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Saiba como prevenir a maioria dos AVC

O acidente vascular cerebral (AVC) continua a ser uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. Em resposta a este problema crescente, a Stroke Association divulgou novas orientações focadas na prevenção de AVCs, com dicas práticas e baseadas em evidências que podem ajudar a reduzir significativamente o risco de sofrer um AVC.

A hipertensão é um dos principais fatores de risco para AVC. Controlar a pressão arterial, seja com medicação ou através de mudanças no estilo de vida, como reduzir o consumo de sal e praticar exercícios físicos, é essencial para prevenir um acidente vascular cerebral. Monitorizar regularmente a pressão arterial pode ser uma forma eficaz de evitar complicações futuras.

Ter níveis elevados de colesterol aumenta o risco de entupimento das artérias, o que pode provocar um AVC. A adoção de uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais e gorduras saudáveis, ajuda a manter os níveis de colesterol controlados. O uso de medicamentos, como estatinas, também pode ser recomendado para pessoas com alto risco cardiovascular.

O perigo de fumar e beber álcool

Fumar e consumir álcool em excesso estão fortemente associados a um maior risco de AVC. O tabagismo danifica os vasos sanguíneos, enquanto o álcool pode aumentar a pressão arterial. Abandonar estes hábitos melhora consideravelmente a saúde cardiovascular e reduz o risco de doenças relacionadas, como AVC.

Exercícios regulares ajudam a manter o coração saudável e podem reduzir o risco de AVC. A recomendação é realizar pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, como caminhar ou andar de bicicleta.

Prevenir um AVC está ao alcance de todos com algumas mudanças simples no estilo de vida. Manter a pressão arterial e o colesterol sob controlo, abandonar hábitos prejudiciais como fumar, e adotar uma rotina ativa são medidas essenciais. A implementação dessas orientações pode fazer uma enorme diferença na redução do risco de acidente vascular cerebral.

Este alimento muito apreciado pelos portugueses está associado a maior risco de cancro

O consumo de pickles aumenta o risco de desenvolvimento de cancro gástrico, conforme indicado por um estudo recente publicado no Cancer Science. Os cientistas envolvidos na investigação explicam que esse risco é atribuído à alta concentração de sal nesse tipo de alimento.

Enquanto o consumo de vegetais frescos está associado a um menor risco de cancro gástrico, o consumo de vegetais em conserva, como pickles, está fortemente ligado a um aumento desse risco, conforme relatado pelos autores do estudo.

O estudo

A análise dos investigadores baseou-se na comparação entre o efeito do consumo de vegetais frescos e em pickles sobre o risco de cancro gástrico em populações japonesas e coreanas.

Este estudo, realizado com recurso a uma meta-análise de relatórios epidemiológicos anteriores, revelou que, apesar do alto consumo de legumes, a incidência de cancro gástrico permanece elevada.

Já é possível transformar água do mar em água potável a baixo custo

A crescente procura global por água potável é um desafio que precisa ser enfrentado. A empresa norueguesa Waterise colocou mãos à obra e respondeu a esse repto através da dessalinização do mar para produzir água limpa e própria para consumo humano.

No entanto, a dessalinização, que envolve a remoção de sais e minerais da água do mar, consome quantidades significativas de energia. A Waterise patenteou uma solução inovadora para a dessalinização em águas profundas, que utiliza um processo de osmose inversa energeticamente eficiente.

O método envolve a passagem da água sob alta pressão através de membranas finas para separar o sal, mas requer grandes quantidades de energia e é dispendioso.

Como funciona a tecnologia?

Assim, a fábrica de dessalinização submarina da Waterise encontra-se a uma profundidade de 400 metros abaixo do nível do mar, aproveitando a pressão hidrostática da água para reduzir significativamente o consumo de energia. Essa abordagem eficiente do princípio hidrostático foi patenteada pela empresa.

“Como vamos para baixo de água e utilizamos a pressão hidrostática conseguimos economizar energia. Estamos a puxar a água em vez de empurrá-la através das membranas. Economizamos entre 30 e 40%”, afirma o CEO da Waterise, Niels Petter Wright, acrescentando que a empresa registou a patente do uso eficiente do princípio hidrostático.

Enquanto a maioria dos projetos globais de dessalinização de grande escala está localizada no Médio Oriente, devido ao custo mais baixo da energia e regulamentações ambientais mais permissivas, a tecnologia da Waterise pode reduzir a necessidade de áreas costeiras em até 90% e diminuir o consumo de energia em até 40%, resultando em menores emissões de CO2.

Os benefícios

Além disso, a instalação submarina a 400 metros de profundidade minimiza o impacto sobre a vida marinha. A unidade submarina está conectligada ada à costa por um cabo umbilical que fornece energia e comunicação, além de uma conduta para transportar a água do mar para terra.

Uma única unidade submarina padrão é capaz de produzir 50 milhões de litros de água doce por dia, o suficiente para abastecer uma cidade de 300 mil a 400 mil pessoas. Para cidades maiores, tudo o que é necessário é instalar mais unidades.

Em suma, numa altura em que a poluição, a seca e a diminuição dos aquíferos subterrâneos agravam a crise ambiental, a tecnologia da Waterise pode desempenhar um papel fundamental no que toca a criar soluções sustentáveis. A empresa está à procura de parcerias globais com organizações interessadas em adotar esta inovadora tecnologia de dessalinização submarina.