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Este é o truque para contornar a oscilação do preço dos combustíveis

Já lá vai o tempo da gasolina e do gasóleo a dois euros por litro, em que cada ida a um posto de abastecimento significava um rombo brutal no orçamento das famílias. Nada garante que os preços dos combustíveis não regressem a esses patamares dada a conjuntura instável na energia a nível internacional.

Como em anos anteriores, 2024 trará muitas oscilações no valor a pagar pelos combustíveis em Portugal. O ano arrancou com alguns avanços e recuos que conduziram, no final de janeiro, o preço do diesel para 1,57€/litro. No caso da gasolina, estava a custar 1,64€/litro. Atenção: Isto são preços médios (consultados entre os dias 23 e 25 de janeiro).

Para milhares de famílias a dor de cabeça vai certamente continuar, mas se fizer uma gestão cuidadosa do seu orçamento mensal (ou anual) e tirar proveito do mercado livre, verá que a poupança pode ser uma realidade. Em último caso, até pode pegar no dinheiro que poupou e investi-lo. Tê-lo parado, quando tem oportunidade de o fazer render, é que não é uma boa opção nesta altura. A escolha é sua.

É importante saber que o mercado dos combustíveis em Portugal é livre. Ou seja, cada marca e cada posto de abastecimento tem autonomia para vender os combustíveis aos preços que entender. Por outro lado, o consumidor (você) também é livre de escolher em que local quer encher o depósito do seu carro e que preço estará disposto a pagar.

Bom, isso já todos fazemos, não é?

Decida o que fazer para poupar

Sabia que existe uma ferramenta que está à disposição de todos nós (também livre) e que permite acompanhar – diária, semanal ou mensalmente – o preço dos combustíveis de todas as bombas de abastecimento do país? 

É na página Preço dos Combustíveis Online, da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), que pode consultar essa informação. Trata-se de um website do Estado onde estão disponíveis dados atualizados sobre o preço que todas as “bombas” estão a praticar. Por lei, são obrigadas a comunicar todas as alterações aos preços.

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É uma ferramenta interativa onde é possível obter várias informações. Talvez a mais importante seja a que permite saber que, até na mesma freguesia, cidade (ou na mesma rua!), pode encontrar preços completamente diferentes relativos ao mesmo combustível.

Contorne a variação de preços dos combustíveis

Aceda à página e selecione o tipo de combustível que habitualmente usa para abastecer o seu carro (conforme na imagem abaixo). Não escolha marcas nem postos, de forma a que apareçam todas as opções. Neste exemplo, colocamos o distrito “LISBOA”, o concelho “LOURES” e o combustível “GASÓLEO SIMPLES”.

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De seguida, terá acesso a uma tabela (semelhante à mostrada abaixo), onde consegue ter acesso à informação dos preços que todos os postos de abastecimento (neste caso, de Loures) estão a praticar em relação ao gasóleo simples (que escolhemos anteriormente). Por defeito, a tabela organiza os dados do posto mais barato para o mais caro

Verá que o mais barato está a cobrar 1,52€/litro e que no mais caro o preço chega a 1,74€/litro. É uma diferença de 22 cêntimos.

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Afinal, qual é o truque?

Mais do que estar atento ao preço que o seu posto habitual cobra pelos combustíveis, é importante ser você a tomar iniciativa para escolher em que local quer abastecer para pagar menos. Assim, não terá propriamente de esperar pela oscilação dos preços e até pode contorná-la.

Esteja também atento às promoções das várias marcas, ao tipo de combustível que vendem e se lhe compensa fazer deslocações a maiores distâncias para abastecer mais barato (em certos casos, o que compensa pode sair mais caro).

Dívidas para pagar dívidas. Há famílias com 20 créditos acumulados

São cada vez mais os portugueses a passar dificuldades financeiras e o acesso ao crédito – mesmo que mais dificultado – está a tornar a vida de muitas famílias verdadeiramente insustentável. A DECO volta a alertar para a situação e faz um retrato preocupante.  Sobretudo nos últimos dois anos, desde que a crise inflacionista atingiu o país.

“Estamos a encontrar muitas famílias com muitos créditos, o que não acontecia há uns anos. Com 20 empréstimos, com muitos cartões de crédito e isso está a acontecer na tentativa de resolver o problema”, explica Ana Passos, da DECO, à SIC Notícias.

Muitas famílias têm-lo feito para garantir liquidez e amortizar empréstimos mais antigos. Além de não estarem a utilizar dinheiro próprio, estão a comprometer-se com o pagamento de outras dívidas e mais juros. Nesses casos, o efeito “bola de neve” pode ser uma realidade se não forem analisados todos os prós e contras.

Há opções: pedir a renegociação ou optar pelo crédito consolidado, por exemplo.

