Título para tag

Autem vel eum iriure dolor in hendrerit in vulputate velit esse molestie consequat, vel illum dolore eu feugiat nulla facilisis at vero eros et dolore feugait.

Arquivo de tag insonia

O truque ponte alfa vai ajudá-lo a adormecer mais depressa (e até funciona nos aviões)

Adormecer num avião pode ser um verdadeiro desafio devido ao ruído e ao desconforto. No entanto, uma técnica conhecida como Método da Ponte Alfa promete ajudá-lo a adormecer rapidamente, mesmo em condições adversas. Esta estratégia foi originalmente desenvolvida pela Marinha dos EUA para ajudar os pilotos a relaxar e descansar sob pressão.

O que é o método da Ponte Alfa?

Popularizado pela psicóloga Erica Terblanche no TikTok, o Método da Ponte Alfa tornou-se viral, acumulando mais de 1,4 milhões de visualizações. A técnica envolve uma combinação de movimentos oculares e exercícios de relaxamento mental que estimulam as ondas cerebrais alfa, conhecidas por facilitar o estado de transição entre a vigília e o sono.

Como Experimentar o Método

  1. Adote uma posição confortável, seja sentado ou deitado.
  2. Feche os olhos e conte até 30.
  3. Abra os olhos ligeiramente, criando um efeito de “meia-lua”, e conte até 5.
  4. Repita os passos anteriores.
  5. Feche os olhos e concentre-se na respiração lenta pelo nariz.

Terblanche afirma que muitos adormecem no primeiro ciclo, mas, caso isso não aconteça, recomenda repetir o processo sem pegar no telemóvel.

Como funciona?

A técnica utiliza movimentos oculares e relaxamento mental para aumentar as ondas cerebrais alfa, essenciais para acalmar a mente e facilitar o sono. Especialistas como Shelby Harris, psicóloga clínica e diretora da Sleep Health at Sleepopolis, confirmam a eficácia do método. No entanto, é importante combiná-lo com boas práticas de higiene do sono, como:

  • Manter o ambiente escuro e silencioso.
  • Evitar refeições pesadas antes de dormir.
  • Desligar dispositivos eletrónicos pelo menos uma hora antes de deitar.

Limitações do método

Embora eficaz para muitas pessoas, o Método da Ponte Alfa pode não funcionar para quem sofre de distúrbios como insónia ou ansiedade severa. Nesses casos, é aconselhável procurar um plano de tratamento especializado.

Este hábito diário dos portugueses pode ser a razão para as insónias

Para melhorar a qualidade do sono e mitigar as insónias, o especialista em sono e psicólogo clínico Michael Breus recomenda limitar o consumo de café às primeiras horas do dia. “Um dos principais erros que os consumidores de café cometem, e que afeta o sono, é consumir café após o meio-dia”, afirmou Breus ao Well+Good. A cafeína, com seu efeito estimulante prolongado, pode prejudicar o sono e aumentar o risco de insónias, explicou.

Breus sugere que, se cortar o café da tarde for muito difícil, o consumo pode ser estendido até às 14 horas. “Os especialistas geralmente recomendam evitar cafeína pelo menos oito horas antes de dormir, mas isso pode variar conforme a sensibilidade individual à cafeína”, observou.

Café é ‘amigo’ das insónias

A cafeína interfere no sono competindo com a adenosina, uma substância química que induz a sonolência. Adenosina, um neurotransmissor, acumula-se no corpo ao longo do dia, regulando os ciclos de sono-vigília. A cafeína impede este processo, mantendo-nos despertos.

Cada pessoa metaboliza a cafeína de forma diferente, e a genética desempenha um papel crucial na duração do efeito da cafeína no organismo. Algumas pessoas precisam apenas de uma chávena para se manterem alertas, enquanto outras necessitam de várias. Além disso, é recomendável esperar 90 minutos após acordar para consumir a primeira chávena de café. Este intervalo ajuda a equilibrar as hormonas, especialmente a cortisona, principal hormona de stress.

Sofre de insónias? A culpa pode ser dos alimentos ultra processados

Os alimentos ultra processados são conhecidos por estarem associados a doenças cardíacas e diabetes, mas um novo estudo indica que também podem contribuir para as insónias. Investigadores da Universidade Sorbonne Paris Nord, em França, analisaram dados de 38.570 adultos do projeto NutriNet-Santé, cruzando informações sobre a dieta com variáveis do sono. O estudo revelou uma ligação estatisticamente significativa entre o consumo de UPF e um maior risco de insónia crónica, mesmo após ajustamentos para fatores sociodemográficos, estilo de vida, qualidade da dieta e saúde mental.

