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Esta técnica antiga promete ajudá-lo a adormecer em minutos

A respiração lunar, uma antiga técnica indiana de ioga, está a ganhar atenção como uma forma eficaz de combater o stress e promover uma noite de sono tranquila. Com mais de um terço dos adultos a dormir menos do que o recomendado, métodos naturais como este são uma alternativa às soluções farmacêuticas.

O Que é a Respiração Lunar?

A respiração lunar, ou chandra bhedana pranayama, envolve fechar a narina direita e inspirar pela esquerda. Esta técnica conecta-se ao sistema nervoso parassimpático, responsável por acalmar o corpo, reduzindo a pressão arterial e o ritmo cardíaco, enquanto suprime o sistema nervoso simpático, ligado ao stress e à resposta de luta ou fuga.

Segundo Angie Tiwari, fundadora da Unearthed Yoga, “o lado esquerdo do corpo está associado à energia lunar, que promove calma e estabilidade, enquanto o lado direito representa uma energia solar mais estimulante”. Assim, ao focar na respiração pelo lado esquerdo, é possível alcançar um estado de relaxamento profundo.

Relação com as Fases da Lua

A lua cheia pode afetar negativamente o sono. Estudos suíços mostraram que, durante esta fase, as pessoas demoram mais a adormecer e dormem, em média, menos 20 minutos. Além disso, os níveis da hormona do sono, melatonina, tendem a diminuir antes e depois da lua cheia. A respiração lunar ajuda a contrariar estes efeitos, promovendo um sono mais reparador, independentemente da fase lunar.

Como Praticar a Respiração Lunar?

Para experimentar esta técnica, siga os passos abaixo:

  1. Encontre uma posição confortável, sentada ou deitada.
  2. Use o polegar para fechar a narina direita.
  3. Inspire profundamente pela narina esquerda.
  4. Opcionalmente, liberte a narina direita e expire lentamente pelo nariz ou boca.
  5. Repita este processo por alguns minutos, ajustando o ritmo da respiração até sentir o corpo e a mente relaxados.

Afinal, este popular suplemento o sono é altamente desaconselhado

Especialistas em sono desaconselham o uso de melatonina para tratar insónias, alertando que pode até agravar os problemas de sono. Michael Grandner, da Universidade do Arizona, explica que a melatonina é mais eficaz em regular o ciclo circadiano do que em tratar insónias crónicas.

Estudos sugerem que a melatonina pode ser útil para problemas pontuais, como o jet lag, mas não deve ser utilizada como solução contínua. A American Academy of Sleep Medicine recomenda mudanças comportamentais, como manter uma rotina de sono e evitar cafeína antes de dormir, para melhorar a qualidade do sono.

Benefícios e riscos da melatonina no sono

  • Regulação do ritmo circadiano: Eficaz em casos como jet lag ou mudanças de turnos de trabalho;
  • Problemas de dosagem: Suplementos disponíveis no mercado podem ter variação nas doses indicadas;
  • Alternativas saudáveis: Terapias comportamentais e rotinas adequadas são mais eficazes para tratar insónias crónicas.

Mantenha um horário de sono regular, desligue os aparelhos electrónicos pelo menos meia hora antes de se deitar, evite a cafeína ao fim da tarde e à noite e estabeleça uma hora de deitar que lhe permita dormir entre sete e nove horas. Ao considerar o uso de melatonina, é importante consultar um médico. Especialmente no caso de crianças, devido aos riscos de sobredosagem e seus efeitos colaterais, como sonolência e agitação.

Sofre de insónias? A culpa pode ser dos alimentos ultra processados

Os alimentos ultra processados são conhecidos por estarem associados a doenças cardíacas e diabetes, mas um novo estudo indica que também podem contribuir para as insónias. Investigadores da Universidade Sorbonne Paris Nord, em França, analisaram dados de 38.570 adultos do projeto NutriNet-Santé, cruzando informações sobre a dieta com variáveis do sono. O estudo revelou uma ligação estatisticamente significativa entre o consumo de UPF e um maior risco de insónia crónica, mesmo após ajustamentos para fatores sociodemográficos, estilo de vida, qualidade da dieta e saúde mental.

Marie-Pierre St-Onge, cientista de nutrição e sono da Universidade de Columbia, destacou a importância de compreender o impacto da dieta na qualidade do sono. “Numa época em que os alimentos ultra processados estão em ascensão e os distúrbios do sono são comuns, é crucial avaliar esta ligação”, afirmou St-Onge.

Os dados mostraram que 16% da energia diária dos participantes provinha deste tipo de alimentos e 19,4% apresentavam sintomas de insónias crónica, com uma tendência maior entre os homens. Embora o estudo seja transversal e observacional, não estabelecendo causalidade, levanta questões importantes sobre o papel dos ultra processados na insónia.

Alguns alimentos ultra processados

A epidemiologista Pauline Duquenne, da Universidade Sorbonne Paris Nord, ressalvou a necessidade de investigações futuras para aprofundar o entendimento sobre essa relação. “Embora os dados não provem causalidade, este é o primeiro estudo do género e adiciona valor ao conhecimento existente”, explicou.

Estudos anteriores, incluindo um que associou a dieta mediterrânica a um menor risco de insónia, reforçam a necessidade de explorar como os alimentos ultra processados podem influenciar negativamente o sono. O estudo sugere que mais pesquisas, tanto epidemiológicas como clínicas, são necessárias para compreender melhor a causalidade e os mecanismos envolvidos.

  • Refrigerantes e bebidas açucaradas;
  • Snacks salgados (batatas fritas, biscoitos, etc.);
  • Bolachas recheadas e bolos industrializados;
  • Cereais de pequeno-almoço açucarados;
  • Pizzas congeladas;
  • Salsichas e outros enchidos processados;
  • Sopas instantâneas e noodles instantâneos;
  • Barras de cereais e barras energéticas;
  • Gelados e sobremesas lácteas industrializadas;
  • Refeições prontas congeladas.