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Quais são os benefícios dos cobertores pesados? Eis o que diz a ciência

Os cobertores pesados estão a ganhar popularidade como uma solução para relaxar e melhoria do sono. Estas mantas incluem enchimentos como contas de vidro, pellets ou algodão, que proporcionam um toque firme e uniforme.

Os especialistas acreditam que este peso extra ajuda a acalmar a resposta de “luta ou fuga” do cérebro, criando uma sensação de segurança. Além disso, pode estimular a libertação de oxitocina, conhecida como a “hormona do amor”, que ajuda a reduzir a ansiedade. Para escolher o cobertor ideal, os especialistas recomendam um peso equivalente a cerca de 10% do seu peso corporal.

Por exemplo, uma pessoa com 70 kg deve optar por uma manta de 7 kg. Estes cobertores não são indicadas para bebés ou crianças pequenas devido ao risco de movimentos restritos ou dificuldades respiratórias. Pessoas com apneia do sono ou condições médicas devem consultar um médico antes de usar.

Embora as provas científicas sejam limitadas, existem alguns indícios dos benefícios das mantas com pesos:

  • Um estudo com 120 adultos com insónias revelou que o uso de mantas com pesos melhorou a qualidade do sono em comparação com mantas leves.
  • Outro estudo com 94 adultos com dores crónicas mostrou que estas mantas ajudaram a reduzir a dor, embora não tenham influenciado significativamente o sono.
  • Entre crianças com autismo, as mantas foram preferidas às convencionais, mas sem impacto significativo na qualidade do sono.

As mantas com pesos podem não agradar a todos. Algumas pessoas sentem demasiado calor, especialmente nos meses mais quentes. Para muitos, estas mantas são úteis não apenas para dormir, mas também para relaxar em momentos de lazer, como assistir televisão ou ler um livro.

O truque ponte alfa vai ajudá-lo a adormecer mais depressa (e até funciona nos aviões)

Adormecer num avião pode ser um verdadeiro desafio devido ao ruído e ao desconforto. No entanto, uma técnica conhecida como Método da Ponte Alfa promete ajudá-lo a adormecer rapidamente, mesmo em condições adversas. Esta estratégia foi originalmente desenvolvida pela Marinha dos EUA para ajudar os pilotos a relaxar e descansar sob pressão.

O que é o método da Ponte Alfa?

Popularizado pela psicóloga Erica Terblanche no TikTok, o Método da Ponte Alfa tornou-se viral, acumulando mais de 1,4 milhões de visualizações. A técnica envolve uma combinação de movimentos oculares e exercícios de relaxamento mental que estimulam as ondas cerebrais alfa, conhecidas por facilitar o estado de transição entre a vigília e o sono.

Como Experimentar o Método

  1. Adote uma posição confortável, seja sentado ou deitado.
  2. Feche os olhos e conte até 30.
  3. Abra os olhos ligeiramente, criando um efeito de “meia-lua”, e conte até 5.
  4. Repita os passos anteriores.
  5. Feche os olhos e concentre-se na respiração lenta pelo nariz.

Terblanche afirma que muitos adormecem no primeiro ciclo, mas, caso isso não aconteça, recomenda repetir o processo sem pegar no telemóvel.

Como funciona?

A técnica utiliza movimentos oculares e relaxamento mental para aumentar as ondas cerebrais alfa, essenciais para acalmar a mente e facilitar o sono. Especialistas como Shelby Harris, psicóloga clínica e diretora da Sleep Health at Sleepopolis, confirmam a eficácia do método. No entanto, é importante combiná-lo com boas práticas de higiene do sono, como:

  • Manter o ambiente escuro e silencioso.
  • Evitar refeições pesadas antes de dormir.
  • Desligar dispositivos eletrónicos pelo menos uma hora antes de deitar.

Limitações do método

Embora eficaz para muitas pessoas, o Método da Ponte Alfa pode não funcionar para quem sofre de distúrbios como insónia ou ansiedade severa. Nesses casos, é aconselhável procurar um plano de tratamento especializado.

