Título do arquivo

Autem vel eum iriure dolor in hendrerit in vulputate velit esse molestie consequat, vel illum dolore eu feugiat nulla facilisis at vero eros et dolore feugait.

Arquivo Mensal agosto 30, 2024

Demência: quando a mente perde os sentidos

A versão internacional da revista The Lancet apresentou recentemente um relatório com a descrição dos fatores de risco associados à demência. O estudo conclui que que adultos com mais de 65 anos, que apresentam deterioração sensorial ao nível da visão, estão mais vulneráveis ao risco de desenvolver a doença, em cerca de 50%.

Para os especialistas, a perda de visão estar associada a esta síndrome não é uma surpresa. Isto porque, nessa lista, já se encontrava identificada outro tipo de disfunção sensorial, como é o caso da perda auditiva. Outros fatores de risco mencionados são a diabetes, fumar, hipertensão e isolamento social.

Como é que as perdas sensoriais podem contribuir para a demência?

Segundo, o professor de Psiquiatria, Gill Livingston, que liderou esta comissão de prevenção para a Demência, a máxima que se aplica ao tecido cerebral é “usar ou perder”. Isso significa que, quando as pessoas manifestam algum tipo de perda sensorial, como de visão ou audição, o cérebro está a ser menos exposto a estimulação cognitiva, o que pode levar à atrofia cerebral.

Recomendações dos especialistas

Para avaliar a sua saúde ocular, agende uma consulta com um oftalmologista, uma vez por ano. Para um teste de audição, poderá consultar um audiologista ou um médico otorrinolaringologista. Se revelar alguma perda auditiva ou visual, o recomendado é que a trate o mais depressa possível. Ao fazê-lo, estará não só a reduzir o risco de demência, como também a potenciar uma melhor qualidade de vida.

Gare do Oriente com nova iluminação para mais segurança

A Gare do Oriente, em Lisboa, já conta com um renovado sistema de iluminação. Poderá assim trazer mais segurança aos utilizadores tanto do terminal rodoviário como da estação de comboios no último piso. Inaugurada há 26 anos, a maior estação de caminhos de ferro portuguesa já mostrava profundos sinais de deterioração das instalações elétricas.

Segundo a Infraestruturas de Portugal, o objetivo da intervenção é garantir mais segurança e conforto aos passageiros que utilizam a Gare do Oriente. Além disso, o novo sistema de iluminação proporciona uma solução de maior sustentabilidade e eficiência energética.

“Esta infraestrutura estava dotada de iluminação que se encontrava em final de vida útil e que resultava em várias avarias recorrentes nos equipamentos de iluminação, e que justificavam as sucessivas intervenções de manutenção para garantir a boa iluminação geral da Estação”, explica a Infraestruturas de Portugal, em comunicado.

Intervenção na Gare do Oriente em números

Uma das principais metas da recente intervenção da estrutura foi garantir a segurança noturna dos passageiros. Assim, foram substituídos 8.506 aparelhos de iluminação, divididos entre a estação ferroviária (1.240), a estação rodoviária (352), as zonas comuns da estação (4.696) e o estacionamento subterrâneo (2.218).

A Gare do Oriente conta ainda com novas máquinas de venda de bilhetes.

O investimento na obra de renovação foi de 889 mil euros. A inauguração da Gare do Oriente aconteceu em maio de 1998.

GUX3ylsX0AANkyB-1-300x300 Gare do Oriente com nova iluminação para mais segurança

GUX30iVXQAAszkL-1-300x300 Gare do Oriente com nova iluminação para mais segurança

Imagens: Infraestruturas de Portugal

Mais de 300 mil utentes do SNS arriscam perder médico de família

A Administração Central do Sistema de Saúde está a notificar os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para procederem à atualização dos dados das fichas de inscrição e, assim, evitar que percam o médico de família.

As notificações estão a chegar por e-mail ou SMS. Destina-se, por isso, aos portugueses que têm informação incompleta nas respectivas fichas da base de dados do Registo Nacional de Utentes. O RNU detetou mais de 320 mil casos de inscrições com informação incompleta.