“Muitas famílias têm utilizado o crédito ao consumo para pagar outros créditos, por dificuldades financeiras. E isso vai dificultar ainda mais a vida das famílias”, alerta Ana Passos.

 

Pedir ajuda? Muitos já o fizeram

 

É na classe média que existem mais casos de agregados a pedir ajuda. De acordo com a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado (RACE), em declarações ao Jornal de Notícias, o maior número de pedidos vem de mulheres solteiras e com rendimentos abaixo dos 1.000 euros/mês.

Em 2022, a RACE moderou quase 700 casos de renegociação de dívidas junto de instituições bancárias ou de crédito. O número disparou em 2023: só no primeiro semestre foram 933.

 

Já validou as faturas do ano passado? Atenção aos prazos

Tome nota: 26 de fevereiro. É a data limite definida pelo Governo para poder validar todas as faturas com o seu número de contribuinte ou inserir outras que não tenham entrado automaticamente no sistema do fisco.

Através das redes sociais, a Autoridade Tributária e Aduaneira já comunicou que a validação de faturas deve ser devidamente efetuada para que todos os documentos possam constar nas contas de apuramento do Imposto sobre Rendimentos Singulares (IRS).

Ao validar corretamente as faturas, poderá otimizar o reembolso. Isto, claro, se estiver nas condições para reaver parte do imposto que pagou ao Estado ao longo do ano. É importante lembrar que, se não é reembolsado, significa que não descontou a mais.

 

Como fazer?

O processo é simples e a explicação já está disponível em vídeo no Youtube da AT. A validação de faturas pode ser feita através do Portal das Finanças e pela aplicação E-fatura. Ao aceder, vai encontrar a lista de faturas pendentes. São essas que terá de validar, uma vez que o sistema não consegue filtrar automaticamente a que setor de atividade pertencem.

Depois, deverá acrescentar também se a despesa aconteceu no âmbito da atividade profissional (serve essencialmente para trabalhadores independentes e empresas) e validar.

 

E se não validar?

As faturas não validadas perdem valor e não contam para o apuramento do IRS. 

Atenção: Não deixe tudo para a última. Normalmente o site das finanças sobrecarrega nos últimos dias disponíveis e o processo de validação torna-se mais lento.

Outros prazos

15 de fevereiro é outra data a ter em conta. É até este dia que terá de comunicar ao Estado qualquer alteração ao seu agregado familiar, nomeadamente nascimentos, óbitos, divórcios ou quando um filho completar 26 anos de vida.

 

Preços sobem nos CTT. Selo passa a custar 65 cêntimos

​Os preços a pagar pelos serviços de correio regulado nos CTT vai subir, em média, 9,49% de 1 de fevereiro. A informação é revelada ao ECO por fonte familiarizada com a situação. Segundo o jornal, a informação já foi oficialmente confirmada pela empresa operadora de serviço postal em Portugal.

O selo por correio normal, por exemplo, vai custar mais quatro cêntimos. Sobe de 61 para 65 cêntimos (até 20 gramas). Já o correio azul fica 10 cêntimos mais caro (passa de 80 para 90 cêntimos).

Aumento de preços podia ter sido maior

Segundo o ECO, para este ano, os CTT poderiam ter aumentado os preços, em média, 14,83%, mas optaram por propor um agravamento inferior justificado pela conjuntura inflacionista que Portugal viveu em 2023.

Em comunicado, os CTT explicam que a empresa decidiu “absorver uma parte substancial do aumento que resultaria da aplicação da fórmula prevista”, acordada com a ANACOM e a Direção-Geral do Consumidor.

Apesar do alívio, os preços a praticar a partir de fevereiro vão subir mais do que em março de 2023. Nessa altura, a empresa anunciou uma subida na ordem dos 6,58%.

Quer comprar casa em Lisboa? Saiba qual o salário necessário

Não é surpresa que é em Lisboa – com larga margem – que estão as casas mais caras do país e até da Europa. Assim, de acordo com um estudo levado a cabo pela plataforma online HelloSafe, para adquirir uma casa de 100 metros quadrados, é necessário um salário mensal bruto de 6.123 euros. Este valor é substancialmente superior ao necessário para comprar uma casa no Porto, onde são exigidos 3.477 euros por mês.

Porém, a verdade é que a cidade nortenha só ocupa o quatrto lugar do ranking, sendo superado por Madeira, com 3.573 euros, e Faro, que fecha o pódio com 3.495 euros.

Os salários em Portugal

Ora, tendo em consideração que mais da metade da população portuguesa ganhou menos de mil euros por mês em 2022, de acordo com dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, comprar casa em Portugal é cada vez mais uma possibilidade ao alcance de uma minoriz.