Marie-Pierre St-Onge, cientista de nutrição e sono da Universidade de Columbia, destacou a importância de compreender o impacto da dieta na qualidade do sono. “Numa época em que os alimentos ultra processados estão em ascensão e os distúrbios do sono são comuns, é crucial avaliar esta ligação”, afirmou St-Onge.

Os dados mostraram que 16% da energia diária dos participantes provinha deste tipo de alimentos e 19,4% apresentavam sintomas de insónias crónica, com uma tendência maior entre os homens. Embora o estudo seja transversal e observacional, não estabelecendo causalidade, levanta questões importantes sobre o papel dos ultra processados na insónia.

Alguns alimentos ultra processados

A epidemiologista Pauline Duquenne, da Universidade Sorbonne Paris Nord, ressalvou a necessidade de investigações futuras para aprofundar o entendimento sobre essa relação. “Embora os dados não provem causalidade, este é o primeiro estudo do género e adiciona valor ao conhecimento existente”, explicou.

Estudos anteriores, incluindo um que associou a dieta mediterrânica a um menor risco de insónia, reforçam a necessidade de explorar como os alimentos ultra processados podem influenciar negativamente o sono. O estudo sugere que mais pesquisas, tanto epidemiológicas como clínicas, são necessárias para compreender melhor a causalidade e os mecanismos envolvidos.

  • Refrigerantes e bebidas açucaradas;
  • Snacks salgados (batatas fritas, biscoitos, etc.);
  • Bolachas recheadas e bolos industrializados;
  • Cereais de pequeno-almoço açucarados;
  • Pizzas congeladas;
  • Salsichas e outros enchidos processados;
  • Sopas instantâneas e noodles instantâneos;
  • Barras de cereais e barras energéticas;
  • Gelados e sobremesas lácteas industrializadas;
  • Refeições prontas congeladas.

O surpreendente efeito de ficar a noite toda acordado para pessoas com depressão

A privação de sono é uma experiência familiar para muitos pais de recém-nascidos, que enfrentam noites agitadas e manhãs desafiadoras. Surpreendentemente, estudos revelaram que a falta de sono pode ter efeitos inesperados no humor, especialmente em pessoas diagnosticadas com depressão grave.

Investigadores da Universidade da Pensilvânia realizaram um estudo com 54 voluntários sem histórico de problemas de humor e 30 com diagnóstico de depressão. Os participantes foram submetidos a exames cerebrais para investigar as diferenças nas funções cerebrais em resposta à privação de sono.

A verdade é que os resultados são… intrigantes. Enquanto a maioria das pessoas sente irritabilidade e cansaço após uma noite sem dormir, quase metade das pessoas com depressão grave experimentou uma melhoria temporária no humor. Este fenómeno desafia a compreensão convencional dos efeitos da falta de sono na saúde mental.

O estudo também revelou mudanças nas ligações cerebrais entre a amígdala e o córtex cingulado anterior em pessoas cujo humor melhorou após a privação de sono. Essas áreas do cérebro estão envolvidas na regulação emocional e cognitiva, sugerindo que a falta de sono pode ter efeitos específicos na comunicação entre essas regiões.

Não dormir não é solução

Embora seja intrigante descobrir que a privação de sono pode temporariamente melhorar o humor em algumas pessoas com depressão, os responsáveis alertam que esse fenómeno não deve ser visto como uma solução para a depressão. A falta de sono tem sido associada a uma série de problemas de saúde, incluindo um maior risco de demência e problemas cognitivos.

No entanto, entender como a privação de sono afeta o cérebro pode fornecer insights valiosos para o tratamento da depressão. A cronoterapia, que envolve a manipulação dos ritmos biológicos do corpo, está a surgir como uma área de pesquisa promissora. Ao entender melhor os mecanismos subjacentes à relação entre sono e humor, os cientistas podem desenvolver novas abordagens para ajudar as pessoas que sofrem de depressão grave.

Em última análise, o estudo destaca a complexidade da relação entre sono, humor e saúde mental. Embora a falta de sono possa ter efeitos temporários surpreendentes no humor, é fundamental abordar a depressão de maneira holística, considerando uma variedade de fatores, incluindo sono adequado, estilo de vida saudável e intervenções terapêuticas.

O truque viral para dormir melhor: “Melhor sono da minha vida”

Numa procura desesperada por dormir melhor, vários utilizadores do TikTok têm recorrido a um método peculiar: atar camisolas à volta da cabeça durante a noite. Esta técnica tem sido amplamente partilhada nas redes sociais e parece estar a ganhar adeptos entre os privados de sono.

Callie Galey, uma criadora de conteúdos, descreveu a experiência como “tão confortável” num vídeo que já vai com mais de 19 milhões de visualizações. Ao transformar uma simples camisola numa máscara de dormir improvisada, Galey afirma ter desfrutado do “melhor sono da minha vida”.