Estes são os 10 pesadelos mais frequentes

Perder dentes, cair de grandes alturas ou ser perseguido são apenas alguns dos pesadelos que mais assustam durante a noite. Mas por que razão temos estes sonhos perturbadores? Estudos apontam que os pesadelos são frequentemente uma resposta ao stress, condições de saúde mental ou maus hábitos de sono.

Segundo uma pesquisa realizada pela Amerisleep com dois mil participantes, cair é o pesadelo mais comum, relatado por 64,7% das pessoas. Outros pesadelos recorrentes incluem ser perseguido, sentir-se perdido e morrer. Além destes, também surgem sonhos de perder dentes, acordar atrasado ou até perder eventos importantes.

Lista dos 10 Pesadelos mais comuns

  • Cair – 64,7%
  • Ser Perseguido – 63,3%
  • Morte – 54,9%
  • Sentir-se Perdido – 53,8%
  • Estar Preso – 52,4%
  • Ser Atacado – 49,5%
  • Perder um Evento Importante – 43,7%
  • Acordar Tarde – 42,6%
  • Morte de um Ente Querido – 35,8%
  • Ficar Ferido – 35,1%

Possíveis Causas

Pesadelos como o de perder dentes são frequentemente atribuídos ao medo de dizer algo inapropriado ou de sentir vulnerabilidade. Healthline sugere que sonhos de cair podem refletir insegurança e ansiedade, enquanto ser perseguido pode estar ligado à resposta instintiva de lutar ou fugir, alertando para elevados níveis de stress.

Como lidar?

Para reduzir a frequência dos pesadelos, os especialistas recomendam algumas estratégias:

  1. Evitar o uso de telemóveis antes de dormir, pois a luz azul pode prejudicar a qualidade do sono.
  2. Utilizar métodos de relaxamento, como a Técnica 4-7-8 para acalmar a mente.
  3. Praticar hábitos relaxantes, como ler ou ouvir música calma, ajuda a induzir o sono com serenidade.
  4. Manter um diário de sonhos para identificar padrões e causas emocionais dos pesadelos.

Experimente estas dicas para melhorar a qualidade do sono e diminuir o impacto dos pesadelos. Caso persista, é recomendável procurar um profissional de saúde para avaliar causas mais profundas.

Esta rotina de 5 minutos vai ajudá-lo a dormir melhor

O seu dia de trabalho pode ser agitado, mas sabia que uma simples rotina de 5 minutos pode ajudá-lo a dormir melhor e melhorar significativamente a sua qualidade de sono? Este pequeno conjunto de exercícios, projetado para aliviar a tensão física e mental, é uma forma rápida e eficaz de promover o bem-estar durante o dia e, ao mesmo tempo, garantir noites mais repousantes.

Esta rotina de exercícios simples é baseada em técnicas que ajudam a aliviar a pressão acumulada nos músculos e articulacões após longas horas de trabalho. Muitos profissionais passam o dia sentados, o que pode causar tensão nas costas, ombros e pescoço. Ao realizar esta rotina na secretária, consegue relaxar esses músculos e, com isso, melhorar o fluxo de oxigénio no corpo e reduzir o stress mental.

Passos

Esta rotina envolve alongamentos leves e exercícios respiratórios, que podem ser feitos sem sair da sua secretária. Aqui estão alguns exemplos:

  • Alongamento de Ombros: Levante os ombros até as orelhas e segure por alguns segundos antes de os relaxar.
  • Movimentos Circulares do Pescoço: Gire suavemente a cabeça em círculos, ajudando a libertar a tensão no pescoço.
  • Respiração Profunda: Inspire lentamente pelo nariz e expire pela boca, concentrando-se na respiração para acalmar a mente.

Benefícios para a Produtividade

Além de lhe permitir dormir melhor, esta rotina também pode aumentar a sua produtividade. Ao realizar pequenas pausas para se alongar e respirar profundamente, reduz o cansaço e a fadiga, melhorando o foco e a clareza mental. Isso permite que o seu corpo e mente fiquem mais preparados para enfrentar as tarefas do dia a dia, sem a sensação de exaustão no final do expediente.

