guinness Records, entre eles o maior número de ouvintes mensais no Spotify. Tornou-se, ainda, a primeira artista a vencer a categoria de disco do ano por quatro vezes. Superou Frank Sinatra, Stevie Wonder e Paul Simon.

“The Eras Tour” é já a digressão mais rentável de sempre. A seguir a Lisboa, Taylor Swift atua no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid.

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Imagens e vídeos: @luispcsilva e @breakwaywithabook

“Out Jazz” regressa a Oeiras com música até Setembro

O “Out Jazz” está de regresso a Oeiras e volta a trazer música a vários jardins do concelho até ao final do mês de setembro. A iniciativa, que vai na 18ª edição, arrancou em maio e acontece todos os domingos, sem interrupções. Os espaços e os estilos musicais também mudam. 

Desde Soul, funk, jazz ou hip-hop, o Out Jazz definiu-se nos últimos anos como um festival descontraído, em que os presentes podem acompanhar as atuações da forma que entenderem. Assim, o principal objetivo é fomentar a igualdade e a cidadania.

“O “Somersby Out Jazz” conjuga cultura urbana e natureza, privilegiando, por isso, os belíssimos jardins e espaços verdes espalhados um pouco por todo o concelho de Oeiras. O convite é para desfrutar das tardes de verão ao ar livre. Todos os domingos, sempre a partir das 17h e até ao sol se pôr, com muita animação e, principalmente, boas energias”, lê-se na página da autarquia.

O festival tem cinco paragens. Começa no Parque dos Poetas e passa depois pelos Jardins da Quinta Real de Caxias, pelo Parque Urbano de Miraflores, pelo Parque do Jamor e ainda pelos Jardins do Palácio Marquês de Pombal. A entrada é gratuita.

Conheça o programa do “Out Jazz”

A programação é extensa mas preenche todos os domingos até 29 de setembro. Conheça agora o programa completo do evento, com datas, locais e os artistas que vão atuar.

MAIO – Parque dos Poetas

19 – Samuel Lercher Trio ‘Fractal’ e Yanagui

26 – Preserved Dreams – Bruno Margalho Trio e Señor Pelota

JUNHO – Jardins da Quinta Real de Caxias

2 – Roque e Nuno Di Rosso Apresenta Pérola Negra

9 – Kolme e Frandisco

16 – Landscape e Baba Soul & Maria

23 – Ricardo Pinheiro Trio 

30 – Pedro Madaleno Trio – Tributo Ahmad Jamal 

JULHO  Parque Urbano de Miraflores

7 – Abajour Nonok e Nuno Efe

14 – Rogério Francisco 4tet e Dupplo

21 – Beat Collectors e Doni Kis

28 – Álvaro Pinto Quartet e Helena Guedes

AGOSTO – Parque Urbano do Jamor

4 – Tinim e Yvu

11 – Marwan e Colorao Som Sistema

18 – Luis Vicente Trio e Ketzal

25 – Duarte Ventura Quinteto e Hélder Russo

SETEMBRO – Jardins do Palácio Marquês de Pombal

1 – Thyra e Hugo

8 – Stealing Canvas e Zef

15 – Bao Biao e Ninguém

22 – Sade Lovers The Tribute e M.dusa

29 – Francisco Nogueira Quinteto e Kaspar

Imagem: outjazz.pt

Eunice Muñoz homenageada com passeio pedonal em Lisboa

A partir de agora, Lisboa passa a ter um passeio pedonal chamado “Eunice Muñoz”. O espaço localizado junto à margem do rio Tejo homenageia uma das mais célebres atrizes de teatro em Portugal, pouco depois de se assinalarem dois anos sobre a sua morte.

Dezenas de pessoas, sobretudo amigos e familiares, estiveram presentes na inauguração. O descerramento da placa informativa coube ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

“É celebrar todos os dias a nossa cultura. É deixar uma marca para que daqui a cem anos aqueles que estiverem por aqui a passear estejam neste passeio Eunice Muñoz. E se há marca que eu quero deixar em Lisboa é o agradecimento aos que trabalham na cultura.”, disse Carlos Moedas na cerimónia de inauguração.

Eunice: uma história junto ao rio

De acordo com a autarquia, o passeio prolonga-se entre o Braço de Prata, em Marvila, e o Parque das Nações. Está localizado ao lado de um conjunto de edifícios da capital. Além disso, o percurso faz-se sempre junto ao rio Tejo.

“A Eunice foi uma mulher de um talento ímpar, uma mulher de dedicação constante à representação e uma mulher que nos recorda o valor da família. Hoje, Eunice Muñoz dá nome a um passeio da nossa Lisboa”, escreveu o autarca na rede social “X”, horas depois da cerimónia.

Eunice Muñoz nasceu na Amareleja, concelho de Moura, a 30 de julho de 1928. Estreou-se em Lisboa, no teatro D. Maria II, com apenas 13 anos. Morreu a 15 de abril de 1922, com 92 anos. Em síntese, deixa uma marca inigualável no teatro e na representação em Portugal.

A Câmara de Lisboa também vai homenagear outros nomes da cultura. O nome da rua E1 em Braço de Prata será atribuído à fadista Teresa Tarouca e a coreógrafa Águeda Sena dará nome à rua G1, na mesma localidade.