Depois de notificados, os utentes terão 90 dias para regularizar e/ou atualizar as informações junto de uma Unidade de Saúde Familiar. Não é obrigatório que seja o Centro de Saúde da área de residência. Caso não o facam, os utentes podem ser retirados dos registos.

“Para um SNS +próximo fique +próximo. Utente SNS, atualize os seus dados obrigatórios junto de uma unidade de saúde do SNS. Obrigado”. Estima-se que mais de 260 mil pessoas vão receber uma mensagem como esta. Existirá notificação desde que haja um número de telemóvel ou e-mail associado.

SNS quer “registos ativos”, mas “não há limpeza”

Em entrevista à SIC Notícias, o Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar explica que o regulamento do RNU estipula que a inscrição pressupõe um registo ativo. O processo é feito através do preenchimento integral dos dados biográficos do utente e a apresentação de documentação de identificação e registo de residência nacional. 

No entanto, a Administração Central do Sistema de Saúde esclarece que não haverá qualquer limpeza. “O que se está a fazer é uma melhoria da base de dados existente”, garantiu André Trindade, também em entrevista à SIC.

Até agora, a atualização de dados era feita pelos assistentes operacionais dos Centros de Saúde. As unidades recebiam as notificações e contactavam os utentes. É importante destacar que o e-mail ou a mensagem nunca vai pedir informações pessoais aos utentes, uma vez que será apenas uma notificação.

Este é o sintoma de depressão que muitos ignoram

Os anos dourados devem ser exatamente isso – dourados. Para muitos, são. A taxa de depressão entre pessoas com 60 ou mais anos é de cerca de 6%, um valor inferior ao da população em geral. Contudo, é crucial reconhecer que entre idosos com 85 anos ou mais, essa taxa aumenta para 27%. Em muitos casos, a depressão passa despercebida ou não é tratada. Embora sentir-se triste ocasionalmente seja natural, a depressão não é uma parte normal do envelhecimento. Reconhecer os sinais é essencial, pois é tratável.

O sintoma de depressão que muitos ignoram

Um sintoma inesperado de depressão em idosos que frequentemente passa despercebido é a fadiga. “Uma pessoa deprimida muitas vezes carece de energia mental, motivação e tem dificuldades para dormir. Esse sono inadequado resulta em fadiga e cansaço durante o dia”, aponta Faith Atai, especialista em geriatria.

Explica ainda que pessoas deprimidas geralmente não se exercitam, não se alimentam adequadamente e não dormem bem, o que contribui para a fadiga. “A fadiga não é apenas um cansaço normal. É uma falta de energia crónica e extrema em que se pensa que não se consegue fazer nada”, afirma.

Quando a fadiga é um sintoma de depressão, geralmente vem acompanhada de outros sinais, como alterações no sono, apetite, sentimentos de desesperança, inutilidade, culpa, sensação de ser um fardo, e até pensamentos suicidas. Faith Atai destaca que uma pessoa deprimida frequentemente abandona atividades que antes lhe traziam alegria. Essas mudanças podem ser indícios de que a fadiga é um sintoma de depressão.

Como lidar com a fadiga

Se um idoso estiver a sentir fadiga de forma regular, o primeiro passo é consultar um médico. É importante descartar causas médicas para a fadiga, como distúrbios da tireoide, problemas cardíacos, deficiência de ferro ou vitamina B12, que podem impactar a energia e o humor, conforme explica a professora de psiquiatria geriátrica Susan Maixner.

Para depressão leve a moderada, a terapia pode oferecer um espaço seguro para discutir problemas e aprender técnicas de gestão de ansiedade e depressão. Em casos mais graves, a medicação, combinada com aconselhamento, é altamente eficaz, de acordo com Susan Maixner.

Enquanto procura ajuda, há maneiras de gerir a fadiga causada pela depressão. Os médicos recomendam uma alimentação rica em nutrientes para fornecer energia, além de exercícios físicos (quando possível). “Ser social e estar com outras pessoas frequentemente eleva a energia e diminui a concentração na fadiga”, acrescenta.