Além disso, o salário médio bruto em Portugal não passou dos 1.411 euros. Ou seja, menos de metade do necessário para comprar casa em qualquer um dos distritos dque ocupam o top-10 nacional.

O acesso à habitação é uma das principais preocupações em Portugal, devido aos preços elevados das casas, do arrendamento, das taxas de juros e à dificuldade no acesso ao crédito. Tudo isto para além dos baixos salários da maioria da população.

Os preços medianos das casas no continente ultrapassaram pela primeira vez os 1.500 euros por metro quadrado, chegando a 1.740 euros para habitações novas, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística.

A taxa de esforço em causa

Em Lisboa, o valor mediano das vendas no 1º trimestre de 2023 foi de 3.965 euros por metro quadrado, enquanto no Porto atingiu os 2.609 euros. Isso significa que, em média, uma casa de 100 metros quadrados custaria cerca de 396 mil euros em Lisboa e 260 mil no Porto.

O estudo considera um empréstimo a 25 anos, uma taxa de esforço de um terço e uma entrada pessoal de 10% do valor do imóvel, que é o mínimo atualmente exigido pelos bancos.

Para uma casa de 400 mil euros com um empréstimo de 25 anos, as prestações mensais simuladas ficam nos dois mil euros. Assim, e tendo em conta a taxa de esforço tal traduz-se em valores mensais de cerca de seis mil euros.

Os requisitos variam de distrito para distrito, com valores mensais substancialmente inferiores em cidades como Guarda (771 euros), Portalegre (816 euros) e Castelo Branco (879 euros). A plataforma estima que, em média, o salário mínimo bruto necessário para comprar uma casa de 100 metros quadrados em Portugal seja de 3.147 euros.

E em Espanha?

Em comparação com Espanha, em que a média salarial é de 1.822 euros, um estudo semelhante aponta para um salário de 3.200 euros necessário para obter um empréstimo para uma casa de 100 metros quadrados, destacando a discrepância entre a realidade socioeconômica de Portugal e os preços das casas.

Feira de startups promete investimento dos 50 mil aos 5 milhões de euros

Os pequenos empresários e criadores de startups (empresas pequenas com um potencial muito grande de crescimento) frequentemente debatem-se com problemas de financiamento. A European Angel Investment Summit (EAIS23) realiza-se nos dias 10 e 11 de Agosto em Bruxelas e é destinada a todas as indústrias e sectores, para empresas sediadas na UE ou que exercam actividades em qualquer país da UE.

As candidaturas para o EAIS23 já se encontram abertas e correspondem a um processo de 5 etapas das quais se destacam as seções onde se descreve o projeto, a organização e o perfil dos candidatos, para além da submissão de alguma documentação legal relativa aos candidatos e organização.

As candidaturas encerram no dia 3 de Setembro. Até lá pode visitar o Portal InvestEU para ver alguns dos projetos que estão abertos a financiamento para se inspirar na sua candidatura. Caso queira comparecer como Investidor a EAIS23 tem também um formulário específico para investidores bem como uma base de dados de algumas startups que ainda estão abertas a investimento.

Nómadas digitais estão a abandonar Lisboa e novo destino de eleição surpreende

Em 2022, Lisboa conquistou o título de melhor destino para nómadas digitais, numa análise que teve em consideração 15 cidades. Porém, este ano o cenário é bastante diferente. A capital portuguesa viu a sua posição cair cinco lugares na lista que este ano teve 20 destinos em análise.

O Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, destronou Lisboa e é agora o novo líder. Além disso, Málaga (Espanha), Miami (Estados Unidos) e Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) também superaram a cidade portuguese na preferência dos nómadas digitais, revela um estudo divulgado pela agência Bloomberg, baseado em dados da consultora Savills.

Preços das rendas afastam nómadas digitais

A consultora justifica a queda de Lisboa pelo aumento significativo das rendas, assinalando mesmo que “dispararam”. O Algarve também desceu cinco posições, ocupando agora o nono lugar.

A Savills destaca que o custo das rendas em habitações premium desempenha um papel crucial na decisão dos nómadas digitais. Além disso, têm ainda em consideração fatores como qualidade de vida, clima, velocidade da internet e ligações aéreas.

O Dubai apresenta vantagens em diversos desses aspectos, especialmente pelas inúmeras ligações aéreas a mais 100 países e 240 destinos. Além disso, nos últimos anos, verifica-se um rápido crescimento no setor de tecnologia, o que atrai muitos nómadas digitais.

Málaga é uma estreia e logo diretamente para a vice-liderança. De acordo com a consultora, tal poderá dever-se em grande medida à inauguração do centro global de cibersegurança da Google na cidade espanhola.No terceiro lugar da lista encontra-se Miami, conhecida pelas praias e também pela reduzida carga fiscal.