Se procura uma maneira simples de dormir melhor e sentir-se melhor ao longo do dia, tente adotar esta rotina de 5 minutos na sua secretária. Com apenas alguns exercícios de alongamento e respiração, pode alcançar um impacto significativo na sua saúde física e mental. Uma pequena mudança que trará grandes benefícios!

O tempo que demora para adormecer diz muito sobre a sua saúde

Quando a sua cabeça pousa na almofada, adormece rapidamente ou passa horas acordado, a lidar com pensamentos incessantes? A forma como adormece pode fornecer pistas valiosas sobre a sua saúde geral.

A quantidade de tempo que o seu corpo demora a adormecer é chamada de latência do sono. Embora este tempo varie de pessoa para pessoa, os especialistas concordam que tanto adormecer muito depressa quanto demorar demasiado tempo pode indicar problemas.

Quanto Tempo Deve Demorar Para Adormecer?

De acordo com a National Sleep Foundation, o ideal é que uma pessoa saudável leve entre 15 a 20 minutos para adormecer. Kristen Casey, psicóloga clínica especializada em insónia, explica que o tempo para adormecer pode ser afetado por fatores fora do nosso controlo, como o stress e hábitos de vida.

No entanto, práticas de higiene do sono podem ajudar a melhorar a qualidade do sono. Jeff Kahn, especialista em sono e cofundador da Rise Science, sugere criar uma rotina de sono consistente, evitar cafeína antes de dormir, e garantir que o quarto está fresco e silencioso.

Adormecer Rápido Demais

Embora possa parecer positivo adormecer rapidamente, os especialistas alertam que isso pode ser um sinal de exaustão extrema. Segundo o neurocientista Dr. Dave Rabin, cair no sono em minutos pode indicar sobrecarga de trabalho e falta de tempo de recuperação adequado.

Além disso, o “sono de plástico” — quando se dorme rapidamente, mas sem qualidade — pode significar que o corpo não está a passar pelo ciclo completo de sono profundo, essencial para o rejuvenescimento físico e mental.

Dificuldade em Adormecer

Por outro lado, demorar muito para adormecer pode ser um sinal de ansiedade, insónias ou condições de saúde não diagnosticadas, como dor crónica. A enfermeira psiquiátrica Catherine Yu explica que hábitos de sono inconsistentes e horários rotativos de trabalho também podem contribuir para dificuldades em adormecer.

Especialistas recomendam técnicas de relaxamento, como desligar os dispositivos eletrónicos antes de dormir e fazer exercícios leves, para ajudar a regular os ritmos circadianos e melhorar a qualidade do sono.

O Papel do Stress na Qualidade do Sono

De acordo com Rabin, o sono é essencial para a saúde mental. A falta de sono pode agravar condições como a depressão e a ansiedade. A Dra. Wendy Troxel, especialista em sono, defende a criação de uma rotina de relaxamento antes de dormir para reduzir o stress e melhorar o sono.

Seja a dormir rápido demais ou a lutar contra a insónia, o equilíbrio é a chave para uma boa noite de sono e, consequentemente, uma saúde melhorada.

Eis os 3 elementos que a Geração X precisa para dormir melhor

Dormir entre sete a nove horas por noite é uma recomendação universal dos especialistas em saúde, sendo que a privação de sono pode aumentar o risco de doenças como diabetes e problemas cardíacos. Para a Geração X, o envelhecimento torna o sono uma tarefa mais complicada, como explica o cirurgião Terry Simpson.

Este profissional sugere três medidas fundamentais para melhorar a qualidade do sono: investir num colchão de qualidade, fazer uma refeição rica em proteínas e fibras antes de deitar, e atingir a satisfação sexual.

A importância da temperatura certa para dormir melhor

Simpson destaca a importância de um bom colchão, sublinhando que dormir desconfortavelmente por causa do calor pode prejudicar o sono. A temperatura ambiente recomendada para um sono de qualidade, segundo a Sleep Foundation, varia entre 15 e 19 graus Celsius.

Além disso, a fome pode interromper o sono. Como tal, é aconselhável consumir uma refeição completa, especialmente rica em proteínas, que são mais demoradas de digerir e ajudam a manter a saciedade durante a noite.