Conheça i truque para dormir melhor

O fenómeno, conhecido como swaddling, não é apenas uma moda passageira. Jéssica Andrade, médica especialista, explicou ao Bustle que o tecido bem enrolado cria uma sensação de segurança e conforto, bloqueando a luz e o som, e potencialmente acalmando a ansiedade.

No entanto, há alguns riscos associados, incluindo restrição do fluxo de ar e irritação da pele. Alternativas mais seguras, como máscaras para os olhos tradicionais, podem ser preferíveis para garantir um sono tranquilo e seguro. Enquanto o debate sobre esta e outras técnicas continua, uma coisa é inegável: a procura por uma noite de sono tranquila está a impulsionar a criatividade e a inovação entre os que sofrem de insónia.

Este é o impressionante efeito de duas noites seguidas a dormir mal

A privação de sono pode envelhecer, alertam os cientistas. Um estudo sueco revela que duas noites mal dormidas podem fazer as pessoas sentirem-se quatro anos mais velhas. Por outro lado, um descanso prolongado de nove horas pode rejuvenescer, fazendo-as sentir-se mais jovens.

A qualidade do sono não só afeta o bem-estar físico, mas também influencia a perceção da idade. Sentir-se mais velho pode levar a hábitos pouco saudáveis, como alimentação desequilibrada e menos exercício. Estas descobertas destacam a importância de proteger o sono para preservar a sua saúde mental e física.

Porém, a reação à privação de sono varia entre as pessoas matutinas e noturnas. Enquanto as primeiras são mais afetadas por uma noite mal dormida, as segundas tendem a sentir-se mais velhas independentemente da qualidade do descanso.

Os efeitos de dormir mal

Dormir mal pode levar não apenas à sonolência diurna, mas também afetar negativamente o humor, a concentração e até mesmo o metabolismo. Além disso, a investigação destaca a importância de manter hábitos saudáveis de sono ao longo do tempo, pois a privação crónica de sono pode ter efeitos cumulativos na saúde e no bem-estar geral.

Por outro lado, a prática regular de exercício físico também foi associada a uma melhor qualidade do sono. As pessoas que se exercitavam duas ou mais vezes por semana tinham menos probabilidades de enfrentar problemas para adormecer. Isso destaca a importância de adotar um estilo de vida ativo para promover um sono saudável e restaurador.

Em suma, tanto o sono adequado quanto a atividade física regular desempenham papéis essenciais na promoção da saúde e no combate aos efeitos do envelhecimento. Investir em hábitos de sono saudáveis e manter-se ativo pode ajudar a manter uma sensação de juventude e promover um bem-estar geral ao longo da vida.

Das insónias às sestas, o que revelam os padrões de sono

Uma investigação recente evidencia os efeitos prejudiciais da falta de sono na saúde física e mental. Para tal, identificou quatro padrões distintos e os seus impactos a longo prazo. O estudo, publicado na revista Psychosomatic Medicine pela Universidade Estadual da Pensilvânia, analisou dados de 3.700 participantes ao longo de uma década, relacionando os seus hábitos com condições de saúde crónicas.

Foram identificados quatro padrões de sono: sono regular, de fim de semana, insónia e sestas diurnas. De forma alarmante, mais da metade dos participantes apresentava padrões abaixo do ideal, sendo os mais comuns a insónia e as sestas diurnas.

Dicas para um sono de maior qualidade

A investigação revelou que aqueles que sofriam de insónia enfrentavam um risco significativamente maior de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes depressão. Da mesma forma, aqueles que faziam sestas diurnas tinham uma maior probabilidade de desenvolver cancro.

A análise também destacou correlações entre padrões de sono e condições socioeconómicas, com menos escolaridade e desemprego associados à insónia, enquanto adultos mais velhos e reformados tendiam a fazer sestas diurnas.

Os investigadores destacaram a dificuldade em modificar esses padrões ao longo do tempo e enfatizaram a importância da educação sobre hábitos saudáveis de sono, sugerindo medidas como evitar dispositivos eletrónicos na cama, praticar exercício regularmente e limitar a ingestão de cafeína à tarde.

5 dicas para superar a ansiedade na hora de ir dormir

A ansiedade é um estado de espírito que pode causar sintomas físicos e psicológicos desagradáveis, como falta de ar, apertos no peito, suores, baixa de tensão e sensação de ‘nó na garganta’. Além disso, afeta profundamente o sono, desencadeando dificuldades em adormecer e também em ter um descanso tranquilo.

Pensamentos inquietantes, palpitações e preocupações perturbam o momento do repouso. Assim, esta condição pode resultar em insónia crónica, um distúrbio em que a mente se recusa a ‘desligar’, o que se traduz em noites de constante agitação e pouca qualidade de sono.