Zara abre segunda maior loja do mundo em Lisboa

Está para breve a abertura da segunda maior loja Zara no mundo. O edifício que albergava a antiga Pastelaria Suíça, na Praça do Rossio, é o local escolhido pelo grupo espanhol Inditex para abrir o novo ponto de venda da marca de roupa, calçado e acessórios. 

A inauguração da loja acontece a 5 de setembro e antecede a esperada abertura de portas. Há vários meses que o edifício estava a ser intervencionado. O novo espaço terá 7.700 metros quadrados de área e vai ocupar assim grande parte do quarteirão do Rossio. A loja terá também janelas e portas para as traseiras, viradas para a Praça da Figueira. 

O novo ponto de venda da Zara está inserido num lote de quatro edifícios, adquiridos pela também espanhola Mabel Capital em 2018 por 62 milhões de euros. Assim, além desta insígnia, o espaço vai receber diversas outras marcas.

zara02-1-300x200 Zara abre segunda maior loja do mundo em Lisboa

Zara e Zara Home juntas no mesmo espaço

Em termos de área, a nova loja de Lisboa será apenas superada pela gigantesca Zara em Madrid, com 9.900 metros quadrados. A loja situada no edifício “España” dá emprego a mais de 300 pessoas de 20 nacionalidades diferentes. Dentro do espaço, estão disponíveis também as insígnias Zara Home e Stradivarius.

Em Portugal, a nova loja do Rossio também terá uma área dedicada à Zara Home, a marca de artigos para a casa. 

Na Grande Lisboa, esta insígnia existe atualmente no Colombo (a maior do país), nos centros comerciais Amoreiras, Oeiras Parque, CascaiShopping, Alegro Montijo e Almada Fórum. Há também espaços físicos de rua nas avenidas Guerra Junqueiro e António Augusto Aguiar. 

Desde janeiro que a Zara Home tem também um espaço For&From no Freeport, em Alcochete. A iniciativa da Inditex serve para integrar trabalhadores com deficiência. Portugal foi o terceiro país do mundo a receber este conceito de loja, depois de Espanha e Itália.

Este é o pior hábito para uma noite de sono profunda

Se faz parte dos muitos milhões que sofrem de dificuldades para dormir, sabe o quão frustrante pode ser passar a noite em claro, revirando-se na cama, em vez de desfrutar de um sono profundo e reparador. Provavelmente, já experimentou de tudo, desde melatonina a chá calmante, ou até mesmo técnicas como recitar o alfabeto de trás para a frente.

Infelizmente, forçar o sono raramente é eficaz. O que realmente influencia a qualidade do sono são os hábitos diários, incluindo a alimentação, o exercício, a gestão do stress e a forma como passamos o tempo livre. De todos esses hábitos, um dos mais prejudiciais, segundo estudos científicos, é o uso de ecrãs à noite.

O que deve fazer para um sono reparador?

Embora já tenha ouvido que usar o telemóvel, computador ou ver televisão antes de dormir não é aconselhável, colocar isso em prática pode ser desafiador. Mesmo com filtros de luz azul, que reduzem o impacto da luz emitida pelos dispositivos, o conteúdo visualizado ainda pode prejudicar o sono, provocando respostas emocionais que dificultam o relaxamento.

O Dr. Brandon R. Peters, especialista em sono, recomenda limitar o tempo de ecrã duas horas antes de dormir. Em vez disso, sugere atividades mais tranquilas e aborrecidas, como ouvir música suave, praticar meditação ou ler um livro impresso. Além disso, estabelecer uma rotina noturna consistente pode ajudar a preparar a mente, criando uma antecipação natural do descanso. Guardar o telemóvel fora do quarto, como na cozinha, pode ser uma estratégia eficaz para evitar a tentação de usá-lo à noite e, assim, melhorar significativamente a qualidade do seu sono.

IRS: Salários até 1.175€ livres de descontos em setembro e outubro

O Governo já publicou as novas tabelas de retenção na fonte para o Imposto sobre Rendimentos Singulares (IRS). Tal como o Ministério das Finanças tinha adiantado, os contribuintes teriam de ser compensados pelos descontos realizados a mais nos salários desde o início do ano, por ser uma descida com retroativos a janeiro.