Por fim, o orgasmo desempenha um papel essencial no relaxamento do corpo, ajudando na libertação de hormonas que favorecem um sono mais profundo. Simpson defende que alcançar este estado de relaxamento pode ser o segredo para transformar a “Geração X” na “Geração ZZZ”.

Dos bebés aos idosos, eis o número de horas de sono necessárias

O sono é um aspecto fundamental da saúde e bem-estar e as suas necessidades variam ao longo das diferentes fases da vida. Desde os primeiros dias de vida até à velhice, o padrão e a quantidade do tempo necessário mudam significativamente, refletindo as diferentes exigências físicas e cognitivas em cada fase.

Recém-Nascidos

Nos primeiros meses de vida, os bebés necessitam de 14 a 17 horas de sono por dia. Este tempo é essencial para o crescimento acelerado, tanto físico quanto mental. A hormona do crescimento é libertada, permitindo que os bebés tripliquem o seu peso no primeiro ano de vida. Também crucial para o desenvolvimento neural, onde as novas ligações são formadas e as aprendizagens iniciais são consolidadas.

Crianças

À medida que crescem, a necessidade de sono diminui gradualmente. Entre um e dois anos, as crianças precisam de cerca de 11 a 14 horas, reduzindo-se para 10 a 13 horas entre os três e os cinco anos. Nesta fase, as sestas diurnas ainda são comuns, mas começam a diminuir à medida que as crianças envelhecem. Aos 18 meses, a maioria das crianças faz uma única sesta por dia, com uma duração média de uma a três horas. No entanto, por volta dos três anos, algumas crianças já não necessitam de sestas, dependendo do seu ritmo individual.

Adolescentes

A adolescência traz mudanças significativas nos padrões de sono. Com a puberdade, as necessidades de sono situam-se entre oito a dez horas por noite, mas muitos adolescentes lutam para atingir este objetivo devido a atrasos no ritmo circadiano e ao aumento da vigília noturna. A dificuldade em adormecer e acordar cedo pode resultar em privação de sono, que afeta a atenção e o desempenho escolar. Estudos sugerem que sestas curtas durante o dia podem ajudar a mitigar os efeitos da privação de sono nesta faixa etária.

Adultos

Na idade adulta, o corpo entra num “modo de manutenção”, e o sono recomendado é de sete a oito horas por noite. Excesso de sono pode indicar distúrbios, como apneia ou hipersónia. Estudos indicam que uma dieta equilibrada, junto com exercício físico noturno, pode melhorar a qualidade do sono.

Idosos

Após os 65 anos, a produção de melatonina diminui, resultando num sono mais leve. Com a idade, o sono tende a ser interrompido devido a micções noturnas frequentes e a um ritmo circadiano mais avançado, que leva os idosos a deitar-se e acordar mais cedo. Apesar destas mudanças, o objetivo deve continuar a ser de sete a oito horas de sono por noite para manter a saúde e o bem-estar.

Compreender as necessidades ao longo das várias etapas da vida é crucial para promover um descanso adequado e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida.

Especialista revela 4 truques para uma noite de sono sem igual

Se é daquelas pessoas que sofre com noites mal dormidas, especialmente agora com as noites mais quentes, há algumas dicas que pode implementar. As recomendações são de um médico norte-americano, Nick Pappas. Assim, para bloquear a luz e criar um ambiente escuro que favoreça a produção de melatonina, recomenda-se o uso de cortinas opacas. A escuridão total é crucial para manter o ritmo circadiano e facilitar o sono contínuo.

Depois, o especialista sugere ainda desligar todos os dispositivos eletrónicos pelo menos 30 minutos antes de dormir. “Limitar o tempo de ecrã (que emite luz azul) pode ajudar a melhorar o sono, pois não inibe a produção de melatonina,” aponta. Estudos mostram que a exposição à luz azul pode contribuir para insónias e má qualidade do sono.