5 truques para uma noite descansada

Tal situação pode criar um ciclo vicioso extremamente prejudicial, já que a falta de sono tende a agravar os sintomas de ansiedade durante o dia. Fique com algumas dicas simples para ter um sono restaurador:

Estabeleça uma rotina. Ir dormir e acordar sempre à mesma hora ajuda o corpo a regular o seu ciclo circadiano, o que pode facilitar o sono. Desta forma, evita passar pela preocupação de adormecer;

Pratique exercício físico regularmente. Ajuda a reduzir o stress e a ansiedade, e também pode promover o sono. No entanto, deve evitar fazê-lo nas horas que antecedem a altura de ir dormir.

Crie um ambiente relaxante. Mantenha o quarto escuro, silencioso e fresco. Evite usar dispositivos eletrónicos (telemóvel, tablet) antes de ir descansar já que a luz azul emitida por estes dispositivos pode dificultar o processo de adormecer. Ao invés disso, experimente ler um livro;

Aprenda técnicas de relaxamento. Técnicas como a meditação, a respiração profunda e o relaxamento muscular progressivo podem ajudar a reduzir a ansiedade e a promover o sono.

Evite estimulantes. Para além de uma alimentação equilibrada, é fundamental que evite o café, o álcool e o tabaco momentos antes de ir dormir.

Acordou sem sono a meio da noite? É isto que deve fazer

Acordar durante a noite e não conseguir adormecer certamente já lhe aconteceu. A verdade é que tal situação pode ter um impacto significativo no bem-estar e na produtividade do dia seguinte. De acordo com os dados de 2020 do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), mais de 17% dos adultos enfrentam este tipo de insónia na maioria ou mesmo todos os dias do mês.

O Dr. Biquan Luo, especialista em sono de São Francisco e CEO da LumosTech – empresa que produz uma máscara de sono inteligente –, destacou várias razões e soluções para esses inconvenientes despertares noturnos. Stress, ansiedade, desconforto físico, perturbações ambientais (como ruído) e distúrbios do sono – como a apneia ou a síndrome das pernas inquietas – são comuns. 

O que (não) fazer?

Assim, quando acorda a meio da noite, a recomendação do especialista é que se mantenha na cama, tentar relaxar e ver se consegue adormecer novamente. Se não funcionar após 10-15 minutos, então deve sair da cama. “Experimente ir para um local calmo e confortável em casa, como o sofá, e praticar uma atividade tranquila e pouco estimulante, como ler um livro ou fazer uma atividade calmante, até voltar a sentir sono – e depois volte para a cama“, explica ao New York Post.

Um dos principais instintos é agarrar-se ao telemóvel assim que acorda. Porém, deve evitar fazê-lo por dois motivos: não ficar ainda mais ansioso e também porque a exposição ao ecrã vai fazer com que fique ainda mais desperto. 

Algumas formas de equilibrar o seu ritmo circadiano – ciclo natural interno que regula o ciclo de sono-vigília – incluem acordar à mesma hora todos os dias, receber luz solar, alterar as horas das refeições, tomar suplementos de melatonina, fazer exercício a diferentes horas do dia e consumir quantidades moderadas de cafeína de manhã, de acordo com a Sleep Foundation.

Estes 7 alimentos vão ajudá-lo a dormir melhor

A banana oferece diversos benefícios, desde contribuir para um aumento de energia até a redução do inchaço. No entanto, esta fruta tem outro segredo muito bem guardado! Pode ser a chave para uma melhor noite de sono. De acordo com a Sleep Charity, comer uma banana antes de ir dormir pode traduzir-se num sono de melhor qualidade.

A fundação destaca que este alimento pode ajudar a adormecer mais rapidamente devido aos altos teores de magnésio e potássio, conhecidos  por relaxar os músculos. Além disso, o triptofano pode também acalmar o cérebro, facilitando assim o processo de indução do sono. As bananas, além de promoverem uma boa noite de descanso, oferecem uma rica variedade de nutrientes que contribuem para a saúde cardiovascular e digestiva.

Outros alimentos a ter em conta

A Sleep Charity também menciona outros frutos ricos em melatonina, a hormona do sono, como uvas, cerejas ácidas e morangos. Além das frutas, a investigação destaca ainda que alimentos como as amêndoas, peixe cereais integrais são igualmente alimentos que podem ajudar a ter uma boa noite de sono. Os especialistas também recomendam escolhas alimentares leves e evitar refeições picantes, chocolate e alimentos ricos em carboidratos antes de dormir.

Para além da dieta, a fundação sugere que reduzir o tempo à frente dos ecrãs (telemóveis, computadores), fazer exercício físico e ler ou meditar, são medidas que podem ajudar a ter um sono mais profundo.