Em setembro e outubro, todos os trabalhadores dependentes vão ver o valor líquido do salário subir. Na prática, o Estado vai devolver – em duas parcelas – todo o valor que foi pago a mais em IRS e que não está em conformidade com as novas tabelas de retenção na fonte. Acima de tudo, a meta é que todos passem a descontar menos a partir de novembro

Assim, todos os trabalhadores dependentes com salários até 1.175 euros brutos ficam isentos de pagamento deste imposto durante dois meses. A medida tem caráter extraordinário apenas para colocar em marcha o mecanismo de correção dos nove salários recebidos com as anteriores tabelas (oito meses + subsídio de férias).

Depois, a partir de novembro passam a ser aplicadas as novas tabelas de retenção na fonte, para fazer cumprir a descida do IRS votada no Parlamento. Os descontos voltam a incluir todos os rendimentos a partir dos 935 euros. No caso dos reformados, a partir dos 937 euros para não casados sem filhos. A isenção extraordinária nas pensões é aplicada até aos 1.202 euros brutos. Nessa altura, passam a ser aplicadas novas taxas inferiores às que estiveram em vigor entre janeiro e agosto.

As alterações foram aprovadas no Parlamento com os votos a favor do PS e do Chega e o PSD (no Governo) votou contra.

Salários com menos IRS. Mas quanto?

O Ministério das Finanças publicou alguns exemplos para explicar como será feito o cálculo do reajuste de salários em setembro/outubro e a partir de novembro.

Por exemplo: Um contribuinte solteiro sem filhos com um salário até 1.000 euros brutos descontava até agora 82 euros para IRS (à taxa de 8,2%). Em setembro e outubro passa a pagar zero mas em novembro e dezembro volta a descontar. Porém, a taxa de imposto desce para os 7,6% e passa a entregar ao Estado 76 euros. A poupança real será de apenas 8 euros.

Do mesmo modo, um trabalhador também solteiro sem filhos mas que aufere um ordenado de 1.500 euros brutos, descontava até agora 203 euros de IRS. Com o ajuste de setembro e outubro, vai pagar apenas 12 euros. Em novembro, volta a aproximar-se do que pagava antes (189 euros). A taxa cobrada era de 13,5% e passa para 12,6%.

No caso dos pensionistas e reformados, o período de ajuste de rendimentos pode estender-se até novembro

Quem ficou desempregado durante o ano de 2024 não terá direito a reembolso. Os trabalhadores que receberam aumentos salariais saem beneficiados, porque o fisco vai considerar que aqueles contribuintes obtiveram os novos rendimentos desde janeiro.

Todas os casos que não sofrerem ajustes agora, serão tratados em 2025, na campanha de apuramento de IRS.

Lisboa lança App que revela risco sísmico de edifícios

O lançamento da aplicação móvel de auxílio à prevenção de sismos já estava nos planos da Câmara Municipal de Lisboa. O lançamento foi agora acelerado depois do recente sismo sentido em Portugal, em particular nos distritos de Lisboa e Setúbal. A app está praticamente pronta e será apresentada em breve.

Chama-se LxReSist e foi apresentada na Conferência Europeia sobre Engenharia, que decorreu na cidade. O objetivo é informar os utilizadores sobre a qualidade dos edifícios onde residem ou trabalham. Através de uma catalogação, é avaliada a vulnerabilidade das construções e, dessa forma, permite a prestação de informação útil sobre que ações devem ser adotadas para prevenir os riscos associados a um tremor de terra.

Durante a conferência de engenharia, a responsável pelo projeto explicou que, em cenário de catástrofe, é necessário adotar comportamentos proativos. No caso de um sismo, ter um kit de emergência é fundamental. 

Carlos Moedas destaca a preparação da autarquia para este tipo de ocorrências no “X”, Moedas explica: “Lisboa tem investido na prevenção e preparação da cidade em caso de eventos sísmicos. Através do programa RESIST temos avaliado e reforçado edifícios e viadutos, temos apostado na divulgação de informação junto das pessoas e colocámos duas sirenes de aviso de tsunami em sítios estratégicos”.