Casas impressas em 3D estão a chegar a Portugal para combater crise da habitação

O objetivo da Vanguard Properties e da Ecosteel passa por produzir três mil casas por ano com recurso à tecnologia 3D, algo inédito no nosso país.

Para concretizar esse ambicioso projeto, a Holding Permanente, empresa fundada por José Maria Ferreira, da Ecosteel, e José Cardoso Botelho, da Vanguard Properties, adquiriu o antigo estaleiro da Construtora Lúcios, que será transformado num complexo fabril. Para os próximos 18 meses, a meta é ter 300 casas prontas.

Objetivo é arrancar já em agosto

As condições do estaleiro adquirido são ideais para a implementação da tecnologia de impressão 3D, e a Holding Permanente planeia ter uma impressora 3D em funcionamento ainda neste mês de agosto para construir o primeiro protótipo de habitação. O projeto inovador foi desenvolvido em parceria com as Faculdades de Arquitetura do Porto e de Engenharia do Minho.

Além da aquisição do estaleiro, a Holding Permanente também comprou a Companhia Vidreira do Porto (Covipor) para aumentar a eficiência e a rapidez na produção de habitações, possibilitando a venda a preços mais acessíveis e, desta forma, contribuir para mitigar a atual crise habitacional.

A abordagem inovadora à construção pode trazer uma nova esperança para muitos que enfrentam dificuldades em encontrar um lar.

Cidade mais barata para estudar fica em Portugal

A nortenha Bragança é a cidade mais barata da Europa para estudantes, de acordo com o estudo “Best City for International Students 2023” da Moving to Spain, publicado recentemente.

O aluguer de um quarto no centro da cidade transmontana custa apenas 260 euros por mês, tornando-se a opção mais acessível em comparação com as restantes cidades analisadas.

Em segundo lugar surge de Varna, na Bulgária, com uma média mensal de 333 euros para aluguer de quartos, seguida por Ilmenau, na Alemanha, onde um quarto custa, em média, 350 euros por mês.

Cerveja mais barata da Europa também fica em Bragança

O estudo destaca que Bragança é especialmente atraente para estudantes que têm um orçamento limitado, mas desejam estudar na Europa. A cidade não só oferece um custo de vida mais baixo, mas também apresenta a cerveja mais barata em comparação com as cidades em análise. 

Por outro lado, Maastricht, nos Países Baixos, é a cidade preferida pelos estudantes internacionais. Oferece segurança e cursos bem conceituados. No topo da lista das cidades mais desejadas na Europa está Dublin, capital da Irlanda, seguida por Barcelona e novamente Maastricht.

O estudo teve por base o preço da habitação, comparando os valores de aluguer de quartos em diferentes cidades. Embora muitos estudantes na Europa optem por morar em residências universitárias, viver fora do campus pode ser uma escolha mais em conta.

Projeto português promete redução de 15% na fatura da luz

O projeto TradeRES está a revolucionar os modelos de mercado de eletricidade, apresentando uma abordagem inovadora e quase 100% renovável. Diferente dos modelos tradicionais que têm sido utilizados há décadas, tem como objetivo eliminar o desperdício de energia proveniente de fontes renováveis ao criar um sistema mais eficiente, reduzindo assim o valor da sua fatura da luz.

No mercado tradicional de energia elétrica, as ofertas de compra e venda de energia são feitas com antecedência, o que nem sempre reflete de forma realista a produção disponível no dia seguinte. Isto resulta numa significativa perda de energia renovável.

Porém, isso poderá estar prestes a mudar graças a um grupo de investigadores do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) que está a desenvolver um modelo inovador que promete alterar esta realidade.

Projeto assente em três fases

TradeRES incentiva operações e investimentos eficientes, assegurando um fornecimento estável de eletricidade ao mesmo tempo que mantém os custos baixos e distribui os riscos de forma justa.

Como explica o ZAP, o projeto é composto por três fases: modelar e simular novos agentes, procedimentos e mecanismos de mercado; desenvolver ferramentas de acesso aberto e analisar mercados de eletricidade com quase 100% de energia renovável; e, ainda, envolver as principais partes interessadas no desenvolvimento, melhoria e uso das novas ferramentas de simulação de mercado.

As sugestões apresentadas pelo grupo do ISEP incluem o encurtamento do horizonte das ofertas em mercado, reduzindo o período de negociação para apenas alguns minutos e incorporando modelos que lidem com a incerteza e variabilidade da produção de energia.

Os resultados preliminares indicam que uma família convencional poderá reduzir até 15% dos custos da conta de energia se as propostas do TradeRES forem implementadas. Além das vantagens financeiras, o projeto tem como objetivo promover a preservação do ambiente, contribuindo para uma sociedade mais sustentável e amiga do planeta.