A importância dos suplementos no sono

Para um ambiente mais saudável e livre de alérgenos, deve equacionar um purificador de ar no quarto, especialmente se tem problemas respiratórios. Este aparelho ajuda a reduzir sintomas de alergias noturnas, como congestão nasal e tosse, que podem prejudicar a qualidade do sono. A Sleep Foundation também destaca os benefícios de um ar limpo para um sono profundo e reparador.

Num nível acima, os suplementos. Nick Pappas assume que toma, diariamente, 350 mg de glicinato de magnésio meia hora antes de ir dormir. “Ajuda a relaxar os músculos e a melhorar a qualidade do sono,” garante. Embora os estudos sobre a eficácia do magnésio sejam variados, muitos especialistas e utilizadores relatam melhorias.

Os exercícios que deve fazer antes de ir dormir para uma noite de sono mais longa

Um novo estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, sugere que realizar exercícios simples antes de dormir pode aumentar o tempo de sono em cerca de meia hora, desafiando a crença tradicional de que o exercício noturno prejudica a qualidade do sono. A investigação aponta que pausas curtas para exercícios leves podem melhorar significativamente a duração do sono.

Os investigadores focaram em atividades leves, como agachamentos na cadeira, devido à ideia de que exercícios antes de dormir aumentam a frequência cardíaca e a temperatura corporal, dificultando o sono. O estudo envolveu 28 adultos sedentários, que registaram as suas atividades e padrões de sono usando aparelhos de monitorização.

Os participantes foram submetidos a duas sessões noturnas de quatro horas em um ambiente controlado. Numa sessão, permaneceram sentados durante todo o período; na outra, realizaram exercícios de resistência a cada 30 minutos. Os exercícios incluíam agachamentos na cadeira, elevações da barriga da perna e elevações do joelho, cada um realizado por 20 segundos.

Exercício antes de dormir?

O estudo revelou que os participantes que fizeram os exercícios dormiram, em média, 27 minutos a mais em comparação com aqueles que permaneceram sentados. A média de sono foi de 7 horas e 12 minutos contra 6 horas e 45 minutos, respectivamente. As horas de acordar variaram, sendo 7h35 após a sessão prolongada e 8h06 após os exercícios.

Assim, os investigadores observaram que as pausas para exercícios de resistência noturna não afetaram negativamente a qualidade do sono. Além disso, sugerem que a atividade reduz os níveis de açúcar e gordura no sangue após as refeições.

Apesar das limitações do estudo, como o pequeno número de participantes e o ambiente controlado, os resultados indicam que introduzir breves sessões de exercícios leves à noite pode ser benéfico para a qualidade do sono. Especialistas recomendam sete a nove horas de sono por noite para reduzir o risco de diversas doenças crônicas.

Este hábito diário dos portugueses pode ser a razão para as insónias

Para melhorar a qualidade do sono e mitigar as insónias, o especialista em sono e psicólogo clínico Michael Breus recomenda limitar o consumo de café às primeiras horas do dia. “Um dos principais erros que os consumidores de café cometem, e que afeta o sono, é consumir café após o meio-dia”, afirmou Breus ao Well+Good. A cafeína, com seu efeito estimulante prolongado, pode prejudicar o sono e aumentar o risco de insónias, explicou.

Breus sugere que, se cortar o café da tarde for muito difícil, o consumo pode ser estendido até às 14 horas. “Os especialistas geralmente recomendam evitar cafeína pelo menos oito horas antes de dormir, mas isso pode variar conforme a sensibilidade individual à cafeína”, observou.

Café é ‘amigo’ das insónias

A cafeína interfere no sono competindo com a adenosina, uma substância química que induz a sonolência. Adenosina, um neurotransmissor, acumula-se no corpo ao longo do dia, regulando os ciclos de sono-vigília. A cafeína impede este processo, mantendo-nos despertos.

Cada pessoa metaboliza a cafeína de forma diferente, e a genética desempenha um papel crucial na duração do efeito da cafeína no organismo. Algumas pessoas precisam apenas de uma chávena para se manterem alertas, enquanto outras necessitam de várias. Além disso, é recomendável esperar 90 minutos após acordar para consumir a primeira chávena de café. Este intervalo ajuda a equilibrar as hormonas, especialmente a cortisona, principal hormona de stress.