Sismo sentido em Lisboa

Um abalo de magnitude 5,3 na escala de Richter acordou centenas de milhares de portugueses. Os relógios marcavam 5h11 quando aconteceu um forte abalo, de curta duração. Um sismo sentido em Portugal, Espanha e Marrocos.

O epicentro aconteceu a 60 quilómetros a oeste de Sines, no distrito de Setúbal. O Instituto do Mar e Atmosfera explica que o tremor de terra teve origem a 25 quilómetros de profundidade. os meteorologistas registaram pelo menos cinco réplicas.

Todas as réplicas foram de baixa magnitude e, por isso, não foram sentidas pela população. Não houve registo de danos materiais ou vítimas.

sismo01-300x187 Lisboa lança App que revela risco sísmico de edifícios

Psiquiatra revela as 4 melhores dicas para lidar com a ansiedade

Daniel Amen, psiquiatra e investigador de imagens cerebrais, partilhou recentemente quatro estratégias para gerir a mente e aliviar a ansiedade. O stress e a ansiedade podem afetar o corpo inteiro, causando inflamação, dores e problemas digestivos. Amen sublinha a importância de treinar a mente para controlar pensamentos negativos, que muitas vezes se intensificam descontroladamente.

Entre as soluções apresentadas por Amen encontram-se a respiração diafragmática, ouvir música relaxante, hipnose e uma técnica curiosa: dar um nome ao cérebro para criar uma distância psicológica saudável dos pensamentos negativos.

Ansiedade: Conheça cada uma das 4 dicas

A respiração diafragmática envolve inspirar durante quatro segundos, segurar por um segundo e expirar durante oito, ajudando a ativar o sistema nervoso parassimpático, promovendo um estado de calma. A música relaxante, por outro lado, não só alivia a ansiedade momentaneamente como também melhora a saúde cerebral a longo prazo.

A hipnose é outra técnica recomendada por Amen, ajudando a abrir o subconsciente a sugestões positivas. Finalmente, dar um nome ao cérebro pode ajudar a acalmar a tagarelice mental, criando uma separação entre os pensamentos e a sua aceitação. Esta técnica promove uma abordagem mais distanciada e crítica face aos próprios pensamentos, permitindo uma gestão mais eficaz da ansiedade.

Taxa turística rende mais de 200 milhões para Lisboa em oito anos

Desde que começou a ser aplicada, a taxa turística de dormidas já rendeu 203,2 milhões de euros aos cofres da Câmara Municipal de Lisboa. A cobrança acontece há oito anos e a partir de setembro volta a subir.

O executivo camarário decidiu aumentar a taxa de dormidas para quatro euros. O valor é o dobro do aplicado atualmente e, assim, torna-se o mais alto aplicado em Portugal. Em resposta à agência Lusa, citada pela CNN, a autarquia confirma a entrada em vigor do novo preçário a partir do dia 1 de setembro.

No ano passado, a autarquia arrecadou um valor recorde de mais de 40 milhões de euros com dormidas.

A taxa turística é aplicada por dormida e por hóspede, desde que com idade superior a 13 anos, alojado em empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local. Porém, o valor só pode ser cobrado até ao limite de sete dormidas por estadia.

Taxa Turística: 2016, 2019 e 2024

Inicialmente, a taxa turística aplicada em janeiro de 2016 correspondia a um euro por dormida, tanto para hóspedes nacionais ou estrangeiros. Nesse ano, a Câmara arrecadou mais de 11 milhões de euros. O ganho subiu gradualmente com o passar dos anos.

Em 2019, o valor foi atualizado pela primeira vez e duplicou, para dois euros. Nesse ano, o ganho foi de 36,1 milhões de euros.

Nos dois anos seguintes, o lucro com a taxa caiu por causa do impacto da pandemia. Ainda assim, entraram nos cofres da autarquia cerca de 22 milhões de euros. Desde então que o ganho não tem parado de subir e estima-se que bate um novo recorde em 2024.

Já a taxa turística de chegada por via marítima, que se aplica a todos os passageiros que desembarquem de navio de cruzeiro em trânsito, a taxa também duplica, de um para dois euros.

A liquidação compete a quem explora os empreendimentos turísticos e os estabelecimentos de alojamento local do concelho.