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Imagens: @Moedas no “X”

Estes são os melhores Clubes de Leitura em Lisboa

Com a comemoração do dia mundial do livro, celebrado a 23 de Abril,  recordamo-nos que a prática da leitura é um prazer que se pode relevar bastante frustrante. O final de um livro traz sempre a questão ” o que vou ler a seguir?”. No entanto, os Clubes de Leitura podem ajudar a escolher o próximo título e também a encontrar uma comunidade que alimente o hábito da leitura, com um espaço de reflexão onde é possível discutir literatura. Em Lisboa, há diversos Clubes de Leitura para os mais variados géneros literários e com diferentes conceitos.

Clubes de Leitura a conhecer

Clube de Leitura de Poesia

Este é um clube de leitura promovido pela Casa Fernando Pessoa , tem como foco a leitura de poesia e todos os meses é selecionado um poeta diferente para análise. Para além disso, não requer inscrição prévia, apenas levantamento do bilhete no dia do evento.

Leia Mulheres Lisboa

Leia Mulheres Lisboa é um clube de leitura criado pelo Museu do Aljube. O objetivo é motivar a leitura de mais autoras, nos mais diversos géneros e divulgar nomes femininos do mundo editorial. Este clube reúne-se todos os meses no Museu do Aljube e não é necessária inscrição.

Clube do Livro Silencioso

O Clube do Livro Silencioso serve para todos os que apenas querem ler o seu livro em silêncio, sem a pressão de terem que ler o livro do mês. Acontece na Livraria Snob, todos os quartos sábados de cada mês, das 11.00 às 12.30.

Clube de Leitura de Peças de Teatro

Os Artistas Unidos em conjunto com o Teatro da Cidade, desenvolveram um clube de leitura exclusivamente para peças de Teatro. Todos os meses é selecionada uma peça diferente, que é depois lida e discutida no Teatro da Politécnica. Assim, acontece na última segunda-feira de cada mês das 19.00 às 21.00. É necessária inscrição prévia.

Por fim, a não esquecer a rede de Bibliotecas de Lisboa, que não só promovem diversos eventos como clubes de leituras, mas também conversas, ciclos e exposições. Para além disso, é sempre possível requisitar livros de forma gratuita.

Prémios Play: o artista nomeado para várias categorias

No passado dia 2 de Abril, foram divulgados os 50 nomeados para os Prémios Play – Prémios da Música Portuguesa. Este evento anual, que se tornou um marco na indústria musical do país, está pronto para destacar os talentos mais brilhantes e as produções musicais mais notáveis do último ano. Com 14 categorias, não só destacam os melhores artistas do ano, como também os melhores álbuns, melhor videoclipe e ainda artista revelação. Para além disso, há também Prémio Crítica e Prémio Carreira, que serão apenas anunciados no dia 16 de Maio.

No entanto, os Prémios PLAY não se tratam apenas de reconhecer os artistas já estabelecidos. Uma das características mais emocionantes deste evento é a sua capacidade de destacar novos talentos e tendências emergentes na música portuguesa. Assim como o Prémio Lusofonia, que destaca músicas cantadas em português, mas não produzidas por portugueses. E ainda os Prémios Play estendem-se a vários géneros musicais, como o Fado e o Jazz, a partir dos prémios Melhor Álbum Jazz e Melhor Álbum Fado.

Nomeado para 3 categorias diferentes

Com 14 categorias, na 6ª edição dos prémios, há um artista em destaque: Slow J, cujo impacto na cena musical portuguesa revela-se notável. Não só está nomeado para Melhor Artista Masculino e Melhor Álbum, mas também para Vodafone Canção do Ano.

Ainda que tenha o mesmo numero de nomeações que Pedro Mafama, Slow J teve um acentuado crescimento nos últimos tempos. Em Março deste ano, esgotou por duas vezes o Altice Arena. No final de 2023, lançou também um novo álbum intitulado “Afrofado”, uma representação da sua herança africana, em conjunto com as suas raízes portuguesas. Quando foi  lançado, “Afrofado” tornou-se o álbum nacional mais ouvido de sempre no primeiro dia.

No dia 16 de Maio, no Coliseu dos Recreios, em transmissão em direto na RTP 1, RTP Internacional, RTP Africa, RTP Play e Antena 1, decorrerá a gala onde serão revelados os vencedores de cada categoria. E saberemos quantos prémios o Slow J levará para casa.

O realizador português que foi ‘ignorado’ nos Óscares

Os Óscares também são feitos de algumas particularidades. Desta feita, o azar bateu à porta do português Joaquim dos Santos. Nascido em Sesimbra em 1977 mas desde os quatro anos a viver nos Estados Unidos, é um dos correalizadores da longa-metragem de animação “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso“, o maior candidato à vitória… que não se concretizou.

Apesar de ter vencido vários importantes prémios, a verdade é que acabou superado por “O Rapaz e a Graça“, do japonês Hayao Miyazaki. No entanto, mesmo que esta produção com selo português tivesse conquistado o galardão, Joaquim dos Santos não iria ser considerado vencedor. Mas porquê, questiona-se o leitor.

As ‘malditas’ regras dos Óscares

A ‘culpa’ é das regras dos Óscares que só permitem que sejam elegíveis quatro elementos, dos quais um tem de ser responsável pela realização e os restantes devem ter crédito de realizador ou produtor. Assim, a decisão da equipa acabou por recair em deixar cair o português.